domingo, 18 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Exposição Individual | Marco Costa | Entre o Desenho e o Coração | 17.30 | 08 de Maio 2014 | Galeria História e Arte | Bragança
EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL | DIÁRIOS GRÁFICOS
Sobre a exposição
Os diários gráficos do Marco Costa têm mais desenhos que dias. Esta ânsia experimental pela plasticidade do desenho seduz-nos a espreitar o quotidiano registado nos quase vinte cadernos expostos. Se bem que, na verdade, as obras não estejam expostas, mas, partilhadas, e na condição de serem exploradas devagarinho, porque são diários pessoais e, enquanto tal, têm sempre algo de secreto, que intima o observador à cuidadosa invasão do privado.
Os diários gráficos do Marco Costa têm mais desenhos que dias. Esta ânsia experimental pela plasticidade do desenho seduz-nos a espreitar o quotidiano registado nos quase vinte cadernos expostos. Se bem que, na verdade, as obras não estejam expostas, mas, partilhadas, e na condição de serem exploradas devagarinho, porque são diários pessoais e, enquanto tal, têm sempre algo de secreto, que intima o observador à cuidadosa invasão do privado.
Às
vezes são quase pequenas narrativas, contos, descontinuados e reunidos em
conjunto apenas porque o formato do caderno assim os obriga.
O
suporte é o fólio, em cadernos de formatos variados, desde o caderno de notas
de bolso com folhas brancas ou quadriculadas, a caderno de argolas, e/
ou em cadernos resgatados e reutilizados. Todos estão intensamente preenchidos
do princípio ao fim.
Acompanham
o desenho, colagens e assemblagens de bilhetes e etiquetas, excertos de textos
e comentários que traçam o quotidiano do autor desde 2009 até ao presente. Mas
é o interior do processo criativo e exploratório do desenho que propicia a intimidade
da descoberta das centenas de registos de detalhes anatómicos, do rosto e mãos
em gestos bruscos ou suaves; figuras públicas e privadas, em silhuetas isoladas
ou em grupos alvoroçados. A figura humana na pluralidade de movimentos, formas,
atitudes e expressões é o elemento mais amplamente explorado nos exercícios das
potencialidades do desenho, e dos materiais, também eles plurais com predomínio
da grafite, do carvão e das esferográficas. As linhas curvas dos corpos
contrastam com as formas concretas das letras e números, tramas e padrões e uma
imensa variedade de objectos do quotidiano que emergem nas atentas composições
que o autor, mais que uma vez por dia, regista.
O
conjunto de desenhos do Marco Costa agora exibidos comove pelo virtuosismo no
domínio das técnicas, mas, sobretudo pela constante prática e experimentação, pela
continuada inquietação por ver e descrever.
Emília
Nogueiro
Sobre o autor:
Sobre o autor:
Marco António Costa
Vila Nova de Gaia, 1978;
Licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP);
Mestre em Arte Multimédia pela FBAUP;
Doutorando em Arte e Design pela FBAUP;
Docente do Departamento de Artes Visuais da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança;
Membro do Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade (I2ADS);
Participou, desde 2001 em mais de 90 eventos expositivos ligados ao Design, Artes Plásticas e Multimédia.
domingo, 4 de maio de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Exposição Colectiva | 17.30 | 10 de Abril 2014 | Galeria História e Arte | Bragança
SANTA MORTE
Reflexos viáticos da irrepetibilidade dos Passos
Colectiva de
Miguel Moreira e SilvaDesde o gesto de deposição de ocre sobre os corpos dos mortos no paleolítico até às esculturas fúnebres dos cemitérios oitocentistas a prática artística parece ter estado sempre próxima do grande mistério – A Morte.
No entanto,
contemporaneamente, a pressão do tabu é inevitável, constrangem as ideias metafísicas
que o envolvem e o âmbito de estudo científico, demográfico, filosófico ou literário
apesar de paliativo na desmontagem metodológica do medo, separa abissalmente a
Morte do cidadão comum e da linguagem do quotidiano. Para melhor entender a
narrativa criada na presente mostra colectiva, encontramos amparo nas palavras
de Philippe Ariès: A atitude antiga, em
que a morte é simultaneamente familiar, próxima e atenuada, indiferente,
opõe-se muito à nossa, em que a morte provoca medo, a ponto de nem ousarmos
dizer-lhe o nome (…) Uma nova forma de pudor exige que se oculte o que outrora
era necessário expor ou mesmo simular: o desgosto (…) A morte deixou de ser o
lugar da tomada de consciência do indivíduo e hoje não é mais do que o inverso
do que é visto, conhecido, falado…
A presente exposição
regista o próximo e o diferente numa perspectiva colectiva que se pretende
propiciadora à fraterna comunhão da nossa condição de mortais de irrepetíveis passos.
Não se pretende fomentar o simples prazer da transgressão explorando um tema
tabu mas sim comunicar inquietações comuns. Eventualmente, não fugindo aos
paradigmas contemporâneos, poder-se-á suscitar, ou melhor, partilhar a dúvida.
Os autores
representados, João Ferreira-Janjã, Manuel Teles e Miguel Moreira e
Silva, não só partilham o
mesmo tempo mas também o espaço – interior transmontano. O contexto de fraca
densidade populacional, abandono, e envelhecimento é inquestionavelmente
revelador da original transversalidade do tema que emerge espontâneo nas
diferentes práticas artísticas dos autores agora reunidos nesta exposição.
Emília Nogueiro
domingo, 6 de abril de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
O caminho da imaginária: Rota franciscana no território de Trás-os-Montes
Seminário
Território s, Sociedades e Culturas em Tempos de Mudança
Centro de Estudos Ibéricos | 21 e 22 de Março | Guarda
sábado, 8 de março de 2014
Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA
Viva!
Na primeira sessão de Março comemoramos o 1º aniversário* dos ciclos de Cinema. Às segundas!! :) com a projecção do filme O Emigrante (1917) de Charlie Chaplin, 25 min.
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
Cumprimentos e votos de boa semana!
* e queremos brindar a muitos aniversários convosco!
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
VISITAS GUIADAS AO PATRIMÓNIO HISTÓRICO DE BRAGANÇA
Desde 2007 que a partir do espaço História e Arte promovemos Percursos orientados pelo Património Histórico de Bragança (religioso, civil, militar...) Para o recomeço da época de passeios temos novos estudos feitos e muita vontade de os partilhar!
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA
No ciclo de Janeiro - A Escolha do público, o filme de segunda-feira dia 27 é a escolha de Carlos Gonçalves: Tekkon Kinkreet (2006); de Michael Arias 103 min.
Tekkon Kinkreet é um conto urbano contemporâneo baseado numa manga (banda desenhada japonesa) original de Taiyo Matsumoto cuja ação decorre num antigo e decrépito bairro de uma metrópole asiática imaginária chamada Takaramachi (Cidade do Tesouro). Aqui seguimos a luta quotidiana de dois órfãos, Kuro (Negro) e Shiro (Branco), meninos de rua quais "capitães da areia", para manter esta zona livre da yakuza (máfia japonesa) bem como de outros gangs concorrentes. Como irmãos, protejem-se mutuamente apesar de terem personalidades opostas: Negro é violento e impulsivo enquanto Branco é sonhador, criativo e, de alguma forma, inocente.
Um dia, a Cidade do Tesouro é alvo do interesse imobiliário de empresários sem escrúpulos que, sem olhar a meios nem a valores, a pretendem terraplanar para construir um parque temático obtendo assim lucros astronómicos. Kuro e Shiro vão enfrentar os seus maiores adversários até à data e isto vai levá-los à catarse dos seus demónios interiores. Quem vencerá?
Realizado por Michael Arias, Tekkon Kinkreet é o primeiro filme de anime (animação japonesa) a ser realizado por um ocidental e teve a produção entregue aos dois melhores estúdios desta arte no Japão, o Studio 4C responsável pela animação, e o Studio Ghibli responsável pelos luxuriantes cenários. A banda sonora é da responsabilidade do prestigiado duo inglês Plaid e que mereceu a edição de um álbum próprio.
Esta é animação adulta (seinen anime) que foi estreada no Japão em 23/12/2006; já nos EUA foi exibida pela primeira vez no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) a 25/04/2007 e desde aí tem conquistado prémios um pouco por todo mundo. Em Bragança, será exibida publicamente pela primeira vez na Galeria História e Arte a 27/01/2014.
Tekkon Kinkreet é um conto urbano contemporâneo baseado numa manga (banda desenhada japonesa) original de Taiyo Matsumoto cuja ação decorre num antigo e decrépito bairro de uma metrópole asiática imaginária chamada Takaramachi (Cidade do Tesouro). Aqui seguimos a luta quotidiana de dois órfãos, Kuro (Negro) e Shiro (Branco), meninos de rua quais "capitães da areia", para manter esta zona livre da yakuza (máfia japonesa) bem como de outros gangs concorrentes. Como irmãos, protejem-se mutuamente apesar de terem personalidades opostas: Negro é violento e impulsivo enquanto Branco é sonhador, criativo e, de alguma forma, inocente.
Um dia, a Cidade do Tesouro é alvo do interesse imobiliário de empresários sem escrúpulos que, sem olhar a meios nem a valores, a pretendem terraplanar para construir um parque temático obtendo assim lucros astronómicos. Kuro e Shiro vão enfrentar os seus maiores adversários até à data e isto vai levá-los à catarse dos seus demónios interiores. Quem vencerá?
Realizado por Michael Arias, Tekkon Kinkreet é o primeiro filme de anime (animação japonesa) a ser realizado por um ocidental e teve a produção entregue aos dois melhores estúdios desta arte no Japão, o Studio 4C responsável pela animação, e o Studio Ghibli responsável pelos luxuriantes cenários. A banda sonora é da responsabilidade do prestigiado duo inglês Plaid e que mereceu a edição de um álbum próprio.
Esta é animação adulta (seinen anime) que foi estreada no Japão em 23/12/2006; já nos EUA foi exibida pela primeira vez no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) a 25/04/2007 e desde aí tem conquistado prémios um pouco por todo mundo. Em Bragança, será exibida publicamente pela primeira vez na Galeria História e Arte a 27/01/2014.
Carlos Gonçalves
domingo, 19 de janeiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA
Estamos de volta com um novo ciclo de Cinema. Às segundas.
Sugerimos aos nossos cinéfilos que escolhessem um filme para partilhar connosco.
O ciclo de Janeiro reflecte a Escolha do público. O primeiro filme é a escolha de Helena Genésio: Cinema Paraiso (1988) - Nuovo Cinema Paradiso; de Giuseppe Tornatore. 155 min.
sábado, 21 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Inauguração | INÊS PAULINO | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 11 Dezembro 2013
Galeria HISTÓRIA E ARTE | inauguração 16h | 11 Dezembro 2013
Sobre a autora:
Sobre a autora:
Nasceu em Alcobaça em 1958. Estudou Direito na Universidade de Coimbra, é licenciada em Pintura pela Escola Superior de Tecnologias Artísticas de Coimbra, ARCA-ESTAC.
Sócia do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra desde 1981 exerceu funções diretivas conjuntamente com Túlia Saldanha e Alberto Carneiro até 1989. Hoje exerce funções de docência na área da Educação Visual. Expõe regularmente desde 1983.
Sobre a exposição:
Subtilezas é a palavra com que Inês Paulino nos convida a entrar nos trabalhos agora expostos na galeria História e Arte. Nas aguarelas, sobre o amplo fundo branco, o desenho sugere espaços oníricos de cores cheias e vibrantes em composições melódicas. Ritmadas figuras suspensas no vazio juntam-se em caligrafias pictóricas com linhas sinuosas em delicadas formas de contornos bem definidos.Nas pinturas a óleo a densidade das figuras toma volume e os fundos ganham espaço intensificando a melodia ritmada pelas cores brilhantes. EN
sábado, 7 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
domingo, 10 de novembro de 2013
João Ferreira | escultura | Melhores dias virão... oxalá!
Casa da Cultura de Vila Pouca de Aguiar | Outubro de 2013
“Melhores dias virão… Oxalá!” é o título da série de esculturas de João Ferreira em exposição na Casa da Cultura de Vila Pouca de Aguiar de 31 de Outubro até 24 Novembro.
O diálogo entre materiais orgânicos e inorgânicos, madeiras e materiais metálicos, permite ao autor explorar a plasticidade da inquietante fronteira que existe entre ambos. Os materiais orgânicos assumem linhas suaves, amplas e onduladas volumetrias expondo a fraterna empatia por tudo o que na continuidade se degrada. Enquanto os materiais inorgânicos imprimem os ângulos agudos, os vértices e as rupturas que dinamizam o diálogo sensitivo.
A colecção de objectos escultóricos do João Ferreira agora exibida revela nos temas o desassossego da condição do indivíduo mas que é forçosamente também desassossego social. As obras imersas em intensas interpretações iconográficas evocam a força simbólica do objecto como se a obra autentificasse a alegoria simbolizada, quase como se de arte sacra se tratasse.
No percurso sugerido somos confrontados com temíveis alimárias e vorazes pragas todas conjugados para intemporalmente nos atormentarem. A palavra “Oxalá” agora introduzida no título lança a promessa, a esperança, que o autor nos evoca com a representação de um acto devocional.
Emília Nogueiro
domingo, 3 de novembro de 2013
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