sexta-feira, 8 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Cinema às segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | BRAGANÇA
No mês em que há-de chegar a Primavera damos início ao ciclo "Cinema. Às segundas" em que pretendemos retomar a boa prática de fruição colectiva de cinema na nossa cidade. O Cinema será projectado todas as Segundas feiras na Galeria HISTÓRIA E ARTE. O primeiro ciclo é dedicado ao cinema "histórico" italiano um começo auspicioso que esperamos que seja do vosso agrado!
Agradecemos a vossa visita! :)
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
António Pires | exposição | fotografia | 2 março 2013 | 15.30 h | galeria História e Arte | Bragança
Sobre a Exposição:
fragmentos
é o título da exposição de fotografia de António Pires, composta por obras
elaboradas desde 2010 até ao presente. É com transbordante prazer que a
partilhamos convosco na galeria História e Arte a partir do dia 2 de Março até
dia 2 de Abril.
As imagens criadas por António Pires
seduzem-nos e convidam-nos a participar nas subtilezas que evocam. A impressão
primeira é sempre de um encantamento sensorial. Mas, á medida que dilatamos o
tempo de observação e ajustamos os nossos sentidos á obra, vamos pressentindo a
frágil certeza das suas subtilezas.
A diluição dos contornos sublima a
intensidade da mancha que assume a indefinição como via comunicacional. O
momento registado retém o tempo do movimento das formas
"segredando-nos" o devaneio das memórias e a idealização da realidade
observada e guardada.
A luz, concebida entre o movimento e a
cor, envolve o corpo da imagem que evoca... Sustém a impressão e liberta a
realidade retratada.
Gerado no conflito entre registo
analógico e registo digital, o processo criativo de António Pires reflecte,
através da observação do real, uma fuga para impressões individuais
intensamente estéticas na tentativa paradoxal de fixar a irrealidade na
efemeridade do movimento.
Sobre o autor:
António
Pires nasceu em 1960 em Bragança e vive atualmente em Lisboa.
Exposições:
- "Fusão",
rua Marquês de Subserra nº10, Lisboa, 2012
- "Hoje", Teatro Académico de Gil Vicente,
Coimbra, 2011
- "Casa B 13-12", Produção e Realização: CJ,
SGPS--Corte e Costura Coimbra, 2002
- "Sub-versões", CITAC texto: Rui Zink, encenação:
Carlos Curto, fotografia: ACTO ÚNICO, Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra,
2000
- "Infidelidades", CITAC texto: Luís Assis,
encenação: Nicolau Lima Antunes, fotografia: ACTO ÚNICO, Teatro Académico de
Gil Vicente, Coimbra, 1999
- "Um Imbróglio", CITAC texto: Lewis Trondheim,
encenação: Carlos Reis, fotografia: ACTO ÚNICO, CITAC, Coimbra, 1999
- "O Festival e os seus Músicos", 5º Festival
Internacional de Música de Coimbra, Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra,
1997
- "INSTALAÇÕES - fotografia, vídeo, música e lixo"
organizada pela Associação Animal em colaboração com a PRÓ URBE - Associação
Cívica de Coimbra (campanha "Viva o Rio") Fábrica A Ideal, Coimbra,
1996
- Escola de Fotografia da Associação Animal, Coimbra, 1995
- Realizou, com Paulo Mora, um documentário em Vídeo para a
exposição "Homenagem a Adriano Correia de Oliveira", Sines, 1997
Outras atividades :
- Colaborou como fotógrafo para a edição do livro/CD
"Hoje" de Fernando Seabra Santos, 2010
- Colaborou como fotógrafo para a edição do livro
"Gabinete Transnatural de Domingos Vandelli", 2008
- Colaborou como fotógrafo na exposição "O Gabinete de
Curiosidades de Domenico Vandelli", Departamento de Botânica da Faculdade
de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, 2007
- Colaborou na exposição fotográfica "Missão
Botânica" Angola 1927/37 do botânico Prof. Luís Carrisso, comissariado por
Paulo Bernaschina, Coimbra, 2005.
- "Acto Único" projeto comissariado com António
Martins, Nuno Patinho e Paulo Mora, integrado na produção "Pessoas
Reais" / CITAC, Coimbra, 1999-2000.
- Criou, com Paulo Bernaschina e Paulo Mora, o projeto
ANIMAL (Escola e Estúdio de Fotografia), Coimbra, 1995.
- Colaborador do Centro de Estudos de Fotografia (CEF) e dos
Encontros de Fotografia, Coimbra, 1987-93.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
"COLD STRINGS" | Bird by Snow (USA) | Galeria História e Arte | Bragança | 21.02.2013 | 22.00h
Este concerto de Bird by Snow está incluído numa tour Ibérica cuja data de Bragança é a Única em Portugal.
http://www.birdbysnow.com/
ENTRADA: 5€
Opção Bilhete Geral para "COLD STRINGS" The Wooden Wolf + Bird by Snow = 7€
Reservas para bilhete conjunto "COLD STRINGS" com nome e nº BI/CC para: dedos-bionicos@sapo.pt
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
ARQ. MANUEL FERREIRA | Museu Abade de Baçal | Inauguração Sábado 26 Janeiro | 16h00
Sobre a exposição:
A
presente exposição, reúne cerca de vinte obras novas com uma cuidada seleção de
obras paradigmáticas do percurso criativo de Manuel Ferreira.
A
paisagem trasmontana, nas suas evidências e mistérios, nos detalhes singulares
e transversalidades universais, é assumida pelo autor como cenário propiciador
a incessantes deambulações, pois incessantes são as inquietações que o espaço
lhe provoca.
A
paisagem natural, a fluvial e a paisagem construída consolidam-se como temas
preferenciais no contexto da obra de Manuel Ferreira. Tomada sobretudo nos
meios rurais, manifesta a presença da figura humana quase sempre relacionada
com os trabalhos do campo, dando grande relevo à representação dos animais,
imperativos na adaptação ao meio que é, continuamente, o centro da sua prática
pictórica.
Interessa-se
pela paisagem também como pretexto para desenvolver as variações da luz sobre
os volumes, que regista em tonalidades e cambiantes que acentuam as massas
vegetais, as estruturas arquitetónicas e a linha do horizonte, sempre
longínquo.
Ao
firmamento, calmo, ou denso e profundo, reserva grandes superfícies na pintura,
explorando demoradamente os valores lumínicos e atmosféricos.
Emília
Nogueiro
Janeiro
2013
Sobre o autor:
Manuel Maria Ferreira Rodrigues
Nasceu
em 1927, em Palácios, concelho de Bragança. Ainda enquanto estudante em
Bragança já desenhava inúmeros objectos arqueológicos a pedido de Francisco
Manuel Alves - Abade de Baçal.
Concluiu
o curso de arquitetura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto. Desde 1956
que se dedicou à docência das disciplinas de Matemática, Desenho e Educação Visual
em diversos estabelecimentos de ensino, de Bragança, Covilhã, e Macedo de
Cavaleiro. Como arquiteto integrou os quadros da Direção Geral dos Serviços de
Urbanização do Distrito de Bragança, e foi responsável na área do Distrito de
Bragança pelos serviços da Comissão de Coordenação da Região Norte. De 1967 a
1971 foi vice-presidente da Câmara Municipal de Bragança e de Junho de 1974 a
Janeiro de 1975, foi presidente da Comissão Administrativa.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Work In Progress | Percursos pela imaginária franciscana na Diocese de Bragança-Miranda
Continuamos apaixonados pelo nosso património artístico e por isso estamos de momento concentrados numa categoria que ainda carece de estudos no nosso território - a escultura, ou imaginária. Esperamos em breve estar aptos a propor novos passeios, entretanto aqui fica parte do retábulo da capela da Srª da Boa Morte na igreja do convento de São Francisco em Bragança.
sábado, 6 de outubro de 2012
João Ferreira | escultura | o prazer de pôr as mãos a fazer coisas
https://www.360cities.net/image/joao-ferreira-sculpture-2012
João Ferreira | sculpture | 2012 in Portugal
360º cortesia de Manuel Teles
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Inauguração | Escultura | João Ferreira | 4 de Outubro 2012 | 17.30 h | Galeria HISTÓRIA E ARTE
João Ferreira | escultura | 2012
o
prazer de pôr as mãos a fazer coisas
Sobre a exposição:
A
primeira impressão é intensamente táctil, gerada na comunicação entre a matéria
e a forma, consequência do prazer de pôr
as mãos a fazer coisas, um dos caminhos que João Ferreira, repetidas vezes,
percorre na sua busca exploratória dos materiais.
Confrontados
com este percurso sentimos o ímpeto latente na madeira e no ferro, manualmente
transformados no franco respeito pela sua natureza orgânica e inorgânica, num diálogo
visual que é, antes de tudo, sensitivo.
A
presente exposição distribui-se por duas salas que sugerem duas escalas, duas
distâncias diferenciadas. A primeira sala expõe tesouros que guardam essências na
persistente continuidade de ecos idos, de remotas iconologias. Na outra sala impera
o discurso irónico a corromper satiricamente a nossa percepção ao assumir o formato
postal como cliché e até anedota da memória congelada. Os postais questionam o
revivalismo etnográfico apresentado como produto cultural para uma sociedade
que se pretende que o consuma.
João Ferreira (João Manuel Vaz dos Santos Ferreira
Rodrigues) Bragança, 1960. Licenciou-se em Ciências Jurídicas na Universidade
Portucalense do Porto. Desde finais da década de 90 que se dedica de forma
sistemática à escultura. Frequentou o Mestrado em Escultura na Faculdade de
Belas Artes da Universidade do Porto.
domingo, 30 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
HISTÓRIA E ARTE | V ANIVERSÁRIO
Desde
2007 que o espaço HISTÓRIA E ARTE tem as portas abertas ao mundo! Cinco
anos de persistência a usufruir, explorar e divulgar a HISTÓRIA e a ARTE de
Bragança (porque é em Bragança que escolhemos viver) e, inevitavelmente de
outros territórios (porque não vivemos sozinhos).
A
galeria de arte e as visitas orientadas ao património histórico continuam a ser
as linhas mais fundas de nossa busca à qual acrescentamos os livros e as
oficinas de artes plásticas. A rede de pessoas que interferem neste processo é
imensa, maior que a HISTÓRIA e a ARTE que nos rodeia e é a elas que estamos
infinitamente gratos por estes 5 anos de aprendizagens! Haja saúde para mais 5 000!!
sexta-feira, 27 de julho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Curso de Aguarela | Arq. Manuel Ferreira | Galeria História e Arte
Curso de Aguarela | Arq. Manuel
Ferreira | Galeria História e Arte
A luz espampanante do verão e as cálidas
temperaturas que se sentem são propícias à técnica que vos propomos explorar! Para
que a experiência seja proveitosa contamos com a orientação do Arq. Manuel
Ferreira, mestre de tantas gerações!
O programa do curso consiste na
aprendizagem das técnicas de pintura a aguarela necessárias para um registo da
paisagem que os nossos olhos observam. Retomamos assim o encanto de uma técnica
ancestral que dispensa sofisticados artefactos e gastos excessivos em
equipamentos e manutenção, só precisamos de papel, aguarelas e água!
O curso é orientado pelo Arq. Manuel
Ferreira, decorre a partir de dia 22 de Junho com duração total de 14 horas e
custo total de 50 €, na galeria HISTORIA E ARTE. As vagas são muito limitadas!
Cá vos esperamos!
segunda-feira, 11 de junho de 2012
espaço virtual | Arq. Luis Ferreira Rodrigues
recomendo a visita ao espaço virtual do Arq. Luis Ferreira Rodrigues (entre muitas outras é tb o autor do logotipo do espaço História e arte:)
http://luisferreirarodrigues.tumblr.com/

http://luisferreirarodrigues.tumblr.com/

segunda-feira, 4 de junho de 2012
Sessão Trabalho ADDICT | Laboratórios Lugares Criativos | Bragança
Laboratórios Lugares Criativos | Bragança
Trás-os-Montes é um território de baixa densidade populacional, mas de forte
identidade cultural e espírito criativo.
Como podem os recursos e as iniciativas relacionadas com a criatividade e a cultura fortalecer-se através de uma estratégia que os potencie, desenvolvendo e projectando o território onde se desenvolvem?
Quais os actuais programas de apoio à cultura na União Europeia e quais as perspectivas futuras?
Amanhã vamos participar e aprender com atenção!
segunda-feira, 14 de maio de 2012
JORNADAS DE TURISMO: DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO-ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO | ESTGL | IPV | 15 de maio de 2012
PROGRAMA:
10H00 – Receção dos participantes e entrega de documentação
10H20 – Sessão de Abertura Presidente da Câmara Municipal de Lamego Álvaro Bonito, Presidente da ESTGL—IPV
10H30 – Luís Sebastian, Direção Regional de Cultura do Norte "O PROJETO VALE DO VAROSA"
11H00 – Apresentação oficial do blogue Vale do Varosa (alunos da ESTGL)
11H20 – Emília Nogueiro, Instituto Politécnico de Bragança "PEQUENAS CIDADES GRANDES DESAFIOS”
11H45 – Painel destinado à apresentação de um trabalho de alunos da ESTGL
12H00 – Debate
Moderador: José Paulo Lousado, ESTGL – IPV
12H30 – Almoço
14H00 – Joaquim Antunes, ESTGV – IPV “A FIDELIZAÇÃO COMO FATOR DE DIFERENCIAçãO NO DESENVOLVIMENTO DO TERMALISMO PORTUGUÊS”
14H30 – Sofia Ferreira, Administradora Dele-gada na Turismo Porto e Norte de Portugal, E.R. “TURISMO CULTURAL E SUSTENTABILIDADE – POLÍTICAS PÚBLICAS E REVITALIZAÇÃO DOS CENTROS HISTÓRICOS”
15H00 – Painel destinado à apresentação de um trabalho de alunos da ESTGL
15H30 – Debate
Moderador: Álvaro Bonito, Presidente da ESTGL—IPV
16H00 – Encerramento
10H00 – Receção dos participantes e entrega de documentação
10H20 – Sessão de Abertura Presidente da Câmara Municipal de Lamego Álvaro Bonito, Presidente da ESTGL—IPV
10H30 – Luís Sebastian, Direção Regional de Cultura do Norte "O PROJETO VALE DO VAROSA"
11H00 – Apresentação oficial do blogue Vale do Varosa (alunos da ESTGL)
11H20 – Emília Nogueiro, Instituto Politécnico de Bragança "PEQUENAS CIDADES GRANDES DESAFIOS”
11H45 – Painel destinado à apresentação de um trabalho de alunos da ESTGL
12H00 – Debate
Moderador: José Paulo Lousado, ESTGL – IPV
12H30 – Almoço
14H00 – Joaquim Antunes, ESTGV – IPV “A FIDELIZAÇÃO COMO FATOR DE DIFERENCIAçãO NO DESENVOLVIMENTO DO TERMALISMO PORTUGUÊS”
14H30 – Sofia Ferreira, Administradora Dele-gada na Turismo Porto e Norte de Portugal, E.R. “TURISMO CULTURAL E SUSTENTABILIDADE – POLÍTICAS PÚBLICAS E REVITALIZAÇÃO DOS CENTROS HISTÓRICOS”
15H00 – Painel destinado à apresentação de um trabalho de alunos da ESTGL
15H30 – Debate
Moderador: Álvaro Bonito, Presidente da ESTGL—IPV
16H00 – Encerramento
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Linguagem simbólica de um tecto setecentista | Museu Abade de Baçal | palestra | Emília Nogueiro
(fotografia: cortesia de Arq. Nuno Coelho)
A Diretora do Museu do Abade de Baçal tem a honra de convidar V. Exa. para a palestra Linguagem simbólica de um tecto setecentista, ministrada pela Prof.ª Emília Nogueiro, que terá lugar no próximo dia 3 de Maio, pelas17h30, no Museu Do Abade Baçal!
Contamos com a sua presença!
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Inauguração | Vinícius Vargas | arte digital | sexta feira | dia 27 de Abril | 17.30 | galeria HISTÓRIA E ARTE
É com imenso prazer que vos convidamos para a inauguração da exposição de
arte digital de Vinícius Vargas, na sexta feira às 17.30 h, na galeria HISTÓRIA
E ARTE!
Para celebrar a chegada desta atmosfera tropical à Rua Abílio Beça vamos
estar acompanhados pela guitarra do músico Mário Cardoso (docente da ESEB-IPB e Conservatório de música de
Bragança)
Sobre a exposição
A arte digital assume para Vinícius Vargas um território de experimentação que
lhe permite registar diferentes linguagens artísticas. Os trabalhos agora
apresentados em Bragança partem de imagens reais captadas e manipuladas mas
também de composições inteiramente criadas com tecnologia digital onde o autor nos
confronta com diversas realidades. Vinícius Vargas explora a branco e negro a poesia
visual e propõe-nos cores vibrantes nas composições não figurativas, as mesmas
cores com que regista elementos do imaginário tradicional brasileiro.
Sobre o autor
Vinícius Vargas Vieira dos Santos, natural do Brasil é docente na Faculdade
de Lions (Goiânia-GO). Participa em diversas áreas criativas das quais
destacamos: a atuação teatral Zabriskie Teatro, e no Festival Nacional de
Teatro Infantil de Blumenau; composição sonora para desfiles de moda; Exposição
de arte ( Goiânia Ouro- 2011), Balada Letra Livre – Exposição de arte (Espaço
Mais Um – 2011) Obrando Arte – Exposição de arte (Goiânia Ouro– 2011). Bem como
a Produção Literária - Poesia Plástica – Coleção Letra Livre. (2011). Desenvolve
a sua pesquisa artística no âmbito do Tropicalismo, Concretismo,
Neoconcretismo, Cinema Novo, Pop Art e Modernismo Brasileiro. sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Inauguração | As nove transformações parte 2 | R. Brito | sábado | 25 de fevereiro | 17.30 h | galeria HISTÓRIA E ARTE | Bragança | Portugal
Hotel 555 e R.Brito apresentam em Bragança, nesta que é a segunda exposição do Ciclo Gold Burgh, o projecto “As nove transformações ”. O título da exposição, uma citação directa da obra de Sun Tsu, “A Arte da Guerra”. O capitulo 5, alude ao interesse do sujeito no desenvolvimento de um corpo ancorado mais a uma praxis idiossincrática do que à produção de uma discursividade de índole verbal (ou verbalmente traduzível). Estruturada em torno de dois momentos distintos, mas complementares, a exposição inaugurarou no dia 11 de Fevereiro, com o Convento de Monchique transfigurado para acolher um exercício performativo único de R.Brito, que deixou o resultado dessa performance no espaço expositivo, acessível a todos visitantes. Duas semanas depois, este sábado dia 25 de Fevereiro, terá lugar o início do segundo e último momento deste projecto em Bragança na Galeria História e Arte. Partindo dos pressupostos, mas sobretudo das consequências do seu acto performativo inicial, R.Brito desenvolverá um segundo corpo de trabalho que não só dialogará, como responderá às questões levantadas, e deixadas em aberto, pelo exercício inicial. R. Brito
R.Brito nasceu no Porto em 1976. Licenciado em Artes plásticas/Desenho pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha – Extensão do Instituto Politécnico de Leiria, vive e trabalha entre o Porto e Óbidos . Tendo iniciado a sua actividade expositiva no inicio do século XXI, destacam-se as seguintes exposições individuais: Maptização, Galeria M.C.M.A. Castelo Branco, 2004; Circuito E.C....U, Centro da ordem dos Médicos, Porto, 2007; Tecnorgancraft I e II, Galeria Jorge Shirley, Lisboa, 2008/09 e Elemento H+, Espaço Hotel 25, Berlim, 2010 e Desenho I, Agencia Porpagarte, Porto, 2011. Das colectivas em que participou mencionam-se S Series, Lab04, Oficina Fernando Santos, Porto, 2004; Operação de estado, Museu António Duarte, Caldas da Rainha, 2005; Anteciparte, Museu de Ciências Naturais, Lisboa, 2007; Ariene RothsChild 3rd Painting Prize, Lisboa, 2007; É, em conjunto com Hugo Branco e Tiago Abelha, responsável pelo projecto Hotel 555 Artist in residency. Em 2005, foi Menção Honrosa no Prémio de Escultura, Arts Hotel, Lisboa.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
COOMONTE, José Luis Alonso | galeria HISTÓRIA E ARTE
Sobre el autor:
Coomonte, José Luis Alonso Nacido en 1932 en Benavente, Zamora, España, estudió en Madrid, en la Escuela de Bellas Artes de San Fernando. A mediados de los años 50 viajó a París y al final de la década, entre Madrid y Benavente, realizo varias obras públicas para estas ciudades y también para Zamora y León, empezó en esta época la práctica docente que se extendió más tarde a la Universidad de Salamanca. En los años 60, fue galardonado con la Medalla de Oro en Escultura en la Bienal de Arte Sacro de Salzburgo, exhibió sus trabajos en el Palacio de Bellas Artes de Bruselas, en la II Bienal de París, en el Museo de Arte Contemporáneo de París, en la Exposición Mundial de Nueva York y representó a España en España en México. En colaboración con Carlos Muñoz de Pablos y Francisco Argüello ha creado el grupo "Gremio 62", juntos estuvieron en la Dirección General de Bellas Artes de Madrid y en la Galería de imágenes Nouvelles en La Haya
La obra plástica de Coomonte continúa propagándose a través de una serie de espacios públicos, interiores institucionales, museos, pasos procesionales, ornamentos para sinagoga, y también en colecciones privadas y en su efervescente taller en San Marcial, donde el impulso creativo de Coomonte lo lleva a una búsqueda constante de materiales, técnicas, temas y evocaciones, pero sobre todo a nunca dejar de buscar
Sobre la exposición:
Son varios los objetos artísticos de Coomonte que viajaron desde San Marcial (Zamora) para instalarse en la Galería de Historia e Arte (Bragança, Portugal), en una exposición que pretende ser representativa del proceso creativo actual del autor. Escultura, collage, joyería son algunas de las categorías con las que podemos catalogar los objetos de esta exposición, subrayando uno de los elementos perturbadores de la práctica artística de Coomonte - la pluralidad de lenguajes y técnicas que toma, en una praxis compleja y constante.
El ready-made, los residuos plásticos, los acrílicos, se asumen como una estrategia de delato crítico de la compleja realidad contemporánea que con irónico sentido del humor nos enfrenta. Instalados en una composición exuberante evocan un banquete abundante en dramas sociales que se presentan como si de las más exquisitas vituallas se trataran.
Más allá de esta composición dos figuras de hierro forjado se destacan, no sólo en las técnicas, donde es evidente la fuerza del procesamiento manual de los materiales, sino también en el simbólico contenido del título que las acompanha; Para Coomonte Calisto y Malibea son casi tótems, presidiendo solemnemente al banquete como guerreros estoicos de los valores emocionales resistentes a la deflagración de formas, colores, materiales e imágenes que hoy nos llenan los ojos.
Sin jamás perder el sentido estético y valorando la intensidad de la práctica visual, el autor nos presenta varios lenguajes creativos que evocan la inquietud que el mismo experimenta.
Coomonte, José Luis Alonso Nacido en 1932 en Benavente, Zamora, España, estudió en Madrid, en la Escuela de Bellas Artes de San Fernando. A mediados de los años 50 viajó a París y al final de la década, entre Madrid y Benavente, realizo varias obras públicas para estas ciudades y también para Zamora y León, empezó en esta época la práctica docente que se extendió más tarde a la Universidad de Salamanca. En los años 60, fue galardonado con la Medalla de Oro en Escultura en la Bienal de Arte Sacro de Salzburgo, exhibió sus trabajos en el Palacio de Bellas Artes de Bruselas, en la II Bienal de París, en el Museo de Arte Contemporáneo de París, en la Exposición Mundial de Nueva York y representó a España en España en México. En colaboración con Carlos Muñoz de Pablos y Francisco Argüello ha creado el grupo "Gremio 62", juntos estuvieron en la Dirección General de Bellas Artes de Madrid y en la Galería de imágenes Nouvelles en La Haya
La obra plástica de Coomonte continúa propagándose a través de una serie de espacios públicos, interiores institucionales, museos, pasos procesionales, ornamentos para sinagoga, y también en colecciones privadas y en su efervescente taller en San Marcial, donde el impulso creativo de Coomonte lo lleva a una búsqueda constante de materiales, técnicas, temas y evocaciones, pero sobre todo a nunca dejar de buscar
Sobre la exposición:
Son varios los objetos artísticos de Coomonte que viajaron desde San Marcial (Zamora) para instalarse en la Galería de Historia e Arte (Bragança, Portugal), en una exposición que pretende ser representativa del proceso creativo actual del autor. Escultura, collage, joyería son algunas de las categorías con las que podemos catalogar los objetos de esta exposición, subrayando uno de los elementos perturbadores de la práctica artística de Coomonte - la pluralidad de lenguajes y técnicas que toma, en una praxis compleja y constante.
El ready-made, los residuos plásticos, los acrílicos, se asumen como una estrategia de delato crítico de la compleja realidad contemporánea que con irónico sentido del humor nos enfrenta. Instalados en una composición exuberante evocan un banquete abundante en dramas sociales que se presentan como si de las más exquisitas vituallas se trataran.
Más allá de esta composición dos figuras de hierro forjado se destacan, no sólo en las técnicas, donde es evidente la fuerza del procesamiento manual de los materiales, sino también en el simbólico contenido del título que las acompanha; Para Coomonte Calisto y Malibea son casi tótems, presidiendo solemnemente al banquete como guerreros estoicos de los valores emocionales resistentes a la deflagración de formas, colores, materiales e imágenes que hoy nos llenan los ojos.
Sin jamás perder el sentido estético y valorando la intensidad de la práctica visual, el autor nos presenta varios lenguajes creativos que evocan la inquietud que el mismo experimenta.
Emília Nogueiro
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