domingo, 14 de junho de 2015
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Inauguração | Graça Morais | Metamorfoses | 16 de Abril | 17.30h | Galeria HISTÓRIA E ARTE | Bragança
A pintura e o desenho de Graça Morais chega sob o titulo “Metamorfoses” às paredes da nossa galeria - História e Arte, em Bragança.
O imaginário da autora é parte da corrente que constrói e explora a nossa identidade a partir do entendimento emocional. A sua origem em Trás-os-Montes permite-nos, a quantos partilhamos o mesmo espaço, apropriarmo-nos dessa linguagem. Sabendo porém, que não fala só a transmontanos, mas a todos.
As figuras e as cenas que cria ampliam e aprofundam a relação com o espaço, com o território, naquilo que dele fica em nós. Os picos, garras, patas e chifres entram nas figuras humanas e aproximam-nas de um biocentrismo perdido, primitivo e antigo, anterior ao antropocentrismo do Livro e à divisão entre biologia e cultura. E aí a sua voz é plural, nessa metamorfose bestial e instintiva entra toda a humanidade, de todos os espaços e tempos.
A esperança opera-se na interdependência que se assume na vulnerabilidade partilhada. Os gritos e os gestos saem da narrativa para evocar a resiliência, perante os medos comuns, que pacifica a natureza das figuras, e a nossa ao comtemplá-las.
Emília Nogueiro
domingo, 12 de abril de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Jovens Promessas | Galeria História e Arte | Bragança | 17 de Janeiro a 3 de Abril 2015 | catálogo digital
Cinco creadores, profesores de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, y a pesar de eso, artistas y amigos, que se juntan para celebrar que el paso del tiempo no ha podido ni con ellos ni con lo que son.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Jovens Promessas | Galeria História e Arte | Bragança | 17 de Janeiro a 3 de Abril 2015

No dia 17 de Janeiro, às 17.00h, temos o imenso
prazer de partilhar com todos quantos nos quiserem acompanhar, a
exposição colectiva:
Jovens Promessas
Hemisfério Norte
Tardios divertimentos de Outono em Bragança
Coomonte
Lorenzo González
Arturo Martínez
Teresa Sarto
Eusebio San Blanco
Contamos com a presença dos autores que
vêm de Espanha para brindar connosco!
Agradecemos a vossa visita :)
Até lá!
um bocadinho da
HISTÓRIA DA EXPOSIÇÃO
Por Elena Vicente Mínguez
HISTÓRIA DA EXPOSIÇÃO
Por Elena Vicente Mínguez
....Cinco creadores, profesores de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, y a pesar de eso, artistas y amigos, que se juntan para celebrar que el paso del tiempo no ha podido ni con ellos ni con lo que son....
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Cinema | Estreia | A Terra dos Carecas | de Bernardo Rao | 11 de Janeiro | 21.00h | galeria HISTORIA E ARTE Bragança
Bernie Rao chega da Nova-Zelândia para nos musicar ao vivo a sua obra de ficção. O filme (90 minutos) chama-se “A Terra dos Carecas” e é um misto de comédia negra, sátira social e drama distópico. A história passa-se na Nova Zelândia, num futuro próximo, e a narrativa gira à volta de uma lei polémica e radical que o primeiro-ministro neozelandês faz passar sem explicação, tornando a calvície num crime grave. Um grupo de homens calvos parte em busca de um mítico lugar escondido numa reserva natural, onde os carecas ainda podem viver em liberdade. Mas a Guarda Capilar está no seu encalço...
BRsegunda-feira, 22 de dezembro de 2014
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | CORRESPONDÊNCIAS | Galeria História e Arte | Bragança
quase a despedir-nos da exposição de
JOSÉ BARRIAS | CORRESPONDÊNCIAS
Galeria História e Arte | Bragança
... e já estamos com saudades
Galeria História e Arte | Bragança
... e já estamos com saudades
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Uivo - documentário sobre António Sérgio | 13 Nov | 21.30h | galeria História e Arte (Bragança)
UIVO
documentário sobre António Sérgio
Realizado entre Março e Setembro de 2014, "Uivo" é um documentário sobre a voz de António Sérgio.
Figura de proa da música alternativa em Portugal, António Sérgio nasceu em Benguela no ano de 1950 e desde cedo seguiu as pisadas do pai no universo radiofónico.
Cruzou a Rádio Renascença, Comercial, XFM e Radar, apresentando programas obrigatórios para as gerações atentas como “Som da Frente” (1982-1993), “Lança-Chamas” (1983-1990) ou “A Hora do Lobo” (1997-2007), onde brindava os ouvintes com as novidades sonoras, desde o Pop ao Punk, passando pela World Music e Folk. mas nem só de rádio circundava a vida de António Sérgio. Redigia para a “Música & Som”, “Rock em Portugal”, “Blitz”, etc. e trabalhou no mundo da edição, destacando-se o polémico disco pirata “Punk Rock ‘77”, e o primeiro single dos Xutos & Pontapés, pela sua editora Rotação.
António Sérgio faleceu imprevisivelmente no último dia de Outubro de 2009.
Em “Uivo”, o documentarista Eduardo Morais ("Meio Metro de Pedra"/"Música em Pó") fará um retrato deste divulgador prestando lhe a mais que merecida homenagem. Este documentário conta com a participação de familiares, músicos, colegas e amigos do radialista, nomeadamente Zé Pedro, João David Nunes, Jaime Fernandes, Nuno Galopim, Fernando Ribeiro, Tó Trips, David Ferreira, entre muitos outros.
documentário sobre António Sérgio
Realizado entre Março e Setembro de 2014, "Uivo" é um documentário sobre a voz de António Sérgio.
Figura de proa da música alternativa em Portugal, António Sérgio nasceu em Benguela no ano de 1950 e desde cedo seguiu as pisadas do pai no universo radiofónico.
Cruzou a Rádio Renascença, Comercial, XFM e Radar, apresentando programas obrigatórios para as gerações atentas como “Som da Frente” (1982-1993), “Lança-Chamas” (1983-1990) ou “A Hora do Lobo” (1997-2007), onde brindava os ouvintes com as novidades sonoras, desde o Pop ao Punk, passando pela World Music e Folk. mas nem só de rádio circundava a vida de António Sérgio. Redigia para a “Música & Som”, “Rock em Portugal”, “Blitz”, etc. e trabalhou no mundo da edição, destacando-se o polémico disco pirata “Punk Rock ‘77”, e o primeiro single dos Xutos & Pontapés, pela sua editora Rotação.
António Sérgio faleceu imprevisivelmente no último dia de Outubro de 2009.
Em “Uivo”, o documentarista Eduardo Morais ("Meio Metro de Pedra"/"Música em Pó") fará um retrato deste divulgador prestando lhe a mais que merecida homenagem. Este documentário conta com a participação de familiares, músicos, colegas e amigos do radialista, nomeadamente Zé Pedro, João David Nunes, Jaime Fernandes, Nuno Galopim, Fernando Ribeiro, Tó Trips, David Ferreira, entre muitos outros.
21h30 // 3eur
produção:
Dedos Biónicos
sábado, 27 de setembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | 4 de Out | 17.30 h | Galeria História e Arte | Bragança
Quando há três anos “descobri” José Barrias em Serralves senti um sobressalto na maneira de me relacionar com o trabalho da arte. O efeito, ou o “eco” de tudo o que vi, senti e pensei perdurou em réplicas várias que me fizeram repensar modelos e fronteiras desse trabalho. A contemporânea democracia virtual permitiu-me, desde Bragança, aproximar-me do autor, que vive em Itália, e questioná-lo. A partir desse momento no meu imaginário cartográfico Bragança e Milão ficaram mais próximas e agora é o amplo voo de José Barrias que chega ao nosso telúrico “reino maravilhoso” para selar este ciclo de correspondências, que fica selado mas não fechado…
EN
No dia 4 de Outubro sábado (dia de São Francisco) às 17.30h temos o prazer de apresentar a todos quantos nos quiserem acompanhar as Correspondências de José Barrias na galeria História e Arte, Bragança, contamos com a presença do autor que vem de Itália para brindar connosco!
Agradecemos a vossa visita :)
terça-feira, 23 de setembro de 2014
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | CORRESPONDÊNCIAS | Galeria História e Arte | Bragança
A obra de José Barrias*, “o coleccionador de ecos”, é ampla e plural, subtil e literária, clássica e contemporânea… e porque nos faz sentir e pensar tudo isso pareceu-nos bom trazê-lo ao nosso território. Depois de dois anos de CORRESPONDÊNCIAS agora temos o imenso prazer em as partilhar entre todos os que nos quiserem acompanhar!
*http://www.publico.pt/temas/ jornal/jose-barrias-o- coleccionador-de-ecos-21988088
*http://www.publico.pt/temas/
Fotografia de Antonio Madona
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | Galeria História e Arte | Bragança
QUE HÁ DE NOVO NA CIDADE?
JOSÉ BARRIAS*
Na Galeria História e Arte | Bragança
em OUTUBRO!
*José Barrias (1944) é um artista português residente em Milão que inicia o seu trabalho no início da década de 70, construindo narrativas visuais através do desenho, da pintura, da fotografia e da instalação. A memória íntima articula-se com a memória dos lugares e da História nos seus trabalhos. O tempo como passagem é convocado a partir da acumulação de vestígios e de referências onde a composição visual resulta da convergência das imagens e das histórias. O romance filosófico adquire assim a dimensão de um romance visual. Ou de "quase um romance…”, como diria Barrias, que assume o inacabado como condição da obra aberta que as suas narrativas constituem.
João Fernandes; Serralves 2011
sábado, 16 de agosto de 2014
Do gesto Da palavra | João Ferreira | escultura | 2014
(fotografias cortesia de Manuel Teles)
Calíope esteve cá…
mas, foi-se
A
pluralidade de modelos de comunicação representados ilustra a persistente
vontade de promover o entendimento, bem como, a complexidade que o processo
implica. A palavra, registada em signos gráficos, inscreve-nos na História,
definindo cronologias e estruturando o pensamento. O autor revela-a num rolo metálico
que gira, ao toque, repetindo as palavras como uma roda de orações repete as
mantras. A oração é assumida como forma primeira de comunicação, da proposição
da gramática à retórica, anuncia-se como caminho percorrido em cada palavra
criada e dita. O livro guarda as palavras e o discurso liberta-as no espaço. A esta
perturbadora densidade de linguagens o autor opõe a persistência na escuta,
sugerindo a humildade desejável ao entendimento.
Emilia Nogueiro
sexta-feira, 25 de julho de 2014
GALERIA HISTÓRIA E ARTE | BRAGANÇA | 7 ANOS!
Há sete anos, num dia assim, abríamos pela primeira vez as portas da nossa galeria ao mundo!
Que possamos servir outros sete anos! É o que pedimos por ora E para que isso seja possível agradecemos a todos os nossos colaboradores e a todos quantos nos acompanham por tornarem luminoso este caminho
pormenor do retábulo do Senhor dos Passos Igreja de São Francisco Bragança
sábado, 19 de julho de 2014
Observação Astronómica no Castelo de Bragança
Em colaboração com
Ciência Viva no Verão
Edição de 2014
Ciência Viva no Verão
Edição de 2014
Amanhã Património e Astronomia! das 15h às 17h e das 21h às 24h no castelo de Bragança. A participação é gratuita!
domingo, 22 de junho de 2014
Inauguração | Exposição | João Ferreira | sexta dia 27 de Junho | Galeria História e Arte | Bragança
Do gesto
Da palavra
João Ferreira | escultura |
2014
Não se trata de uma visão maniqueísta da realidade, mas de uma narrativa exploratória dos claros-escuros que lhe definem o caminho. A inquietação no prazer de por as mãos a fazer coisas define obstinadamente o processo criativo do João Ferreira, sempre corpóreo, concreto, objectual e enraizado na intemporalidade do gesto.
A persistente vontade de transformar e reutilizar materiais
desprezados supõe mais que uma crítica ao consumo contemporâneo pois assume a
intervenção como acção sobre o objecto que descontextualizado da sua
funcionalidade é interpretado na obra como matéria-prima. A sujeição aos
recursos desaproveitados não constitui por isso uma limitação, sendo até
propiciadora à continuada experimentação plástica que consolida o percurso do
autor.
Simultaneamente a talha das madeiras autóctones evidencia a
força do território que sempre transpira dos materiais naturais que, com as
mãos, João Ferreira transforma. A Nogueira, o Carvalho, o Castanheiro e o Olmo,
compartem o tempo e o espaço que guardam dentro impondo-se na obra como
elemento revelador do diálogo que com o escultor mantêm. É a esse diálogo que o
autor humildemente se entrega na incessante procura da forma comunicante.
A presente mostra dos trabalhos escultóricos do João Ferreira
reúne as obras produzidas nos últimos meses, ocupando as duas salas de
exposição da galeria.
A primeira sala sugere uma visão irónica do quotidiano, um
quotidiano cheio de figuras risíveis no gesto e na atitude. O humor
confronta-nos com clichés e causas com que a diário tropeçamos, assumindo-se
como resposta compensatória à disfuncionalidade que nos acompanha.
A sala interior provoca uma reflexão mais séria, menos
risível e inquestionavelmente mais perturbadora. Todo o espaço nos confronta
com o Verbo entendido como Palavra, Discurso, Comunicação. O autor usa a
oratória ou as novas e velhas tecnologias da comunicação para tentar entender
ou questionar o aparato criado para facilitar a linguagem. Aos modelos de
comunicação sugeridos opõe a persistência na escuta, sugerindo a humildade
desejável ao entendimento.
Emília Nogueiro
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