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sexta-feira, 19 de setembro de 2014
sábado, 16 de agosto de 2014
Do gesto Da palavra | João Ferreira | escultura | 2014
(fotografias cortesia de Manuel Teles)
Calíope esteve cá…
mas, foi-se
A
pluralidade de modelos de comunicação representados ilustra a persistente
vontade de promover o entendimento, bem como, a complexidade que o processo
implica. A palavra, registada em signos gráficos, inscreve-nos na História,
definindo cronologias e estruturando o pensamento. O autor revela-a num rolo metálico
que gira, ao toque, repetindo as palavras como uma roda de orações repete as
mantras. A oração é assumida como forma primeira de comunicação, da proposição
da gramática à retórica, anuncia-se como caminho percorrido em cada palavra
criada e dita. O livro guarda as palavras e o discurso liberta-as no espaço. A esta
perturbadora densidade de linguagens o autor opõe a persistência na escuta,
sugerindo a humildade desejável ao entendimento.
Emilia Nogueiro
domingo, 22 de junho de 2014
Inauguração | Exposição | João Ferreira | sexta dia 27 de Junho | Galeria História e Arte | Bragança
Do gesto
Da palavra
João Ferreira | escultura |
2014
Não se trata de uma visão maniqueísta da realidade, mas de uma narrativa exploratória dos claros-escuros que lhe definem o caminho. A inquietação no prazer de por as mãos a fazer coisas define obstinadamente o processo criativo do João Ferreira, sempre corpóreo, concreto, objectual e enraizado na intemporalidade do gesto.
A persistente vontade de transformar e reutilizar materiais
desprezados supõe mais que uma crítica ao consumo contemporâneo pois assume a
intervenção como acção sobre o objecto que descontextualizado da sua
funcionalidade é interpretado na obra como matéria-prima. A sujeição aos
recursos desaproveitados não constitui por isso uma limitação, sendo até
propiciadora à continuada experimentação plástica que consolida o percurso do
autor.
Simultaneamente a talha das madeiras autóctones evidencia a
força do território que sempre transpira dos materiais naturais que, com as
mãos, João Ferreira transforma. A Nogueira, o Carvalho, o Castanheiro e o Olmo,
compartem o tempo e o espaço que guardam dentro impondo-se na obra como
elemento revelador do diálogo que com o escultor mantêm. É a esse diálogo que o
autor humildemente se entrega na incessante procura da forma comunicante.
A presente mostra dos trabalhos escultóricos do João Ferreira
reúne as obras produzidas nos últimos meses, ocupando as duas salas de
exposição da galeria.
A primeira sala sugere uma visão irónica do quotidiano, um
quotidiano cheio de figuras risíveis no gesto e na atitude. O humor
confronta-nos com clichés e causas com que a diário tropeçamos, assumindo-se
como resposta compensatória à disfuncionalidade que nos acompanha.
A sala interior provoca uma reflexão mais séria, menos
risível e inquestionavelmente mais perturbadora. Todo o espaço nos confronta
com o Verbo entendido como Palavra, Discurso, Comunicação. O autor usa a
oratória ou as novas e velhas tecnologias da comunicação para tentar entender
ou questionar o aparato criado para facilitar a linguagem. Aos modelos de
comunicação sugeridos opõe a persistência na escuta, sugerindo a humildade
desejável ao entendimento.
Emília Nogueiro
domingo, 10 de novembro de 2013
João Ferreira | escultura | Melhores dias virão... oxalá!
Casa da Cultura de Vila Pouca de Aguiar | Outubro de 2013
“Melhores dias virão… Oxalá!” é o título da série de esculturas de João Ferreira em exposição na Casa da Cultura de Vila Pouca de Aguiar de 31 de Outubro até 24 Novembro.
O diálogo entre materiais orgânicos e inorgânicos, madeiras e materiais metálicos, permite ao autor explorar a plasticidade da inquietante fronteira que existe entre ambos. Os materiais orgânicos assumem linhas suaves, amplas e onduladas volumetrias expondo a fraterna empatia por tudo o que na continuidade se degrada. Enquanto os materiais inorgânicos imprimem os ângulos agudos, os vértices e as rupturas que dinamizam o diálogo sensitivo.
A colecção de objectos escultóricos do João Ferreira agora exibida revela nos temas o desassossego da condição do indivíduo mas que é forçosamente também desassossego social. As obras imersas em intensas interpretações iconográficas evocam a força simbólica do objecto como se a obra autentificasse a alegoria simbolizada, quase como se de arte sacra se tratasse.
No percurso sugerido somos confrontados com temíveis alimárias e vorazes pragas todas conjugados para intemporalmente nos atormentarem. A palavra “Oxalá” agora introduzida no título lança a promessa, a esperança, que o autor nos evoca com a representação de um acto devocional.
Emília Nogueiro
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Encuentros 3 - Colectiva de criadores holandeses, portugueses y zamoranos
Exposição Internacional
Encuentros 3 - Colectiva de criadores holandeses, portugueses y zamoranos
Lugar: sala de la Encarnación , Diputación Provincial
Plaza Viriato sin número Zamora España
desde el 3 de julio hasta el 19 de julio de 2013
A Galeria HISTÓRIA E ARTE colabora com trabalhos em AGUARELA de Ferreira de Palácios; ESCULTURA de João Ferreira, e ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA de Ana Guimarães Ferreira
segunda-feira, 10 de junho de 2013
sábado, 6 de outubro de 2012
João Ferreira | escultura | o prazer de pôr as mãos a fazer coisas
https://www.360cities.net/image/joao-ferreira-sculpture-2012
João Ferreira | sculpture | 2012 in Portugal
360º cortesia de Manuel Teles
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Inauguração | Escultura | João Ferreira | 4 de Outubro 2012 | 17.30 h | Galeria HISTÓRIA E ARTE
João Ferreira | escultura | 2012
o
prazer de pôr as mãos a fazer coisas
Sobre a exposição:
A
primeira impressão é intensamente táctil, gerada na comunicação entre a matéria
e a forma, consequência do prazer de pôr
as mãos a fazer coisas, um dos caminhos que João Ferreira, repetidas vezes,
percorre na sua busca exploratória dos materiais.
Confrontados
com este percurso sentimos o ímpeto latente na madeira e no ferro, manualmente
transformados no franco respeito pela sua natureza orgânica e inorgânica, num diálogo
visual que é, antes de tudo, sensitivo.
A
presente exposição distribui-se por duas salas que sugerem duas escalas, duas
distâncias diferenciadas. A primeira sala expõe tesouros que guardam essências na
persistente continuidade de ecos idos, de remotas iconologias. Na outra sala impera
o discurso irónico a corromper satiricamente a nossa percepção ao assumir o formato
postal como cliché e até anedota da memória congelada. Os postais questionam o
revivalismo etnográfico apresentado como produto cultural para uma sociedade
que se pretende que o consuma.
João Ferreira (João Manuel Vaz dos Santos Ferreira
Rodrigues) Bragança, 1960. Licenciou-se em Ciências Jurídicas na Universidade
Portucalense do Porto. Desde finais da década de 90 que se dedica de forma
sistemática à escultura. Frequentou o Mestrado em Escultura na Faculdade de
Belas Artes da Universidade do Porto.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
João Ferreira | escultura
[pɑddø] (pas de deux) (pormenor)
Ferro soldado, madeira de Carvalho e Freixo patinada
250 cm x 140 cm x 70 cm
2011
Assinada: João Ferreira
A
escultura [pɑddø] (pas de deux) é composta por uma forma esférica metálica da qual
emergem partes de dois corpos humanos em madeira. A obra surge a partir do
binómio dança-teatro, o movimento e a representação assumem o principal impacto
visual com que nos confronta. A perna feminina impulsiona enquanto o braço
masculino distende, ambos sugerem o desejo de superação da forma esférica que
os enclausura. Todo o conjunto ganha movimento sobre uma caixa negra que, tal
como uma caixa de palco, focaliza a atenção do observador. O autor persiste
nesta obra na experiencia estética valorizando sobretudo a linguagem sensorial,
no contraste dos materiais, das texturas e das volumetrias, simultaneamente
assume a provocação da ironia como espelho espirituoso da condição humana.
(Texto: Emilia Nogueiro; Fotografia: Manuel Teles)
sexta-feira, 8 de julho de 2011
MELHORES DIAS VIRÃO... OU NÃO. | ESCULTURA | JOÃO FERREIRA | GALERIA HISTÓRIA E ARTE
IMAGEM 360º- cortesia do fotografo Manuel Teles
segunda-feira, 4 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Escultura | João Ferreira | Clube Literário do Porto | Inauguração 18.00 | dia 2 Julho
(Fotografia José Pessoa)
Teimosias XXII
A exposição “Teimosias XXII” reúne
alguns trabalhos executados ao longo da última década, onde é evidente a
dominância dos materiais autóctones transmontanos nas madeiras escolhidas, com
predomínio da Nogueira, Castanho e Olmo. Este aspecto caracteriza a obra
plástica de João Ferreira e é intensificado ao longo de todo o processo
criativo, que se inicia na escolha da árvore, no posterior corte e secagem da
peça de madeira, finalmente no talhe directo do objecto, retomando assim uma
concepção quase mítica da prática escultórica.
Nesta
atitude persiste o eco das linguagens criativas com que o autor se foi
cruzando, desde o forte carácter transmontano, à experiência nas Ilhas Bijagós
com mestres de escultura ritual animista.
A
madeira, sempre em peça única, domina e intervém como elemento estruturante do
objecto escultórico final. É a madeira que amacia, que conforta os metais
corrompidos, assumindo a voluptuosidade do corpo vivo, a palpitação biomórfica
que as obras nos evocam.
Os
metais usados são materiais desprezados, frutos da sociedade de consumo rápido
e sôfrego. São partes outrora integradas em máquinas agrícolas que por serem
obsoletas desarticulam-se em abandono, reflectindo o afastamento observável em
todo Trás-os-Montes, que o autor “teima” em questionar.
c l u b e l i t e r á
r i o d o p o r t o
Rua Nova da Alfândega,
22
4050-430 PORTO
aberto de segunda a
domingo,
9h30 à 1h
terça-feira, 14 de junho de 2011
João Ferreira | escultura | Melhores dias virão… ou não Galeria HISTÓRIA E ARTE
“Melhores dias virão… ou não” é o título da série de esculturas de João Ferreira agora mostradas na galeria História e Arte e que resultam do trabalho dos últimos meses.
Na continuidade do processo exploratório da dualidade entre materiais orgânicos e inorgânicos, madeiras e materiais metálicos, a colecção de objectos escultóricos do João Ferreira agora exibida, revela nos temas uma inquietação angustiada pela actual realidade social.
Imersas em intensas interpretações iconográficas as obras do autor evocam a força simbólica do objecto como se a obra autentificasse a alegoria simbolizada, como se de arte sacra se tratasse.
Assumindo essa coerência a presente exposição confronta-nos com temíveis alimárias e vorazes pragas todas conjugados para intemporalmente nos atormentarem. Parece que assistimos à ilustração volumétrica dos receios latentes na presente conjuntura. Os medos evocados não são novos, e podemos reconhecer mitologias clássicas, bestiários medievais e até canções revolucionárias de contestação, que diacronicamente nos testemunham o que apesar das distâncias temporais e espaciais, se mantém imutável e portanto pertinente para ser questionado hoje como no passado.
Inauguração sexta-feira 17 de Junho, às 17.30 na Galeria HISTÓRIA E ARTE
Convidamos-vos a brindar connosco desta vez forçosamente com sangria! :)
Agradecemos a vossa visita!
Inauguração sexta-feira 17 de Junho, às 17.30 na Galeria HISTÓRIA E ARTE
Convidamos-vos a brindar connosco desta vez forçosamente com sangria! :)
Agradecemos a vossa visita!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
João Ferreira | Escultura | TEIMOSIAS XXI | Museu de Lamego
Inaugura no proximo dia 8 de Março, às 15.30, no Museu de Lamego a exposição de escultura de João Ferreira Teimosias XXI
Agradecemos a vossa presença!
Medusa
(2010)
Madeira de Nogueira e ferro
95 cm x 35 cm x 27 cm
Agradecemos a vossa presença!
Medusa
(2010)
Madeira de Nogueira e ferro
95 cm x 35 cm x 27 cm
domingo, 26 de setembro de 2010
João Ferreira | Teimosias XI | Escultura | Museu Abade de Baçal
A exposição “Teimosias XI” reúne trabalhos executados ao longo de onze anos, (1999 até 2010), e uma instalação pensada especificamente para o espaço do Museu Abade de Baçal.
É evidente a dominância dos materiais autóctones nas madeiras escolhidas, com predomínio da Nogueira, Castanho e Olmo. Este aspecto caracteriza a obra plástica de João Ferreira e é intensificado ao longo de todo o processo criativo, que se inicia na escolha da árvore, no posterior corte e secagem da peça de madeira, finalmente no talhe directo do objecto, retomando assim uma concepção quase mítica da prática artística. Nesta atitude persiste o eco das linguagens criativas com que o autor se foi cruzando, desde o forte carácter transmontano, à experiência nas Ilhas Bijagós com mestres de escultura ritual animista. No entanto, persiste também a construção de uma linguagem própria com obras que nos confrontam com figurações animais, femininas e criaturas estranhas, perturbadoras composições que registam a “teimosia” do autor nos materiais fortes e na linguagem intensamente plástica. A madeira, sempre em peça única, domina e intervém como elemento estruturante do objecto escultórico final. É a madeira que amacia, que conforta os metais corrompidos, assumindo a voluptuosidade do corpo vivo, a palpitação biomórfica que as obras nos evocam. Os metais usados são materiais desprezados, velhos, frutos da sociedade de consumo rápido e sôfrego. São partes outrora integradas em máquinas agrícolas que por serem obsoletas desarticulam-se em abandono, reflectindo o afastamento observável em todo Trás-os-Montes, que o autor “teima” em questionar.
Para ver até ao final de Setembro! Imperdível!
É evidente a dominância dos materiais autóctones nas madeiras escolhidas, com predomínio da Nogueira, Castanho e Olmo. Este aspecto caracteriza a obra plástica de João Ferreira e é intensificado ao longo de todo o processo criativo, que se inicia na escolha da árvore, no posterior corte e secagem da peça de madeira, finalmente no talhe directo do objecto, retomando assim uma concepção quase mítica da prática artística. Nesta atitude persiste o eco das linguagens criativas com que o autor se foi cruzando, desde o forte carácter transmontano, à experiência nas Ilhas Bijagós com mestres de escultura ritual animista. No entanto, persiste também a construção de uma linguagem própria com obras que nos confrontam com figurações animais, femininas e criaturas estranhas, perturbadoras composições que registam a “teimosia” do autor nos materiais fortes e na linguagem intensamente plástica. A madeira, sempre em peça única, domina e intervém como elemento estruturante do objecto escultórico final. É a madeira que amacia, que conforta os metais corrompidos, assumindo a voluptuosidade do corpo vivo, a palpitação biomórfica que as obras nos evocam. Os metais usados são materiais desprezados, velhos, frutos da sociedade de consumo rápido e sôfrego. São partes outrora integradas em máquinas agrícolas que por serem obsoletas desarticulam-se em abandono, reflectindo o afastamento observável em todo Trás-os-Montes, que o autor “teima” em questionar.
(Fotografia - cortesia de Manuel Teles)
Integralmente em metais está construída a instalação de térmitas - “Redutoras de Memórias” feita especificamente para o espaço do Museu Abade de Baçal, representa uma praga, um conjunto de térmitas que emergem de uma tela exposta na parede e se dirigem implacavelmente para o interior do espaço de exposição permanente do museu. A ironia das térmitas reside no facto de que estas constituem uma das mais temíveis pragas para os museus atentando contra a estabilidade física das peças que estes têm à sua guarda. Como espaços de memória os museus têm também a função de preservar os objectos, assumindo essa realidade o autor confronta-nos com a memória intangível que estes transportam, muito mais frágil e perecível que as madeiras, e irremediavelmente transformada no momento em que o objecto entra no museu.Para ver até ao final de Setembro! Imperdível!
na LOCALVISÃO
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
TEIMOSIAS XI | Escultura | João Ferreira
A exposição de escultura "Teimosias XI" do João Ferreira no Museu Abade de Baçal tem tido muitos visitantes e excelente aceitação!:)
Partilho convosco um link de uma pequena reportagem da TV local, e a fabulosa panorâmica do Rui Gomes a.k.a Manuel Teles, a quem mais uma vez agradeço!!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Quinta-feira à noite no Museu...
Unhal (pormenor)
Madeira de Nogueira, Olmo e metais
140 x 42 x 53 cm
2010
João Ferreira
Quinta-feira à noite no Museu Abade de Baçal:
21.30 - Inauguração da exposição “Teimosias XI” Escultura João Ferreira
A exposição “Teimosias XI” reúne trabalhos executados ao longo de onze anos, (1998 até 2010), e uma instalação pensada especificamente para o espaço do Museu Abade de Baçal.
22.00 - No jardim "Divagações sobre..."
Conversa informal com José Pessoa sobre Jazz: memórias de um encontro com o pianista Thelonius Monk, passagem de imagens e audição de uma gravação histórica
Imperdível!
domingo, 27 de junho de 2010
Teimosias | escultura | João Ferreira | Galeria HISTÓRIA E ARTE
S \ titulo (pormenor)
Madeira de castanho e metais
100 x 63 x 48 cm
2010
joão pedro grabato dias - Heterónimo de António Quadros.
Facto/Fado. Piqueno Tratado de Morfologia. Parte VII (1985)
“Teimosias” reúne trabalhos do ano 2010, esculturas que nos confrontam com figurações ambíguas, perturbadoras composições que registam a persistência do autor nos materiais fortes e na linguagem intensamente plástica. A madeira, preferencialmente a nogueira e sempre em peça única, domina e intervém como elemento estruturante do objecto escultórico final. Escolhida desde o corte, seca, tratada, talhada e esculpida é a madeira que amacia, que conforta os metais corrompidos, assumindo a voluptuosidade do corpo vivo, a palpitação biomórfica que as obras nos evocam. São figuras femininas e seres híbridos, que se constrangem ou se libertam de metais oxidados, angulosos e frios. Relacionados com a obra exposta de António Quadros por laços pessoais, os objectos escultóricos do João Ferreira assumem deliberadamente a forte influência que o léxico e a sensibilidade plástica de Quadros lhe imprimiram, fruindo dela desde a infância, adoptam nestes trabalhos especial importância as palavras escritas de joão pedro grabato dias, Facto/Fado. Piqueno Tratado de Morfologia. Parte VII.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
BOAS FESTAS!
(2009)
Ferro forjado e madeira de Olmo
45 x 31 x 39 cm
(2009)
ferro forjado e soldado
36 x 38 x 38 cm
Mais uma vez me sirvo da linguagem plástica que ecoa na minha galeria para materializar a mensagem de advento da epifania que se celebra nestes dias, (é, aliás, um exercicio que me agrada bastante, o de tentar perceber a mensagem de amor, que eu tenho fé :) que está implicita em todos os objectos artísticos). Boas Festas! e Bom Ano Novo!
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