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domingo, 12 de abril de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Jovens Promessas | Galeria História e Arte | Bragança | 17 de Janeiro a 3 de Abril 2015 | catálogo digital
Cinco creadores, profesores de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, y a pesar de eso, artistas y amigos, que se juntan para celebrar que el paso del tiempo no ha podido ni con ellos ni con lo que son.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Jovens Promessas | Galeria História e Arte | Bragança | 17 de Janeiro a 3 de Abril 2015

No dia 17 de Janeiro, às 17.00h, temos o imenso
prazer de partilhar com todos quantos nos quiserem acompanhar, a
exposição colectiva:
Jovens Promessas
Hemisfério Norte
Tardios divertimentos de Outono em Bragança
Coomonte
Lorenzo González
Arturo Martínez
Teresa Sarto
Eusebio San Blanco
Contamos com a presença dos autores que
vêm de Espanha para brindar connosco!
Agradecemos a vossa visita :)
Até lá!
um bocadinho da
HISTÓRIA DA EXPOSIÇÃO
Por Elena Vicente Mínguez
HISTÓRIA DA EXPOSIÇÃO
Por Elena Vicente Mínguez
....Cinco creadores, profesores de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, y a pesar de eso, artistas y amigos, que se juntan para celebrar que el paso del tiempo no ha podido ni con ellos ni con lo que son....
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | CORRESPONDÊNCIAS | Galeria História e Arte | Bragança
quase a despedir-nos da exposição de
JOSÉ BARRIAS | CORRESPONDÊNCIAS
Galeria História e Arte | Bragança
... e já estamos com saudades
Galeria História e Arte | Bragança
... e já estamos com saudades
sábado, 27 de setembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | 4 de Out | 17.30 h | Galeria História e Arte | Bragança
Quando há três anos “descobri” José Barrias em Serralves senti um sobressalto na maneira de me relacionar com o trabalho da arte. O efeito, ou o “eco” de tudo o que vi, senti e pensei perdurou em réplicas várias que me fizeram repensar modelos e fronteiras desse trabalho. A contemporânea democracia virtual permitiu-me, desde Bragança, aproximar-me do autor, que vive em Itália, e questioná-lo. A partir desse momento no meu imaginário cartográfico Bragança e Milão ficaram mais próximas e agora é o amplo voo de José Barrias que chega ao nosso telúrico “reino maravilhoso” para selar este ciclo de correspondências, que fica selado mas não fechado…
EN
No dia 4 de Outubro sábado (dia de São Francisco) às 17.30h temos o prazer de apresentar a todos quantos nos quiserem acompanhar as Correspondências de José Barrias na galeria História e Arte, Bragança, contamos com a presença do autor que vem de Itália para brindar connosco!
Agradecemos a vossa visita :)
terça-feira, 23 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | CORRESPONDÊNCIAS | Galeria História e Arte | Bragança
A obra de José Barrias*, “o coleccionador de ecos”, é ampla e plural, subtil e literária, clássica e contemporânea… e porque nos faz sentir e pensar tudo isso pareceu-nos bom trazê-lo ao nosso território. Depois de dois anos de CORRESPONDÊNCIAS agora temos o imenso prazer em as partilhar entre todos os que nos quiserem acompanhar!
*http://www.publico.pt/temas/ jornal/jose-barrias-o- coleccionador-de-ecos-21988088
*http://www.publico.pt/temas/
Fotografia de Antonio Madona
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | Galeria História e Arte | Bragança
QUE HÁ DE NOVO NA CIDADE?
JOSÉ BARRIAS*
Na Galeria História e Arte | Bragança
em OUTUBRO!
*José Barrias (1944) é um artista português residente em Milão que inicia o seu trabalho no início da década de 70, construindo narrativas visuais através do desenho, da pintura, da fotografia e da instalação. A memória íntima articula-se com a memória dos lugares e da História nos seus trabalhos. O tempo como passagem é convocado a partir da acumulação de vestígios e de referências onde a composição visual resulta da convergência das imagens e das histórias. O romance filosófico adquire assim a dimensão de um romance visual. Ou de "quase um romance…”, como diria Barrias, que assume o inacabado como condição da obra aberta que as suas narrativas constituem.
João Fernandes; Serralves 2011
sábado, 16 de agosto de 2014
Do gesto Da palavra | João Ferreira | escultura | 2014
(fotografias cortesia de Manuel Teles)
Calíope esteve cá…
mas, foi-se
A
pluralidade de modelos de comunicação representados ilustra a persistente
vontade de promover o entendimento, bem como, a complexidade que o processo
implica. A palavra, registada em signos gráficos, inscreve-nos na História,
definindo cronologias e estruturando o pensamento. O autor revela-a num rolo metálico
que gira, ao toque, repetindo as palavras como uma roda de orações repete as
mantras. A oração é assumida como forma primeira de comunicação, da proposição
da gramática à retórica, anuncia-se como caminho percorrido em cada palavra
criada e dita. O livro guarda as palavras e o discurso liberta-as no espaço. A esta
perturbadora densidade de linguagens o autor opõe a persistência na escuta,
sugerindo a humildade desejável ao entendimento.
Emilia Nogueiro
domingo, 22 de junho de 2014
Inauguração | Exposição | João Ferreira | sexta dia 27 de Junho | Galeria História e Arte | Bragança
Do gesto
Da palavra
João Ferreira | escultura |
2014
Não se trata de uma visão maniqueísta da realidade, mas de uma narrativa exploratória dos claros-escuros que lhe definem o caminho. A inquietação no prazer de por as mãos a fazer coisas define obstinadamente o processo criativo do João Ferreira, sempre corpóreo, concreto, objectual e enraizado na intemporalidade do gesto.
A persistente vontade de transformar e reutilizar materiais
desprezados supõe mais que uma crítica ao consumo contemporâneo pois assume a
intervenção como acção sobre o objecto que descontextualizado da sua
funcionalidade é interpretado na obra como matéria-prima. A sujeição aos
recursos desaproveitados não constitui por isso uma limitação, sendo até
propiciadora à continuada experimentação plástica que consolida o percurso do
autor.
Simultaneamente a talha das madeiras autóctones evidencia a
força do território que sempre transpira dos materiais naturais que, com as
mãos, João Ferreira transforma. A Nogueira, o Carvalho, o Castanheiro e o Olmo,
compartem o tempo e o espaço que guardam dentro impondo-se na obra como
elemento revelador do diálogo que com o escultor mantêm. É a esse diálogo que o
autor humildemente se entrega na incessante procura da forma comunicante.
A presente mostra dos trabalhos escultóricos do João Ferreira
reúne as obras produzidas nos últimos meses, ocupando as duas salas de
exposição da galeria.
A primeira sala sugere uma visão irónica do quotidiano, um
quotidiano cheio de figuras risíveis no gesto e na atitude. O humor
confronta-nos com clichés e causas com que a diário tropeçamos, assumindo-se
como resposta compensatória à disfuncionalidade que nos acompanha.
A sala interior provoca uma reflexão mais séria, menos
risível e inquestionavelmente mais perturbadora. Todo o espaço nos confronta
com o Verbo entendido como Palavra, Discurso, Comunicação. O autor usa a
oratória ou as novas e velhas tecnologias da comunicação para tentar entender
ou questionar o aparato criado para facilitar a linguagem. Aos modelos de
comunicação sugeridos opõe a persistência na escuta, sugerindo a humildade
desejável ao entendimento.
Emília Nogueiro
terça-feira, 3 de junho de 2014
Marco Costa | caderno de esboços ou a arte desinteressada | palestra | galeria HISTÓRIA E ARTE | 04 de Junho 2014 | 17.30h
Viva!
É com muito gosto que convidamos para assistir à palestra de Marco Costa "caderno de esboços ou a arte desinteressada" articulada com a presente exposição individual dos diários gráficos do autor "entre o desenho e o coração".
Amanhã, quarta-feira dia 04 de Junho às 17.30
Agradecemos a vossa presença :)
terça-feira, 6 de maio de 2014
Exposição Individual | Marco Costa | Entre o Desenho e o Coração | 17.30 | 08 de Maio 2014 | Galeria História e Arte | Bragança
EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL | DIÁRIOS GRÁFICOS
Sobre a exposição
Os diários gráficos do Marco Costa têm mais desenhos que dias. Esta ânsia experimental pela plasticidade do desenho seduz-nos a espreitar o quotidiano registado nos quase vinte cadernos expostos. Se bem que, na verdade, as obras não estejam expostas, mas, partilhadas, e na condição de serem exploradas devagarinho, porque são diários pessoais e, enquanto tal, têm sempre algo de secreto, que intima o observador à cuidadosa invasão do privado.
Os diários gráficos do Marco Costa têm mais desenhos que dias. Esta ânsia experimental pela plasticidade do desenho seduz-nos a espreitar o quotidiano registado nos quase vinte cadernos expostos. Se bem que, na verdade, as obras não estejam expostas, mas, partilhadas, e na condição de serem exploradas devagarinho, porque são diários pessoais e, enquanto tal, têm sempre algo de secreto, que intima o observador à cuidadosa invasão do privado.
Às
vezes são quase pequenas narrativas, contos, descontinuados e reunidos em
conjunto apenas porque o formato do caderno assim os obriga.
O
suporte é o fólio, em cadernos de formatos variados, desde o caderno de notas
de bolso com folhas brancas ou quadriculadas, a caderno de argolas, e/
ou em cadernos resgatados e reutilizados. Todos estão intensamente preenchidos
do princípio ao fim.
Acompanham
o desenho, colagens e assemblagens de bilhetes e etiquetas, excertos de textos
e comentários que traçam o quotidiano do autor desde 2009 até ao presente. Mas
é o interior do processo criativo e exploratório do desenho que propicia a intimidade
da descoberta das centenas de registos de detalhes anatómicos, do rosto e mãos
em gestos bruscos ou suaves; figuras públicas e privadas, em silhuetas isoladas
ou em grupos alvoroçados. A figura humana na pluralidade de movimentos, formas,
atitudes e expressões é o elemento mais amplamente explorado nos exercícios das
potencialidades do desenho, e dos materiais, também eles plurais com predomínio
da grafite, do carvão e das esferográficas. As linhas curvas dos corpos
contrastam com as formas concretas das letras e números, tramas e padrões e uma
imensa variedade de objectos do quotidiano que emergem nas atentas composições
que o autor, mais que uma vez por dia, regista.
O
conjunto de desenhos do Marco Costa agora exibidos comove pelo virtuosismo no
domínio das técnicas, mas, sobretudo pela constante prática e experimentação, pela
continuada inquietação por ver e descrever.
Emília
Nogueiro
Sobre o autor:
Sobre o autor:
Marco António Costa
Vila Nova de Gaia, 1978;
Licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP);
Mestre em Arte Multimédia pela FBAUP;
Doutorando em Arte e Design pela FBAUP;
Docente do Departamento de Artes Visuais da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança;
Membro do Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade (I2ADS);
Participou, desde 2001 em mais de 90 eventos expositivos ligados ao Design, Artes Plásticas e Multimédia.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Exposição Colectiva | 17.30 | 10 de Abril 2014 | Galeria História e Arte | Bragança
SANTA MORTE
Reflexos viáticos da irrepetibilidade dos Passos
Colectiva de
Miguel Moreira e SilvaDesde o gesto de deposição de ocre sobre os corpos dos mortos no paleolítico até às esculturas fúnebres dos cemitérios oitocentistas a prática artística parece ter estado sempre próxima do grande mistério – A Morte.
No entanto,
contemporaneamente, a pressão do tabu é inevitável, constrangem as ideias metafísicas
que o envolvem e o âmbito de estudo científico, demográfico, filosófico ou literário
apesar de paliativo na desmontagem metodológica do medo, separa abissalmente a
Morte do cidadão comum e da linguagem do quotidiano. Para melhor entender a
narrativa criada na presente mostra colectiva, encontramos amparo nas palavras
de Philippe Ariès: A atitude antiga, em
que a morte é simultaneamente familiar, próxima e atenuada, indiferente,
opõe-se muito à nossa, em que a morte provoca medo, a ponto de nem ousarmos
dizer-lhe o nome (…) Uma nova forma de pudor exige que se oculte o que outrora
era necessário expor ou mesmo simular: o desgosto (…) A morte deixou de ser o
lugar da tomada de consciência do indivíduo e hoje não é mais do que o inverso
do que é visto, conhecido, falado…
A presente exposição
regista o próximo e o diferente numa perspectiva colectiva que se pretende
propiciadora à fraterna comunhão da nossa condição de mortais de irrepetíveis passos.
Não se pretende fomentar o simples prazer da transgressão explorando um tema
tabu mas sim comunicar inquietações comuns. Eventualmente, não fugindo aos
paradigmas contemporâneos, poder-se-á suscitar, ou melhor, partilhar a dúvida.
Os autores
representados, João Ferreira-Janjã, Manuel Teles e Miguel Moreira e
Silva, não só partilham o
mesmo tempo mas também o espaço – interior transmontano. O contexto de fraca
densidade populacional, abandono, e envelhecimento é inquestionavelmente
revelador da original transversalidade do tema que emerge espontâneo nas
diferentes práticas artísticas dos autores agora reunidos nesta exposição.
Emília Nogueiro
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Inauguração | INÊS PAULINO | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 11 Dezembro 2013
Galeria HISTÓRIA E ARTE | inauguração 16h | 11 Dezembro 2013
Sobre a autora:
Sobre a autora:
Nasceu em Alcobaça em 1958. Estudou Direito na Universidade de Coimbra, é licenciada em Pintura pela Escola Superior de Tecnologias Artísticas de Coimbra, ARCA-ESTAC.
Sócia do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra desde 1981 exerceu funções diretivas conjuntamente com Túlia Saldanha e Alberto Carneiro até 1989. Hoje exerce funções de docência na área da Educação Visual. Expõe regularmente desde 1983.
Sobre a exposição:
Subtilezas é a palavra com que Inês Paulino nos convida a entrar nos trabalhos agora expostos na galeria História e Arte. Nas aguarelas, sobre o amplo fundo branco, o desenho sugere espaços oníricos de cores cheias e vibrantes em composições melódicas. Ritmadas figuras suspensas no vazio juntam-se em caligrafias pictóricas com linhas sinuosas em delicadas formas de contornos bem definidos.Nas pinturas a óleo a densidade das figuras toma volume e os fundos ganham espaço intensificando a melodia ritmada pelas cores brilhantes. EN
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Inauguração | ANNA LUIZA MAGALHÃES | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 10 OUT | 17.30
Terreno da Ilusão
Sobre a exposição:
O Terreno da Ilusão é o espaço
que a Anna Luiza nos propõe descobrir com os onze trabalhos expostos, quatro gravuras em
metal e sete monotipias.
O caminho que nos insinua é intensamente emocional, em nós, com ela e pela
mão das suas personagens. As figuras derivam de tons térreos e escuros delicadamente
modelados por manchas de luz que celebram a fantasia evocada. Instalados na
ambiguidade da sombra iluminada é o traço fino e expressivo que nos orienta o
olhar pelos signos e sinais, caligrafias claras e escondidas que nos envolvem
no engano dos sentidos. Já no território da ilusão instaura-se o desafio com as
personagens que nos confrontam evocando nos olhares dramáticos a aparente
linguagem das emoções. EN
Sobre a autora:
Anna
Luiza Magalhães
Anna Luiza Magalhães, brasileira, natural de Belo Horizonte. Graduada em Artes Visuais
pela Universidade Federal de Minas Gerais e em Design de Moda pela Universidade
FUMEC. Sua formação foi complementada por uma mobilidade acadêmica de 1 ano no
IPB em Bragança, Portugal. Desde 2012,
faz parte do Coletivo Carimbo, em Belo Horizonte, desenvolvendo projetos,
pesquisas e oficinas artísticas. É também sócia e designer no Estúdio Biscoito
Maria. Já participou
de algumas exposições individuais e coletivas, inclusive, de uma pequena mostra
individual de seus trabalhos no Teatro Municipal de Bragança, em junho de 2012.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Encuentros 3 - Colectiva de criadores holandeses, portugueses y zamoranos
Exposição Internacional
Encuentros 3 - Colectiva de criadores holandeses, portugueses y zamoranos
Lugar: sala de la Encarnación , Diputación Provincial
Plaza Viriato sin número Zamora España
desde el 3 de julio hasta el 19 de julio de 2013
A Galeria HISTÓRIA E ARTE colabora com trabalhos em AGUARELA de Ferreira de Palácios; ESCULTURA de João Ferreira, e ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA de Ana Guimarães Ferreira
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Inauguração 14 de junho | 18 h | HÁ DE UNICÓRNIOS | exposição de artes visuais | MIGUEL F
HÁ DE UNICÓRNIOS E OUTROS FRAGMENTOS [exposição de artes visuais]
Nas palavras do Filipe Miranda, artista e responsável pela Galeria Sment, no trabalho do Miguel ʻcabem mil poemas e mais umas quantas imagens poéticas, fruto de um traço pessoal, humano e que não se esgota nesse fechar de uma visão única e intransmissível. Pelo contrário. Muitas dessas imagens, invenções artísticas e temas - que para os olhos dos distraídos, vítimas de um estar burguês, parecem sofrer de um anacronismo - vão de encontro à acção política e à intervenção social, uma preocupação constante do artista, não só como artista, mas também como ser participativo. E aí continua o pessoal, mas não o intransmissível; arte que se oferece de si para si, pelos outros e através dos outros. Arte humana e social, de corpo inteiro.ʼ
Há de Unicórnios reúne trabalhos produzidos maioritariamente em 2013, recuperando outros da anterior exposição individual O.U.T!. Partimos daqui: Tudo é política. Será este o último cliché bem intencionado. O outro deve ser o amor, não é?
MIGUEL F
Miguel F. (1983) vive actualmente em Barcelos. Desde cedo tomou contacto com as artes, por influência da Mãe e dos amigos lá da rua. Estudou Produção Artística no Instituto Politécnico de Bragança. Como artista visual desenvolve um trabalho multidisciplinar, esteticamente em mutação e frequentemente centrado em problemáticas sociais. Desde 2006 tem participado em várias exposições e festivais de arte, em Portugal, Espanha, Grécia,
Itália e Bélgica.
Desenvolve também trabalho nas áreas da fotografia documental, video, design gráfico, música, produção/programação cultural e colabora com vários colectivos e associações culturais, entre os quais o Colectivo Enfarte ou Festival NAA.
www.cargocollective.com/miguelf
segunda-feira, 10 de junho de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
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