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quarta-feira, 5 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Uivo - documentário sobre António Sérgio | 13 Nov | 21.30h | galeria História e Arte (Bragança)
UIVO
documentário sobre António Sérgio
Realizado entre Março e Setembro de 2014, "Uivo" é um documentário sobre a voz de António Sérgio.
Figura de proa da música alternativa em Portugal, António Sérgio nasceu em Benguela no ano de 1950 e desde cedo seguiu as pisadas do pai no universo radiofónico.
Cruzou a Rádio Renascença, Comercial, XFM e Radar, apresentando programas obrigatórios para as gerações atentas como “Som da Frente” (1982-1993), “Lança-Chamas” (1983-1990) ou “A Hora do Lobo” (1997-2007), onde brindava os ouvintes com as novidades sonoras, desde o Pop ao Punk, passando pela World Music e Folk. mas nem só de rádio circundava a vida de António Sérgio. Redigia para a “Música & Som”, “Rock em Portugal”, “Blitz”, etc. e trabalhou no mundo da edição, destacando-se o polémico disco pirata “Punk Rock ‘77”, e o primeiro single dos Xutos & Pontapés, pela sua editora Rotação.
António Sérgio faleceu imprevisivelmente no último dia de Outubro de 2009.
Em “Uivo”, o documentarista Eduardo Morais ("Meio Metro de Pedra"/"Música em Pó") fará um retrato deste divulgador prestando lhe a mais que merecida homenagem. Este documentário conta com a participação de familiares, músicos, colegas e amigos do radialista, nomeadamente Zé Pedro, João David Nunes, Jaime Fernandes, Nuno Galopim, Fernando Ribeiro, Tó Trips, David Ferreira, entre muitos outros.
documentário sobre António Sérgio
Realizado entre Março e Setembro de 2014, "Uivo" é um documentário sobre a voz de António Sérgio.
Figura de proa da música alternativa em Portugal, António Sérgio nasceu em Benguela no ano de 1950 e desde cedo seguiu as pisadas do pai no universo radiofónico.
Cruzou a Rádio Renascença, Comercial, XFM e Radar, apresentando programas obrigatórios para as gerações atentas como “Som da Frente” (1982-1993), “Lança-Chamas” (1983-1990) ou “A Hora do Lobo” (1997-2007), onde brindava os ouvintes com as novidades sonoras, desde o Pop ao Punk, passando pela World Music e Folk. mas nem só de rádio circundava a vida de António Sérgio. Redigia para a “Música & Som”, “Rock em Portugal”, “Blitz”, etc. e trabalhou no mundo da edição, destacando-se o polémico disco pirata “Punk Rock ‘77”, e o primeiro single dos Xutos & Pontapés, pela sua editora Rotação.
António Sérgio faleceu imprevisivelmente no último dia de Outubro de 2009.
Em “Uivo”, o documentarista Eduardo Morais ("Meio Metro de Pedra"/"Música em Pó") fará um retrato deste divulgador prestando lhe a mais que merecida homenagem. Este documentário conta com a participação de familiares, músicos, colegas e amigos do radialista, nomeadamente Zé Pedro, João David Nunes, Jaime Fernandes, Nuno Galopim, Fernando Ribeiro, Tó Trips, David Ferreira, entre muitos outros.
21h30 // 3eur
produção:
Dedos Biónicos
sábado, 27 de setembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | 4 de Out | 17.30 h | Galeria História e Arte | Bragança
Quando há três anos “descobri” José Barrias em Serralves senti um sobressalto na maneira de me relacionar com o trabalho da arte. O efeito, ou o “eco” de tudo o que vi, senti e pensei perdurou em réplicas várias que me fizeram repensar modelos e fronteiras desse trabalho. A contemporânea democracia virtual permitiu-me, desde Bragança, aproximar-me do autor, que vive em Itália, e questioná-lo. A partir desse momento no meu imaginário cartográfico Bragança e Milão ficaram mais próximas e agora é o amplo voo de José Barrias que chega ao nosso telúrico “reino maravilhoso” para selar este ciclo de correspondências, que fica selado mas não fechado…
EN
No dia 4 de Outubro sábado (dia de São Francisco) às 17.30h temos o prazer de apresentar a todos quantos nos quiserem acompanhar as Correspondências de José Barrias na galeria História e Arte, Bragança, contamos com a presença do autor que vem de Itália para brindar connosco!
Agradecemos a vossa visita :)
terça-feira, 23 de setembro de 2014
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | CORRESPONDÊNCIAS | Galeria História e Arte | Bragança
A obra de José Barrias*, “o coleccionador de ecos”, é ampla e plural, subtil e literária, clássica e contemporânea… e porque nos faz sentir e pensar tudo isso pareceu-nos bom trazê-lo ao nosso território. Depois de dois anos de CORRESPONDÊNCIAS agora temos o imenso prazer em as partilhar entre todos os que nos quiserem acompanhar!
*http://www.publico.pt/temas/ jornal/jose-barrias-o- coleccionador-de-ecos-21988088
*http://www.publico.pt/temas/
Fotografia de Antonio Madona
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | Galeria História e Arte | Bragança
QUE HÁ DE NOVO NA CIDADE?
JOSÉ BARRIAS*
Na Galeria História e Arte | Bragança
em OUTUBRO!
*José Barrias (1944) é um artista português residente em Milão que inicia o seu trabalho no início da década de 70, construindo narrativas visuais através do desenho, da pintura, da fotografia e da instalação. A memória íntima articula-se com a memória dos lugares e da História nos seus trabalhos. O tempo como passagem é convocado a partir da acumulação de vestígios e de referências onde a composição visual resulta da convergência das imagens e das histórias. O romance filosófico adquire assim a dimensão de um romance visual. Ou de "quase um romance…”, como diria Barrias, que assume o inacabado como condição da obra aberta que as suas narrativas constituem.
João Fernandes; Serralves 2011
sábado, 16 de agosto de 2014
Do gesto Da palavra | João Ferreira | escultura | 2014
(fotografias cortesia de Manuel Teles)
Calíope esteve cá…
mas, foi-se
A
pluralidade de modelos de comunicação representados ilustra a persistente
vontade de promover o entendimento, bem como, a complexidade que o processo
implica. A palavra, registada em signos gráficos, inscreve-nos na História,
definindo cronologias e estruturando o pensamento. O autor revela-a num rolo metálico
que gira, ao toque, repetindo as palavras como uma roda de orações repete as
mantras. A oração é assumida como forma primeira de comunicação, da proposição
da gramática à retórica, anuncia-se como caminho percorrido em cada palavra
criada e dita. O livro guarda as palavras e o discurso liberta-as no espaço. A esta
perturbadora densidade de linguagens o autor opõe a persistência na escuta,
sugerindo a humildade desejável ao entendimento.
Emilia Nogueiro
sexta-feira, 25 de julho de 2014
GALERIA HISTÓRIA E ARTE | BRAGANÇA | 7 ANOS!
Há sete anos, num dia assim, abríamos pela primeira vez as portas da nossa galeria ao mundo!
Que possamos servir outros sete anos! É o que pedimos por ora E para que isso seja possível agradecemos a todos os nossos colaboradores e a todos quantos nos acompanham por tornarem luminoso este caminho
pormenor do retábulo do Senhor dos Passos Igreja de São Francisco Bragança
domingo, 22 de junho de 2014
Inauguração | Exposição | João Ferreira | sexta dia 27 de Junho | Galeria História e Arte | Bragança
Do gesto
Da palavra
João Ferreira | escultura |
2014
Não se trata de uma visão maniqueísta da realidade, mas de uma narrativa exploratória dos claros-escuros que lhe definem o caminho. A inquietação no prazer de por as mãos a fazer coisas define obstinadamente o processo criativo do João Ferreira, sempre corpóreo, concreto, objectual e enraizado na intemporalidade do gesto.
A persistente vontade de transformar e reutilizar materiais
desprezados supõe mais que uma crítica ao consumo contemporâneo pois assume a
intervenção como acção sobre o objecto que descontextualizado da sua
funcionalidade é interpretado na obra como matéria-prima. A sujeição aos
recursos desaproveitados não constitui por isso uma limitação, sendo até
propiciadora à continuada experimentação plástica que consolida o percurso do
autor.
Simultaneamente a talha das madeiras autóctones evidencia a
força do território que sempre transpira dos materiais naturais que, com as
mãos, João Ferreira transforma. A Nogueira, o Carvalho, o Castanheiro e o Olmo,
compartem o tempo e o espaço que guardam dentro impondo-se na obra como
elemento revelador do diálogo que com o escultor mantêm. É a esse diálogo que o
autor humildemente se entrega na incessante procura da forma comunicante.
A presente mostra dos trabalhos escultóricos do João Ferreira
reúne as obras produzidas nos últimos meses, ocupando as duas salas de
exposição da galeria.
A primeira sala sugere uma visão irónica do quotidiano, um
quotidiano cheio de figuras risíveis no gesto e na atitude. O humor
confronta-nos com clichés e causas com que a diário tropeçamos, assumindo-se
como resposta compensatória à disfuncionalidade que nos acompanha.
A sala interior provoca uma reflexão mais séria, menos
risível e inquestionavelmente mais perturbadora. Todo o espaço nos confronta
com o Verbo entendido como Palavra, Discurso, Comunicação. O autor usa a
oratória ou as novas e velhas tecnologias da comunicação para tentar entender
ou questionar o aparato criado para facilitar a linguagem. Aos modelos de
comunicação sugeridos opõe a persistência na escuta, sugerindo a humildade
desejável ao entendimento.
Emília Nogueiro
terça-feira, 3 de junho de 2014
Marco Costa | caderno de esboços ou a arte desinteressada | palestra | galeria HISTÓRIA E ARTE | 04 de Junho 2014 | 17.30h
Viva!
É com muito gosto que convidamos para assistir à palestra de Marco Costa "caderno de esboços ou a arte desinteressada" articulada com a presente exposição individual dos diários gráficos do autor "entre o desenho e o coração".
Amanhã, quarta-feira dia 04 de Junho às 17.30
Agradecemos a vossa presença :)
domingo, 25 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Exposição Individual | Marco Costa | Entre o Desenho e o Coração | 17.30 | 08 de Maio 2014 | Galeria História e Arte | Bragança
EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL | DIÁRIOS GRÁFICOS
Sobre a exposição
Os diários gráficos do Marco Costa têm mais desenhos que dias. Esta ânsia experimental pela plasticidade do desenho seduz-nos a espreitar o quotidiano registado nos quase vinte cadernos expostos. Se bem que, na verdade, as obras não estejam expostas, mas, partilhadas, e na condição de serem exploradas devagarinho, porque são diários pessoais e, enquanto tal, têm sempre algo de secreto, que intima o observador à cuidadosa invasão do privado.
Os diários gráficos do Marco Costa têm mais desenhos que dias. Esta ânsia experimental pela plasticidade do desenho seduz-nos a espreitar o quotidiano registado nos quase vinte cadernos expostos. Se bem que, na verdade, as obras não estejam expostas, mas, partilhadas, e na condição de serem exploradas devagarinho, porque são diários pessoais e, enquanto tal, têm sempre algo de secreto, que intima o observador à cuidadosa invasão do privado.
Às
vezes são quase pequenas narrativas, contos, descontinuados e reunidos em
conjunto apenas porque o formato do caderno assim os obriga.
O
suporte é o fólio, em cadernos de formatos variados, desde o caderno de notas
de bolso com folhas brancas ou quadriculadas, a caderno de argolas, e/
ou em cadernos resgatados e reutilizados. Todos estão intensamente preenchidos
do princípio ao fim.
Acompanham
o desenho, colagens e assemblagens de bilhetes e etiquetas, excertos de textos
e comentários que traçam o quotidiano do autor desde 2009 até ao presente. Mas
é o interior do processo criativo e exploratório do desenho que propicia a intimidade
da descoberta das centenas de registos de detalhes anatómicos, do rosto e mãos
em gestos bruscos ou suaves; figuras públicas e privadas, em silhuetas isoladas
ou em grupos alvoroçados. A figura humana na pluralidade de movimentos, formas,
atitudes e expressões é o elemento mais amplamente explorado nos exercícios das
potencialidades do desenho, e dos materiais, também eles plurais com predomínio
da grafite, do carvão e das esferográficas. As linhas curvas dos corpos
contrastam com as formas concretas das letras e números, tramas e padrões e uma
imensa variedade de objectos do quotidiano que emergem nas atentas composições
que o autor, mais que uma vez por dia, regista.
O
conjunto de desenhos do Marco Costa agora exibidos comove pelo virtuosismo no
domínio das técnicas, mas, sobretudo pela constante prática e experimentação, pela
continuada inquietação por ver e descrever.
Emília
Nogueiro
Sobre o autor:
Sobre o autor:
Marco António Costa
Vila Nova de Gaia, 1978;
Licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP);
Mestre em Arte Multimédia pela FBAUP;
Doutorando em Arte e Design pela FBAUP;
Docente do Departamento de Artes Visuais da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança;
Membro do Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade (I2ADS);
Participou, desde 2001 em mais de 90 eventos expositivos ligados ao Design, Artes Plásticas e Multimédia.
domingo, 4 de maio de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Exposição Colectiva | 17.30 | 10 de Abril 2014 | Galeria História e Arte | Bragança
SANTA MORTE
Reflexos viáticos da irrepetibilidade dos Passos
Colectiva de
Miguel Moreira e SilvaDesde o gesto de deposição de ocre sobre os corpos dos mortos no paleolítico até às esculturas fúnebres dos cemitérios oitocentistas a prática artística parece ter estado sempre próxima do grande mistério – A Morte.
No entanto,
contemporaneamente, a pressão do tabu é inevitável, constrangem as ideias metafísicas
que o envolvem e o âmbito de estudo científico, demográfico, filosófico ou literário
apesar de paliativo na desmontagem metodológica do medo, separa abissalmente a
Morte do cidadão comum e da linguagem do quotidiano. Para melhor entender a
narrativa criada na presente mostra colectiva, encontramos amparo nas palavras
de Philippe Ariès: A atitude antiga, em
que a morte é simultaneamente familiar, próxima e atenuada, indiferente,
opõe-se muito à nossa, em que a morte provoca medo, a ponto de nem ousarmos
dizer-lhe o nome (…) Uma nova forma de pudor exige que se oculte o que outrora
era necessário expor ou mesmo simular: o desgosto (…) A morte deixou de ser o
lugar da tomada de consciência do indivíduo e hoje não é mais do que o inverso
do que é visto, conhecido, falado…
A presente exposição
regista o próximo e o diferente numa perspectiva colectiva que se pretende
propiciadora à fraterna comunhão da nossa condição de mortais de irrepetíveis passos.
Não se pretende fomentar o simples prazer da transgressão explorando um tema
tabu mas sim comunicar inquietações comuns. Eventualmente, não fugindo aos
paradigmas contemporâneos, poder-se-á suscitar, ou melhor, partilhar a dúvida.
Os autores
representados, João Ferreira-Janjã, Manuel Teles e Miguel Moreira e
Silva, não só partilham o
mesmo tempo mas também o espaço – interior transmontano. O contexto de fraca
densidade populacional, abandono, e envelhecimento é inquestionavelmente
revelador da original transversalidade do tema que emerge espontâneo nas
diferentes práticas artísticas dos autores agora reunidos nesta exposição.
Emília Nogueiro
domingo, 6 de abril de 2014
sábado, 8 de março de 2014
Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA
Viva!
Na primeira sessão de Março comemoramos o 1º aniversário* dos ciclos de Cinema. Às segundas!! :) com a projecção do filme O Emigrante (1917) de Charlie Chaplin, 25 min.
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
Cumprimentos e votos de boa semana!
* e queremos brindar a muitos aniversários convosco!
domingo, 2 de fevereiro de 2014
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