domingo, 19 de janeiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA
Estamos de volta com um novo ciclo de Cinema. Às segundas.
Sugerimos aos nossos cinéfilos que escolhessem um filme para partilhar connosco.
O ciclo de Janeiro reflecte a Escolha do público. O primeiro filme é a escolha de Helena Genésio: Cinema Paraiso (1988) - Nuovo Cinema Paradiso; de Giuseppe Tornatore. 155 min.
sábado, 21 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Inauguração | INÊS PAULINO | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 11 Dezembro 2013
Galeria HISTÓRIA E ARTE | inauguração 16h | 11 Dezembro 2013
Sobre a autora:
Sobre a autora:
Nasceu em Alcobaça em 1958. Estudou Direito na Universidade de Coimbra, é licenciada em Pintura pela Escola Superior de Tecnologias Artísticas de Coimbra, ARCA-ESTAC.
Sócia do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra desde 1981 exerceu funções diretivas conjuntamente com Túlia Saldanha e Alberto Carneiro até 1989. Hoje exerce funções de docência na área da Educação Visual. Expõe regularmente desde 1983.
Sobre a exposição:
Subtilezas é a palavra com que Inês Paulino nos convida a entrar nos trabalhos agora expostos na galeria História e Arte. Nas aguarelas, sobre o amplo fundo branco, o desenho sugere espaços oníricos de cores cheias e vibrantes em composições melódicas. Ritmadas figuras suspensas no vazio juntam-se em caligrafias pictóricas com linhas sinuosas em delicadas formas de contornos bem definidos.Nas pinturas a óleo a densidade das figuras toma volume e os fundos ganham espaço intensificando a melodia ritmada pelas cores brilhantes. EN
sábado, 7 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
domingo, 10 de novembro de 2013
João Ferreira | escultura | Melhores dias virão... oxalá!
Casa da Cultura de Vila Pouca de Aguiar | Outubro de 2013
“Melhores dias virão… Oxalá!” é o título da série de esculturas de João Ferreira em exposição na Casa da Cultura de Vila Pouca de Aguiar de 31 de Outubro até 24 Novembro.
O diálogo entre materiais orgânicos e inorgânicos, madeiras e materiais metálicos, permite ao autor explorar a plasticidade da inquietante fronteira que existe entre ambos. Os materiais orgânicos assumem linhas suaves, amplas e onduladas volumetrias expondo a fraterna empatia por tudo o que na continuidade se degrada. Enquanto os materiais inorgânicos imprimem os ângulos agudos, os vértices e as rupturas que dinamizam o diálogo sensitivo.
A colecção de objectos escultóricos do João Ferreira agora exibida revela nos temas o desassossego da condição do indivíduo mas que é forçosamente também desassossego social. As obras imersas em intensas interpretações iconográficas evocam a força simbólica do objecto como se a obra autentificasse a alegoria simbolizada, quase como se de arte sacra se tratasse.
No percurso sugerido somos confrontados com temíveis alimárias e vorazes pragas todas conjugados para intemporalmente nos atormentarem. A palavra “Oxalá” agora introduzida no título lança a promessa, a esperança, que o autor nos evoca com a representação de um acto devocional.
Emília Nogueiro
domingo, 3 de novembro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Inauguração | ANNA LUIZA MAGALHÃES | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 10 OUT | 17.30
Terreno da Ilusão
Sobre a exposição:
O Terreno da Ilusão é o espaço
que a Anna Luiza nos propõe descobrir com os onze trabalhos expostos, quatro gravuras em
metal e sete monotipias.
O caminho que nos insinua é intensamente emocional, em nós, com ela e pela
mão das suas personagens. As figuras derivam de tons térreos e escuros delicadamente
modelados por manchas de luz que celebram a fantasia evocada. Instalados na
ambiguidade da sombra iluminada é o traço fino e expressivo que nos orienta o
olhar pelos signos e sinais, caligrafias claras e escondidas que nos envolvem
no engano dos sentidos. Já no território da ilusão instaura-se o desafio com as
personagens que nos confrontam evocando nos olhares dramáticos a aparente
linguagem das emoções. EN
Sobre a autora:
Anna
Luiza Magalhães
Anna Luiza Magalhães, brasileira, natural de Belo Horizonte. Graduada em Artes Visuais
pela Universidade Federal de Minas Gerais e em Design de Moda pela Universidade
FUMEC. Sua formação foi complementada por uma mobilidade acadêmica de 1 ano no
IPB em Bragança, Portugal. Desde 2012,
faz parte do Coletivo Carimbo, em Belo Horizonte, desenvolvendo projetos,
pesquisas e oficinas artísticas. É também sócia e designer no Estúdio Biscoito
Maria. Já participou
de algumas exposições individuais e coletivas, inclusive, de uma pequena mostra
individual de seus trabalhos no Teatro Municipal de Bragança, em junho de 2012.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Património e Astronomia
Muito gratos por colaborar mais uma vez com o programa de Ciência Viva no Verão
Decorreu durante a tarde e noite no Castelo de Bragança (no passado dia 27 de Julho).
Compreendeu a observação do Sol do planeta Saturno, enxames de estrelas, nebulosas de planetas, o triângulo de verão, assim como diversas constelações.
Decorreu durante a tarde e noite no Castelo de Bragança (no passado dia 27 de Julho).
Compreendeu a observação do Sol do planeta Saturno, enxames de estrelas, nebulosas de planetas, o triângulo de verão, assim como diversas constelações.
fotografia e informação: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10151827447029974.1073741900.195628014973&type=1
quinta-feira, 11 de julho de 2013
A Batalha de Tabatô | um filme de JOÃO VIANA | dia 19 de julho | 21.30h
http://www.abatalhadetabato.com/pt_home.html
SINOPSE
Há 4500 anos, enquanto tu fazias a tua guerra, criámos a agricultura.
Há 2000 anos, enquanto tu fazias a tua guerra, criámos a boa governação dos reinos.
Há 1000 anos, enquanto tu fazias a tua guerra, criámos o chão do reggae e do jazz.
Hoje, perante a tua guerra, criaremos contigo a tua paz.
Há 2000 anos, enquanto tu fazias a tua guerra, criámos a boa governação dos reinos.
Há 1000 anos, enquanto tu fazias a tua guerra, criámos o chão do reggae e do jazz.
Hoje, perante a tua guerra, criaremos contigo a tua paz.
Para a maior parte das pessoas a Guiné é apenas o terceiro país mais pobre do mundo.
E, no entanto, passa-se algo de extraordinário em TABATÔ, uma aldeia situada no interior da Guiné: lá, todos os seus habitantes são, desde há 500 anos, músicos djidius. Eles são cantores-poetas hereditários cujas canções de louvor e contos e lendas representam um papel fundamental na vida musical de África. É ali que vive o djidiu Mutar Djebate, chefe dos 300 melhores balafonistas* do mundo.
E, no entanto, passa-se algo de extraordinário em TABATÔ, uma aldeia situada no interior da Guiné: lá, todos os seus habitantes são, desde há 500 anos, músicos djidius. Eles são cantores-poetas hereditários cujas canções de louvor e contos e lendas representam um papel fundamental na vida musical de África. É ali que vive o djidiu Mutar Djebate, chefe dos 300 melhores balafonistas* do mundo.
O filme é uma metáfora da situação presente na Guiné Bissau e localiza-se algures entre o abismo da guerra e a existência desta aldeia musical chamado Tabatô. Conta a história pessoal e dramática de BAIO (Djidiu e ex-soldado mandinga ao serviço dos Portugueses) que regressa à Guiné Bissau, à sua aldeia natal de Tabatô, trinta e sete anos após o fim da guerra colonial, para assistir ao casamento da sua filha FATU com o filho do chefe da aldeia, IDRISSA DJABATÉ, um músico emergente na Guiné Bissau.
*Balafon é um xilofone de madeira com cabaças por baixo
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Encuentros 3 - Colectiva de criadores holandeses, portugueses y zamoranos
Exposição Internacional
Encuentros 3 - Colectiva de criadores holandeses, portugueses y zamoranos
Lugar: sala de la Encarnación , Diputación Provincial
Plaza Viriato sin número Zamora España
desde el 3 de julio hasta el 19 de julio de 2013
A Galeria HISTÓRIA E ARTE colabora com trabalhos em AGUARELA de Ferreira de Palácios; ESCULTURA de João Ferreira, e ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA de Ana Guimarães Ferreira
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Inauguração 14 de junho | 18 h | HÁ DE UNICÓRNIOS | exposição de artes visuais | MIGUEL F
HÁ DE UNICÓRNIOS E OUTROS FRAGMENTOS [exposição de artes visuais]
Nas palavras do Filipe Miranda, artista e responsável pela Galeria Sment, no trabalho do Miguel ʻcabem mil poemas e mais umas quantas imagens poéticas, fruto de um traço pessoal, humano e que não se esgota nesse fechar de uma visão única e intransmissível. Pelo contrário. Muitas dessas imagens, invenções artísticas e temas - que para os olhos dos distraídos, vítimas de um estar burguês, parecem sofrer de um anacronismo - vão de encontro à acção política e à intervenção social, uma preocupação constante do artista, não só como artista, mas também como ser participativo. E aí continua o pessoal, mas não o intransmissível; arte que se oferece de si para si, pelos outros e através dos outros. Arte humana e social, de corpo inteiro.ʼ
Há de Unicórnios reúne trabalhos produzidos maioritariamente em 2013, recuperando outros da anterior exposição individual O.U.T!. Partimos daqui: Tudo é política. Será este o último cliché bem intencionado. O outro deve ser o amor, não é?
MIGUEL F
Miguel F. (1983) vive actualmente em Barcelos. Desde cedo tomou contacto com as artes, por influência da Mãe e dos amigos lá da rua. Estudou Produção Artística no Instituto Politécnico de Bragança. Como artista visual desenvolve um trabalho multidisciplinar, esteticamente em mutação e frequentemente centrado em problemáticas sociais. Desde 2006 tem participado em várias exposições e festivais de arte, em Portugal, Espanha, Grécia,
Itália e Bélgica.
Desenvolve também trabalho nas áreas da fotografia documental, video, design gráfico, música, produção/programação cultural e colabora com vários colectivos e associações culturais, entre os quais o Colectivo Enfarte ou Festival NAA.
www.cargocollective.com/miguelf
segunda-feira, 10 de junho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
Manuel Santos Maia | alheava_filme | quinta-feira | 21.30 h | Galeria HISTÓRIA E ARTE | Bragança
O filme:
"Alhear" sugere um estado de alienação, um efeito de desvio, uma
ausência de raízes, uma sensação de perda, um sentimento de deslocação. A
realidade tratada é a da condição pós-colonial reflectida, por um lado, nas
vivências dos portugueses que povoaram as diversas colónias africanas no
período anterior ao 25 de Abril e, por outro, na trajectória de vida que estes
protagonizaram na sequência do processo de descolonização.
(...)
"alheava_filme" assume o paralelismo entre a vida política e militar e a vida privada. Com um enfoque predominante sobre o palco de guerra revela o facto de militares portugueses que vão combater em África estarem alheados da vida nas colónias e de colonos se encontrarem igualmente alheados das movimentações militares e políticas. Realizado a partir de excertos de filmes feitos pelo pai na província de Nampula, "alheava_filme" contém também a história da família em Moçambique e a caracterização pessoal da própria região.
"alheava_filme" assume o paralelismo entre a vida política e militar e a vida privada. Com um enfoque predominante sobre o palco de guerra revela o facto de militares portugueses que vão combater em África estarem alheados da vida nas colónias e de colonos se encontrarem igualmente alheados das movimentações militares e políticas. Realizado a partir de excertos de filmes feitos pelo pai na província de Nampula, "alheava_filme" contém também a história da família em Moçambique e a caracterização pessoal da própria região.
Manuel Santos Maia
Nasceu em Nampula, Moçambique. Vive e trabalha no Porto. Licenciado em Artes Plásticas - Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Doutorando do Doutoramento em Artes Plásticas e Artes Visuais “Modos de Conhecimento na Prática Artística Contemporânea” pela Universidade de Vigo.
Expõe regularmente desde 1999.
Em 1999 concebe projecto "alheava" que tem vindo a apresentar até ao presente ano. Contemplando diversas práticas artísticas, como a instalação, a fotografia, a pintura, o vídeo, a performance, o teatro e o som, as várias mostras têm sido apresentadas em diferentes países como Inglaterra, França, Estados Unidos da América, Bélgica, Espanha, Noruega, Macau e Argélia e em diversas cidades nacionais como Porto, Lisboa, Coimbra, Lagos, Oeiras, Guimarães, Braga, Tomar, Cascais, entre outras.
No mais recente projecto "non", idealizado em 2003 e apresentado desde 2006, como no projecto alheava MSM cruza a noção de documento com a experiência individual e familiar, para alcançar uma espécie de “memorabilia” colectiva, enquanto espelho antropológico que nos liga a todos pelo filtro de uma “intimidade documentada”.
Manuel Santos Maia
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