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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Exposição colectiva de fotografia | galeria HISTÓRIA E ARTE | Georges Dussaud - Plast&Cine 2018 | 19 de Outubro de 2018

Convidamos todos quantos lerem e ouvirem ler esta mensagem a visitar a exposição colectiva de fotografia na galeria HISTÓRIA E ARTE, Rua Abilío Beça, 35, Bragança. 
A partir de hoje podem ver ou rever as fotografias de 
A lista dos autores segue a cronologia das colaborações com a galeria HISTÓRIA E ARTE, a selecção restringe-se às obras em deposito na galeria.
Esta exposição integra-se na homenagem a Georges Dussaud, Plast&Cine 2018.



quinta-feira, 12 de maio de 2016

Territórios de Artistas | Exposição Coletiva da galeria História e Arte de Bragança na Galeria AAB - Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris

Territórios de Artistas | 19 a 22 de Maio de 2016
Exposição Coletiva da galeria História e Arte, Bragança na
Galeria AAB - Ateliers d’Artistes deBelleville, Rue Francis Picabia, Belleville, Paris

É com um amplo sorriso de contentamento que fazemos saber que aos dezanove dias do mês de Maio do ano de dois mil e dezasseis iniciaremos um projecto de intercâmbio com a Galeria Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris.

A intenção é criar uma aproximação entre dois territórios diversos mas que as galerias intervenientes relacionam numa narrativa conjunta. Na persistência de uma cartografia emocional ampliamos neste novo caminho o nosso território-rede até Belleville. A vontade, o interesse e a curiosidade mútuas são os elementos que propiciam a ligação e definem os contornos deste novo território coletivo.

Sobre a exposição | Território de Artistas

Da galeria História e Arte de Bragança foram seleccionadas várias obras de três dos artistas residentes: Carmelo Calvo (Valhadolid, Espanha), João Ferreira – Janjã (Bragança, Portugal), Miguel Moreira e Silva (Bragança, Portugal). São três autores muito diferentes nas técnicas e nos materiais, mas aproxima-os o olhar critico sobre o território e o respeito pela ancestralidade de todas as vidas que antes deles o tentaram modelar. O território é percebido num sentido amplo que rompe a fronteira política que divide Portugal e Espanha criando na galeria História e Arte um espaço transfronteiriço comum.
As imagens criadas por Carmelo Calvo decorrem da relação emocional que o autor estabelece com as pessoas e com as paisagens fixadas. A câmara é percebida como caminho exploratório do eu a partir do confronto com a alteridade num registo que reflecte o interesse simultâneo pela imagem definida e pela expressão emocional próxima da abstracção.
O processo criativo do João Ferreira- Janjã é sempre corpóreo e objectal. Resulta da persistente vontade de reutilizar materiais desprezados pelo consumo contemporâneo. Simultaneamente a talha das madeiras autóctones de Nogueira, Carvalho, Castanheiro e Olmo evidencia a força do território que transpira dos materiais naturais que, com as mãos, João Ferreira transforma.
Os trabalhos de Miguel Moreira e Silva deambulam entre múltiplas técnicas das quais se destaca a pintura, assemblage e a escultura. Explora o ecletismo dos elementos traduzindo uma atitude livre de categorizações. Cria narrativas, explora episódios pessoais, memórias, onde a plasticidade dos objectos e a carga simbólica das formas assumem o valor lexical do registo.
Convidamos para nos acompanhar António Fernandes um artesão local que partilha o nosso compromisso com o território.
Até dia 22 de Maio a exposição colectiva estará aberta ao público na Galeria Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris. Em 2017 receberemos na galeria História e Arte em Bragança uma exposição colectiva dos artistas da Galeria Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris. 

sexta-feira, 29 de abril de 2016

ANTÓNIO SÁ | A RAZÃO DE ESTAR – Paisagens em fotografia | Galeria História e Arte | Bragança

Inauguração 6 de Maio | 17.30h 
Temos o imenso prazer de vos convidar para a inauguração da exposição "A RAZÃO DE ESTAR - Paisagens em fotografia" de António Sá, sexta, dia 6 de Maio a partir das 17.30h na galeria História e Arte, Bragança.
Agradecemos a vossa visita!


A RAZÃO DE ESTAR – Paisagens em fotografia
António Sá | Fotografia
Galeria História e Arte | Maio de 2016
Sobre a exposição: 
Mais do que andar, importa estar. Sentir. Contemplar.
Só assim nos apercebemos do espetáculo das pequenas e das grandes coisas, tudo aquilo que cabe na paisagem - no horizonte panorâmico da nossa visão.
Falo do bailado inquieto da luz na vastidão da estepe, das texturas que se definem e se apagam na areia do deserto, do calor tropical e do vento do ártico, do grasnar agitado no meio dos caniços ou dos diferentes silêncios da tundra.
As paisagens são fascínio e temor, conforto e desalento, o tudo e o nada. Estão lá para nos lembrarem a verdadeira escala das coisas, reduzir-nos à essência, ao nosso lugar.
Basta parar e olhar.
Cada uma destas imagens, captadas em distintos pontos do globo, representa a síntese de um momento de contemplação. Fotografias a que António Sá acrescentou palavras decisivas para nos ajudar a chegar o mais perto possível, sem ter de sair do lugar.
António Sá

Sobre o autor:
ANTÓNIO SÁ
António Sá iniciou a atividade de repórter independente em junho de 1995.
Desde então, tem produzido inúmeras reportagens – texto e fotografia – quase sempre associadas à temática das viagens, do turismo e do lazer, publicadas nos principais títulos de Portugal e de Espanha ligados a este setor. Alguns exemplos são a edição portuguesa da National Geographic e o jornal Público, em Portugal, ou as revistas Viajes National Geographic, Altair e Rutas del Mundo, em Espanha.
Paralelamente, tem desenvolvido ações como formador, organizando workshops e photo-tours em ambos países ibéricos. As iniciativas ao nível da formação em fotografia têm sido também realizadas em parceria com outras entidades, como é o caso da Fundação de Serralves, ou solicitadas por estabelecimentos de ensino, como o Instituto Politécnico do Porto, onde durante dois anos foi orientador da disciplina Projeto Fotográfico do curso de Tecnologia da Comunicação Audiovisual.
Em 2009 e 2010, na qualidade de repórter profissional, conduziu várias viagens fotográficas para a agência portuguesa Nomad, tendo como destino a Islândia e Marrocos.
António Sá tem também estado envolvido em projetos de maior envergadura, fazendo a captação fotográfica para exposições, livros, vídeoprojeções e sites, entre muitos outros suportes.
Destes, destacam-se o documentário “Portugal: um outro olhar” do National Geographic Channel (uma viagem fotográfica pelos sítios Património da Humanidade em Portugal), onde foi protagonista e autor da exposição que esteve patente no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa; o projeto Douro/Duero (património da Humanidade na bacia hidrográfica do Douro) para a Fundação Rei Afonso Henriques, com a produção de duas exposições itinerantes; ou a candidatura à UNESCO da Reserva da Biosfera Transfronteiriça Meseta Ibérica, para o ZASNET – Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial.
O seu percurso como fotógrafo profissional tem sido reconhecido e utilizado como exemplo por empresas ligadas à imagem, nomeadamente a EPSON, Nokia e FNAC.   
Desde 2010, e por opção, António Sá vive com a mulher e os seus dois filhos numa pequena aldeia do concelho de Bragança, na área do Parque natural de Montesinho. 
António Sá

sábado, 16 de janeiro de 2016

Catarina Loura | Fotografia | Galeria História e Arte Bragança | Inauguração 23 de Janeiro 17.30h




Family's Portrait 
Catarina Loura | Fotografia
Galeria História e Arte | Janeiro de 2016
Family´s Portrait é a primeira exposição individual de Catarina Loura. Este novo projecto da autora adiciona um capítulo ao seu processo de busca da identidade, que constitui a sua prática artística. Neste trabalho Catarina Loura realiza uma evocação da memória de alguns antepassados através de fotografias de objectos que lhes pertenceram. No sótão da sua casa de família, a artista encontra nos objectos deixados por várias gerações o material para realizar a sua investigação que se constitui numa espécie de arqueologia pessoal. 
Bruno Pelletier Sequeira

Sobre a autora:
Catarina Loura nasceu em 1975. Estudou Canto Lírico na Academia de Amadores de Música e Canto e Piano na Escola Luís Villas-Boas - Hot Clube de Portugal. Iniciou os seus estudos em fotografia no Atelier de Lisboa em 2006. Participou nas exposição colectivas do Atelier de Lisboa: Projecto Alvito, Ateliers do Matadouro, Alvito, 2009 com o trabalho Mute e na exposição colectiva Novos Trabalhos, Confeitaria, Lisboa, 2013 com os trabalhos Natureza Morta / Poder. Em 2015 inaugura a primeira individual "Family's Portrait - Subtitles" no MOB em Lisboa e "Valise Éphémère de Fantaisie" em Paris no Cinema Desperado no 5eme. Tem desenvolvido trabalho na área da memória e da identidade.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Maria Adelina Sousa | NÉVOA | Galeria História e Arte | Bragança

Desejamos os melhores votos para o Novo Ano e lembramos que estamos já nos últimos dias da exposição de fotografias "Névoa" de Maria Adelina Sousa.
Cá vos esperamos! :)


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

NÉVOA | Fotografia | Maria Adelina Sousa | Galeria História e Arte | Bragança

Ao contrário da névoa fria que nos envolve há vários dias a "Névoa" que expomos na galeria História e Arte é quente e propiciadora de novos olhares mesmo quando incide sobre espaços de tempos idos...
Agradecemos a vossa visita :)



segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Maria Adelina Sousa | Fotografia | Galeria História e Arte Bragança | Inauguração 29 Outubro 17.00h

Névoa
Maria Adelina Sousa | Fotografia
Galeria História e Arte | Outubro de 2015

Sobre a exposição:
Névoa | exposição de fotografia
A Névoa envolve a cidade invisível criada nas narrativas visuais de Maria Adelina Sousa.
A cidade histórica, densa, carregada de memórias e de tantas vidas, dissipa-se em névoa e partilha os mesmos nublosos contornos dos seus cidadãos. O tempo das imagens é a noite e o escuro quase negro do céu é cortado pela alegre jovialidade da luz artificial que dança em sugestivas linhas curvas entre o edificado e os seus herdeiros. A luz, a Névoa, o passado e o diário, a cidade e os cidadãos compartem o mesmo sonho que Maria Adelina Sousa criou. A escassa presença de figura humana lembra a morte anunciada pela desertificação das cidades periféricas que definham. Mas os transeuntes que caminham pela vida que Maria Adelina registou, nunca vão sozinhos e contenta-nos ver e sentir a promessa nas relações dos gestos captados.

A fotografia é usada pela autora como registo poético da permanente busca na alteridade, no território, na paisagem, no detalhe natural e transformado, de um espaço de comunhão inscrito em linguagem individual, mas aberto a todos os olhos.

Sobre a autora:
Maria Adelina Sousa – Nasce em 3 de Março de 1948, em Bragança. Vive e trabalha em Leiria desde 1970. Inicia o seu percurso na fotografia em 1993, desenvolvendo e participando em diversos projectos individuais e colectivos.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

António Pires | exposição | fotografia | 2 março 2013 | 15.30 h | galeria História e Arte | Bragança



Sobre a Exposição:
fragmentos é o título da exposição de fotografia de António Pires, composta por obras elaboradas desde 2010 até ao presente. É com transbordante prazer que a partilhamos convosco na galeria História e Arte a partir do dia 2 de Março até dia 2 de Abril.
As imagens criadas por António Pires seduzem-nos e convidam-nos a participar nas subtilezas que evocam. A impressão primeira é sempre de um encantamento sensorial. Mas, á medida que dilatamos o tempo de observação e ajustamos os nossos sentidos á obra, vamos pressentindo a frágil certeza das suas subtilezas.
A diluição dos contornos sublima a intensidade da mancha que assume a indefinição como via comunicacional. O momento registado retém o tempo do movimento das formas "segredando-nos" o devaneio das memórias e a idealização da realidade observada e guardada.
A luz, concebida entre o movimento e a cor, envolve o corpo da imagem que evoca... Sustém a impressão e liberta a realidade retratada.
Gerado no conflito entre registo analógico e registo digital, o processo criativo de António Pires reflecte, através da observação do real, uma fuga para impressões individuais intensamente estéticas na tentativa paradoxal de fixar a irrealidade na efemeridade do movimento.              

Sobre o autor:
António Pires nasceu em 1960 em Bragança e vive atualmente em Lisboa.
Exposições:  
- "Fusão", rua Marquês de Subserra nº10, Lisboa, 2012
- "Hoje", Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra, 2011
- "Casa B 13-12", Produção e Realização: CJ, SGPS--Corte e Costura Coimbra, 2002
- "Sub-versões", CITAC texto: Rui Zink, encenação: Carlos Curto, fotografia: ACTO ÚNICO, Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra, 2000
- "Infidelidades", CITAC texto: Luís Assis, encenação: Nicolau Lima Antunes, fotografia: ACTO ÚNICO, Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra, 1999
- "Um Imbróglio", CITAC texto: Lewis Trondheim, encenação: Carlos Reis, fotografia: ACTO ÚNICO, CITAC, Coimbra, 1999
- "O Festival e os seus Músicos", 5º Festival Internacional de Música de Coimbra, Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra, 1997
- "INSTALAÇÕES - fotografia, vídeo, música e lixo" organizada pela Associação Animal em colaboração com a PRÓ URBE - Associação Cívica de Coimbra (campanha "Viva o Rio") Fábrica A Ideal, Coimbra, 1996
- Escola de Fotografia da Associação Animal, Coimbra, 1995
- Realizou, com Paulo Mora, um documentário em Vídeo para a exposição "Homenagem a Adriano Correia de Oliveira", Sines, 1997
Outras atividades :
- Colaborou como fotógrafo para a edição do livro/CD "Hoje" de Fernando Seabra Santos, 2010
- Colaborou como fotógrafo para a edição do livro "Gabinete Transnatural de Domingos Vandelli", 2008
- Colaborou como fotógrafo na exposição "O Gabinete de Curiosidades de Domenico Vandelli", Departamento de Botânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, 2007
- Colaborou na exposição fotográfica "Missão Botânica" Angola 1927/37 do botânico Prof. Luís Carrisso, comissariado por Paulo Bernaschina, Coimbra, 2005.
- "Acto Único" projeto comissariado com António Martins, Nuno Patinho e Paulo Mora, integrado na produção "Pessoas Reais" / CITAC, Coimbra, 1999-2000.
- Criou, com Paulo Bernaschina e Paulo Mora, o projeto ANIMAL (Escola e Estúdio de Fotografia), Coimbra, 1995. 
- Colaborador do Centro de Estudos de Fotografia (CEF) e dos Encontros de Fotografia, Coimbra, 1987-93.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Exposição de fotografia | José Pessoa | Galeria HISTÓRIA E ARTE


“O Túmulo de um Rei”

Uma leitura fotográfica

A fotografia de obras de arte exige uma leitura interpretativa. Tarefa de grande responsabilidade que implica método, rigor, autenticidade, compreensão e… criatividade. O túmulo de D. Fernando I, proveniente da Igreja de S. Francisco de Santarém, hoje no Museu do Carmo, “…apesar de se encontrar exposto ao público há já mais de um século, nunca despertou o interesse dos mais notáveis historiadores de arte que apenas lhe dedicaram escassas linhas.” (Arnaud, J.M., 2009). Para um notável estudo de Carla Varela Fernandes (“A imagem de um Rei – análise do túmulo de D. Fernando I”, AAP, Lisboa 2009) levei a cabo este levantamento, por solicitação da Direcção da Associação dos Arqueólogos Portugueses, a mais antiga instituição de defesa do património, a que me orgulho de pertencer.
Foi, como deveria ser sempre, um trabalho interdisciplinar, entre o historiador e o fotógrafo. A construção das imagens fez parte de um processo de investigação e estas permitiram um novo e surpreendente encontro com uma nova leitura desta extraordinária peça.
Instrumento comparativo fundamental da História de Arte, a Fotografia é também uma expressão artística que deve ser respeitada e usufruída. O Túmulo não deve viajar, mas as imagens podem, é essa uma das suas qualidades.
José Pessoa
2011

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Workshop de Iniciação à Fotografia

Orientado por: Manuel Teles
Janeiro de 2011
Total: 10 h
Sábado 29 |10.00\12.00 | 14.30\18.30
Domingo 30 |14.30\18.30
Inscrição 50 €

Introdução teórica:
Mecânica da máquina fotográfica
Velocidades de obturador e aberturas
Composição e profundidade de campo
Lentes e distâncias focais
Utilização de tripé e longas exposições

Exercícios práticos:
Experiência fotográfica em ambientes exterior e interior
Análise e discussão dos trabalhos


na LOCALVISÃO


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Apontamentos de Vida Selvagem | Fotografia | Manuel Teles | Galeria HISTÓRIA E ARTE

A Galeria HISTÓRIA E ARTE inaugura a nova temporada no dia 24 de Setembro às 17.00 com a exposição Apontamentos de Vida Selvagem de Manuel Teles.
A exposição reúne trabalhos fotográficos que o autor tem desenvolvido desde 2002 até à data. São fotografias a cor, valiosos registos da biodiversidade local mas sobretudo são imagens que nos permitem intimar com os brilhos, as texturas, e as cores que o interior transmontano reflecte e que o olhar perscrutador de Manuel Teles meticulosamente recolhe. O tema recorrente é a natureza que o fotógrafo regista de uma forma quase militante, assumindo a sua paixão e confrontando-nos com o compromisso de respeito pelas múltiplas formas de vida que nos rodeiam. Fotógrafo de ar livre detém-se no pormenor, no ínfimo micro-mundo dos musgos dos cogumelos e líquenes, em simultâneo abre-nos o olhar com rasgados voos por amplas paisagens, intermináveis sucessões de espaços a percorrer.
Nos diferentes Apontamentos de Vida Selvagem que o autor nos apresenta persiste a ideia de equilíbrio mas, de um equilíbrio que sistematicamente se nos afigura precário, frágil e delicado, onde o observador participa como uma espécie viva mais, apenas domesticada e não selvagem. Imperdível!

na LOCALVISÃO

terça-feira, 2 de março de 2010

Ana Miranda apresenta Vídeo - Performance “O Livro de Horas”

06 de Março sábado 22h00

O espaço História e Arte tem o prazer de apresentar uma vídeo-performance da autoria de Ana Miranda. Ana Miranda nasceu em Bragança, em 1974. Licenciou-se em Ciências Históricas (2001) e realizou o mestrado em Cinema (2009). Leccionou no Ensino Básico e trabalhou no domínio da Museologia. Desde 2002 tem vindo a desenvolver projectos culturais, educativos e de investigação que se situam no cruzamento das ciências sociais e humanas (Antropologia, Etnologia, História) com a arte, enquanto experiência, conhecimento e acção transformativa. Escreveu o argumento, produziu e realizou os filmes Pelo Buraco da Chave (2006); Vandoma, Museu Imaginário; Douro, Faina Fluvial? (2007); O Livro de Horas; Corpo Habitado; A Dança (2008).

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

“O Livro de Horas” | Ana Miranda


VÍDEO-PERFORMANCE
Galeria História e Arte
06 Março 22h00
Desenhando no espaço da galeria um percurso que culmina com o retorno ao ponto de partida, Ana coloca-nos perante a interacção de registos videográficos, pictóricos, fotográficos e performativos de pendor autobiográfico e que colocam no centro do discurso a representação do corpo feminino. Na dialéctica destes documentos, longínquos no tempo, dá relevância à forma cíclica (em aberto) e à necessidade de revisitação e reapresentação das imagens da memória em diferentes condições de perceptibilidade.
Ana Miranda

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Fotografia - Mercados, de Zamora e Trás-os-Montes





Fotografia - Mercados, de Zamora e Tras-os-Montes, do fotógrafo Carmelo Calvo
Tenho mais um colaborador a expor (de forma permanente) os seus trabalhos na galeria, é mais um bom motivo para passarem por cá!!!