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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA

No ciclo de Janeiro - A Escolha do público, o filme de segunda-feira dia 27 é a escolha de Carlos Gonçalves: Tekkon Kinkreet (2006); de Michael Arias 103 min. 



Tekkon Kinkreet é um conto urbano contemporâneo baseado numa manga (banda desenhada japonesa) original de Taiyo Matsumoto cuja ação decorre num antigo e decrépito bairro de uma metrópole asiática imaginária chamada Takaramachi (Cidade do Tesouro). Aqui seguimos a luta quotidiana de dois órfãos, Kuro (Negro) e Shiro (Branco), meninos de rua quais "capitães da areia", para manter esta zona livre da yakuza (máfia japonesa) bem como de outros gangs concorrentes. Como irmãos, protejem-se mutuamente apesar de terem personalidades opostas: Negro é violento e impulsivo enquanto Branco é sonhador, criativo e, de alguma forma, inocente.

Um dia, a Cidade do Tesouro é alvo do interesse imobiliário de empresários sem escrúpulos que, sem olhar a meios nem a valores, a pretendem terraplanar para construir um parque temático obtendo assim lucros astronómicos. Kuro e Shiro vão enfrentar os seus maiores adversários até à data e isto vai levá-los à catarse dos seus demónios interiores. Quem vencerá?

Realizado por Michael Arias, Tekkon Kinkreet é o primeiro filme de anime (animação japonesa) a ser realizado por um ocidental e teve a produção entregue aos dois melhores estúdios desta arte no Japão, o Studio 4C responsável pela animação, e o Studio Ghibli responsável pelos luxuriantes cenários. A banda sonora é da responsabilidade do prestigiado duo inglês Plaid e que mereceu a edição de um álbum próprio.
Esta é animação adulta (seinen anime) que foi estreada no Japão em 23/12/2006; já nos EUA foi exibida pela primeira vez no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) a 25/04/2007 e desde aí tem conquistado prémios um pouco por todo mundo. Em Bragança, será exibida publicamente pela primeira vez na Galeria História e Arte a 27/01/2014.
Carlos Gonçalves

domingo, 19 de janeiro de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA



No ciclo de Janeiro - A Escolha do público, o filme de segunda-feira dia 20 é a escolha de Jorge Vaz Pires: Olhos Negros (1987); de Nikita Mikhalkov. 117 min. 
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
Cumprimentos e votos de boa semana! 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA


Estamos de volta com um novo ciclo de Cinema. Às segundas. 
Sugerimos aos nossos cinéfilos que escolhessem um filme para partilhar connosco.
O ciclo de Janeiro reflecte a Escolha do público. O primeiro filme é a escolha de Helena Genésio: Cinema Paraiso (1988) - Nuovo Cinema Paradiso; de Giuseppe Tornatore. 155 min. 

sábado, 21 de dezembro de 2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Inauguração | INÊS PAULINO | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 11 Dezembro 2013



Galeria HISTÓRIA E ARTE | inauguração 16h | 11 Dezembro 2013
Sobre a autora:

Nasceu em Alcobaça em 1958. Estudou Direito na Universidade de Coimbra, é licenciada em Pintura pela Escola Superior de Tecnologias Artísticas de Coimbra, ARCA-ESTAC.

Sócia do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra desde 1981 exerceu funções diretivas conjuntamente com Túlia Saldanha e Alberto Carneiro até 1989. Hoje exerce funções de docência na área da Educação Visual. Expõe regularmente desde 1983.

Sobre a exposição:

Subtilezas é a palavra com que Inês Paulino nos convida a entrar nos trabalhos agora expostos na galeria História e Arte. Nas aguarelas, sobre o amplo fundo branco, o desenho sugere espaços oníricos de cores cheias e vibrantes em composições melódicas. Ritmadas figuras suspensas no vazio juntam-se em caligrafias pictóricas com linhas sinuosas em delicadas formas de contornos bem definidos.Nas pinturas a óleo a densidade das figuras toma volume e os fundos ganham espaço intensificando a melodia ritmada pelas cores brilhantes. EN

sábado, 7 de dezembro de 2013

domingo, 1 de dezembro de 2013

sábado, 12 de outubro de 2013

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Inauguração | ANNA LUIZA MAGALHÃES | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 10 OUT | 17.30



Terreno da Ilusão
Sobre a exposição:
O Terreno da Ilusão é o espaço que a Anna Luiza nos propõe descobrir com os onze trabalhos expostos, quatro gravuras em metal e sete monotipias.
O caminho que nos insinua é intensamente emocional, em nós, com ela e pela mão das suas personagens. As figuras derivam de tons térreos e escuros delicadamente modelados por manchas de luz que celebram a fantasia evocada. Instalados na ambiguidade da sombra iluminada é o traço fino e expressivo que nos orienta o olhar pelos signos e sinais, caligrafias claras e escondidas que nos envolvem no engano dos sentidos. Já no território da ilusão instaura-se o desafio com as personagens que nos confrontam evocando nos olhares dramáticos a aparente linguagem das emoções. EN

Sobre a autora:
Anna Luiza Magalhães
Anna Luiza Magalhães, brasileira, natural de Belo Horizonte. Graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Minas Gerais e em Design de Moda pela Universidade FUMEC. Sua formação foi complementada por uma mobilidade acadêmica de 1 ano no IPB em Bragança, Portugal. Desde 2012, faz parte do Coletivo Carimbo, em Belo Horizonte, desenvolvendo projetos, pesquisas e oficinas artísticas. É também sócia e designer no Estúdio Biscoito Maria. Já participou de algumas exposições individuais e coletivas, inclusive, de uma pequena mostra individual de seus trabalhos no Teatro Municipal de Bragança, em junho de 2012.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA


Estamos de volta com o Cinema. Às Segundas :)
Neste mês de Outubro propomos cinema americano, começamos na próxima segunda-feira com As duas feras "Bringing up Baby" (1938)  de Howard Hawks (duração de 102m)  
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

A Batalha de Tabatô | um filme de JOÃO VIANA | dia 19 de julho | 21.30h

http://www.abatalhadetabato.com/pt_home.html

SINOPSE

Há 4500 anos, enquanto tu fazias a tua guerra, criámos a agricultura.
Há 2000 anos, enquanto tu fazias a tua guerra, criámos a boa governação dos reinos.
Há 1000 anos, enquanto tu fazias a tua guerra, criámos o chão do reggae e do jazz.
Hoje, perante a tua guerra, criaremos contigo a tua paz.


Para a maior parte das pessoas a Guiné é apenas o terceiro país mais pobre do mundo.
E, no entanto, passa-se algo de extraordinário em TABATÔ, uma aldeia situada no interior da Guiné: lá, todos os seus habitantes são, desde há 500 anos, músicos djidius. Eles são cantores-poetas hereditários cujas canções de louvor e contos e lendas representam um papel fundamental na vida musical de África. É ali que vive o djidiu Mutar Djebate, chefe dos 300 melhores balafonistas* do mundo.


O filme é uma metáfora da situação presente na Guiné Bissau e localiza-se algures entre o abismo da guerra e a existência desta aldeia musical chamado Tabatô. Conta a história pessoal e dramática de BAIO (Djidiu e ex-soldado mandinga ao serviço dos Portugueses) que regressa à Guiné Bissau, à sua aldeia natal de Tabatô, trinta e sete anos após o fim da guerra colonial, para assistir ao casamento da sua filha FATU com o filho do chefe da aldeia, IDRISSA DJABATÉ, um músico emergente na Guiné Bissau.


*Balafon é um xilofone de madeira com cabaças por baixo

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Inauguração 14 de junho | 18 h | HÁ DE UNICÓRNIOS | exposição de artes visuais | MIGUEL F


HÁ DE UNICÓRNIOS E OUTROS FRAGMENTOS [exposição de artes visuais]
Nas palavras do Filipe Miranda, artista e responsável pela Galeria Sment, no trabalho do Miguel ʻcabem mil poemas e mais umas quantas imagens poéticas, fruto de um traço pessoal, humano e que não se esgota nesse fechar de uma visão única e intransmissível. Pelo contrário. Muitas dessas imagens, invenções artísticas e temas - que para os olhos dos distraídos, vítimas de um estar burguês, parecem sofrer de um anacronismo - vão de encontro à acção política e à intervenção social, uma preocupação constante do artista, não só como artista, mas também como ser participativo. E aí continua o pessoal, mas não o intransmissível; arte que se oferece de si para si, pelos outros e através dos outros. Arte humana e social, de corpo inteiro.ʼ
Há de Unicórnios reúne trabalhos produzidos maioritariamente em 2013, recuperando outros da anterior exposição individual O.U.T!. Partimos daqui: Tudo é política. Será este o último cliché bem intencionado. O outro deve ser o amor, não é? 

MIGUEL F 
Miguel F. (1983) vive actualmente em Barcelos. Desde cedo tomou contacto com as artes, por influência da Mãe e dos amigos lá da rua. Estudou Produção Artística no Instituto Politécnico de Bragança. Como artista visual desenvolve um trabalho multidisciplinar, esteticamente em mutação e frequentemente centrado em problemáticas sociais. Desde 2006 tem participado em várias exposições e festivais de arte, em Portugal, Espanha, Grécia,
Itália e Bélgica. 
Desenvolve também trabalho nas áreas da fotografia documental, video, design gráfico, música, produção/programação cultural e colabora com vários colectivos e associações culturais, entre os quais o Colectivo Enfarte ou Festival NAA. 
www.cargocollective.com/miguelf 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

17 TOUROS 17 | João Ferreira | escultura 18.00 h 11 Junho 2013

Amanhã às 18.00 h na galeria HISTÓRIA E ARTE, inserido no Festival Casulo da Associação Lagarta temos o prazer de vos convidar para a apresentação duma Escultura de João Ferreira

quinta-feira, 2 de maio de 2013

terça-feira, 2 de abril de 2013

Manuel Santos Maia | alheava_filme | quinta-feira | 21.30 h | Galeria HISTÓRIA E ARTE | Bragança



O filme:
  "Alhear" sugere um estado de alienação, um efeito de desvio, uma ausência de raízes, uma sensação de perda, um sentimento de deslocação. A realidade tratada é a da condição pós-colonial reflectida, por um lado, nas vivências dos portugueses que povoaram as diversas colónias africanas no período anterior ao 25 de Abril e, por outro, na trajectória de vida que estes protagonizaram na sequência do processo de descolonização.
(...)
"alheava_filme" assume o paralelismo entre a vida política e militar e a vida privada. Com um enfoque predominante sobre o palco de guerra revela o facto de militares portugueses que vão combater em África estarem alheados da vida nas colónias e de colonos se encontrarem igualmente alheados das movimentações militares e políticas. Realizado a partir de excertos de filmes feitos pelo pai na província de Nampula, "alheava_filme" contém também a história da família em Moçambique e a caracterização pessoal da própria região. 

Manuel Santos Maia
Nasceu em Nampula, Moçambique. Vive e trabalha no Porto. Licenciado em Artes Plásticas - Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Doutorando do Doutoramento em Artes Plásticas e Artes Visuais “Modos de Conhecimento na Prática Artística Contemporânea” pela Universidade de Vigo.

Expõe regularmente desde 1999.
Em 1999 concebe projecto "alheava" que tem vindo a apresentar até ao presente ano. Contemplando diversas práticas artísticas, como a instalação, a fotografia, a pintura, o vídeo, a performance, o teatro e o som, as várias mostras têm sido apresentadas em diferentes países como Inglaterra, França, Estados Unidos da América, Bélgica, Espanha, Noruega, Macau e Argélia e em diversas cidades nacionais como Porto, Lisboa, Coimbra, Lagos, Oeiras, Guimarães, Braga, Tomar, Cascais, entre outras.
No mais recente projecto "non", idealizado em 2003 e apresentado desde 2006, como no projecto alheava MSM cruza a noção de documento com a experiência individual e familiar, para alcançar uma espécie de “memorabilia” colectiva, enquanto espelho antropológico que nos liga a todos pelo filtro de uma “intimidade documentada”.
Manuel Santos Maia

sexta-feira, 29 de março de 2013

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA


Em Abril o fio condutor dos filmes que apresentamos é o Teatro.
De que forma o cinema representa o teatro?
O Teatro é assim o ponto de partida, é o lugar da interrogação, é o espaço do confronto.
Actores. Máscaras. Personagens. Representação.
A vida é um palco? 
Esperamos que seja do vosso agrado e aguardamos a vossa visita!