quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Boas Festas e Bom Ano Novo!
Menino Jesus Salvador do Mundo (pormenor)
Oficina espanhola; madeira policromada; finais do XVII \
primeiro quartel do século XVIII; Sacristia da Igreja de São Francisco, Bragança.
Julgamos
que esta imagem seria originalmente do mosteiro das monjas beneditinas
e poder-se-á tratar do "Menino Fosquinho" que Borges, José Cardoso, Memórias de Bragança, (1721-1724) referiu. Borges descreveu os vários milagres que o "Menino Fosquinho" operou. O primeiro milagre manifestou-se na escultura do Menino Deus, que “sendo de escultura tosca e andava pelas
mãos das meninas com o nome de fosquinho, se fez tão formoso que rouba os
corações a sua vista”. A capela do "Menino Fosquinho" estava na cerca do mosteiro de Santa Escolástica que já não existe. Atualmente de todo o complexo monástico beneditino resta apenas a igreja.
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Maria Adelina Sousa | Fotografia | Galeria História e Arte Bragança | Inauguração 29 Outubro 17.00h
Névoa
Maria Adelina Sousa |
Fotografia
Galeria História e Arte |
Outubro de 2015
Sobre a exposição:
Névoa | exposição de
fotografia
A Névoa envolve a cidade invisível criada nas
narrativas visuais de Maria Adelina Sousa.
A cidade histórica, densa, carregada de memórias
e de tantas vidas, dissipa-se em névoa e partilha os mesmos nublosos contornos
dos seus cidadãos. O tempo das imagens é a noite e o escuro quase negro do céu é
cortado pela alegre jovialidade da luz artificial que dança em sugestivas linhas
curvas entre o edificado e os seus herdeiros. A luz, a Névoa, o passado e o
diário, a cidade e os cidadãos compartem o mesmo sonho que Maria Adelina Sousa criou.
A escassa presença de figura humana lembra a morte anunciada pela
desertificação das cidades periféricas que definham. Mas os transeuntes que caminham
pela vida que Maria Adelina registou, nunca vão sozinhos e contenta-nos ver e
sentir a promessa nas relações dos gestos captados.
A fotografia é usada pela autora como registo
poético da permanente busca na alteridade, no território, na paisagem, no
detalhe natural e transformado, de um espaço de comunhão inscrito em linguagem
individual, mas aberto a todos os olhos.
Sobre a autora:
Maria
Adelina Sousa – Nasce em 3 de Março de 1948, em Bragança. Vive e trabalha em
Leiria desde 1970. Inicia o seu percurso na fotografia em 1993, desenvolvendo e
participando em diversos projectos individuais e colectivos.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
terça-feira, 8 de setembro de 2015
OS AUTO-RETRATOS E A BOA GESTÃO DAS FONTES DOCUMENTAIS DO FUTURO :)
(imagem adaptada a partir de um auto-retrato de Helena Almeida e de um escrito anónimo registado na página de facebook "O que diz Lisboa)
É urgente libertar os historiadores do futuro da pressão das biografias de um sem número de “individualidades” cujo registo corpóreo (integral ou parcial, a preto e branco e a cores, artístico ou quotidiano) nos inunda a diário os monitores e se não paramos já acredito que irão inevitavelmente ocupar os futuros arquivos e museus (pelo menos no nosso pequeno país). Que me desculpem os fãs das “selfies” mas a mania transformou-se numa maldição! O tempo estival é propício à contemplação e o corpo humano é uma maravilha! Suponho que estes lugares comuns são mais ou menos indiscutíveis. Mas a publicação da relação individual com o espelho que o auto-retrato supõe sugere-me outras inquietações… talvez a mais difícil de desmontar seja provocada pelo abissal contraste entre o dramático cenário que nos envolve enquanto colectivo e o individual encantamento embevecido que a esmagadora maioria dos auto-retratos “espelha”?! Como é possível? Como é que se consegue tanta auto-satisfação? Não será pernicioso estarmos a assoberbar-nos de nós próprios? Não pretendo entrar em questões claramente anacrónicas sobre vícios e virtudes mas desde quando é que a vaidade passou para o lado bom? Na interpretação do fenómeno tentei outras justificações que ultrapassem a simples vaidade individual e me ajudem a entender esta obsessão contemporânea. Pensei na solidão, na vontade de agradar, no auto-conhecimento e até em práticas terapêuticas (que em auto-retrato pretensamente artístico substituí por processos catárticos). Todas estas justificações serão melhor desculpa para este fenómeno que a vaidade mas mesmo assim parecem-me pretextos curtos para tanta e tão variada auto-representação…
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domingo, 14 de junho de 2015
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Inauguração | Graça Morais | Metamorfoses | 16 de Abril | 17.30h | Galeria HISTÓRIA E ARTE | Bragança
A pintura e o desenho de Graça Morais chega sob o titulo “Metamorfoses” às paredes da nossa galeria - História e Arte, em Bragança.
O imaginário da autora é parte da corrente que constrói e explora a nossa identidade a partir do entendimento emocional. A sua origem em Trás-os-Montes permite-nos, a quantos partilhamos o mesmo espaço, apropriarmo-nos dessa linguagem. Sabendo porém, que não fala só a transmontanos, mas a todos.
As figuras e as cenas que cria ampliam e aprofundam a relação com o espaço, com o território, naquilo que dele fica em nós. Os picos, garras, patas e chifres entram nas figuras humanas e aproximam-nas de um biocentrismo perdido, primitivo e antigo, anterior ao antropocentrismo do Livro e à divisão entre biologia e cultura. E aí a sua voz é plural, nessa metamorfose bestial e instintiva entra toda a humanidade, de todos os espaços e tempos.
A esperança opera-se na interdependência que se assume na vulnerabilidade partilhada. Os gritos e os gestos saem da narrativa para evocar a resiliência, perante os medos comuns, que pacifica a natureza das figuras, e a nossa ao comtemplá-las.
Emília Nogueiro
domingo, 12 de abril de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Jovens Promessas | Galeria História e Arte | Bragança | 17 de Janeiro a 3 de Abril 2015 | catálogo digital
Cinco creadores, profesores de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, y a pesar de eso, artistas y amigos, que se juntan para celebrar que el paso del tiempo no ha podido ni con ellos ni con lo que son.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Jovens Promessas | Galeria História e Arte | Bragança | 17 de Janeiro a 3 de Abril 2015

No dia 17 de Janeiro, às 17.00h, temos o imenso
prazer de partilhar com todos quantos nos quiserem acompanhar, a
exposição colectiva:
Jovens Promessas
Hemisfério Norte
Tardios divertimentos de Outono em Bragança
Coomonte
Lorenzo González
Arturo Martínez
Teresa Sarto
Eusebio San Blanco
Contamos com a presença dos autores que
vêm de Espanha para brindar connosco!
Agradecemos a vossa visita :)
Até lá!
um bocadinho da
HISTÓRIA DA EXPOSIÇÃO
Por Elena Vicente Mínguez
HISTÓRIA DA EXPOSIÇÃO
Por Elena Vicente Mínguez
....Cinco creadores, profesores de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, y a pesar de eso, artistas y amigos, que se juntan para celebrar que el paso del tiempo no ha podido ni con ellos ni con lo que son....
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Cinema | Estreia | A Terra dos Carecas | de Bernardo Rao | 11 de Janeiro | 21.00h | galeria HISTORIA E ARTE Bragança
Bernie Rao chega da Nova-Zelândia para nos musicar ao vivo a sua obra de ficção. O filme (90 minutos) chama-se “A Terra dos Carecas” e é um misto de comédia negra, sátira social e drama distópico. A história passa-se na Nova Zelândia, num futuro próximo, e a narrativa gira à volta de uma lei polémica e radical que o primeiro-ministro neozelandês faz passar sem explicação, tornando a calvície num crime grave. Um grupo de homens calvos parte em busca de um mítico lugar escondido numa reserva natural, onde os carecas ainda podem viver em liberdade. Mas a Guarda Capilar está no seu encalço...
BRsegunda-feira, 22 de dezembro de 2014
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | CORRESPONDÊNCIAS | Galeria História e Arte | Bragança
quase a despedir-nos da exposição de
JOSÉ BARRIAS | CORRESPONDÊNCIAS
Galeria História e Arte | Bragança
... e já estamos com saudades
Galeria História e Arte | Bragança
... e já estamos com saudades
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Uivo - documentário sobre António Sérgio | 13 Nov | 21.30h | galeria História e Arte (Bragança)
UIVO
documentário sobre António Sérgio
Realizado entre Março e Setembro de 2014, "Uivo" é um documentário sobre a voz de António Sérgio.
Figura de proa da música alternativa em Portugal, António Sérgio nasceu em Benguela no ano de 1950 e desde cedo seguiu as pisadas do pai no universo radiofónico.
Cruzou a Rádio Renascença, Comercial, XFM e Radar, apresentando programas obrigatórios para as gerações atentas como “Som da Frente” (1982-1993), “Lança-Chamas” (1983-1990) ou “A Hora do Lobo” (1997-2007), onde brindava os ouvintes com as novidades sonoras, desde o Pop ao Punk, passando pela World Music e Folk. mas nem só de rádio circundava a vida de António Sérgio. Redigia para a “Música & Som”, “Rock em Portugal”, “Blitz”, etc. e trabalhou no mundo da edição, destacando-se o polémico disco pirata “Punk Rock ‘77”, e o primeiro single dos Xutos & Pontapés, pela sua editora Rotação.
António Sérgio faleceu imprevisivelmente no último dia de Outubro de 2009.
Em “Uivo”, o documentarista Eduardo Morais ("Meio Metro de Pedra"/"Música em Pó") fará um retrato deste divulgador prestando lhe a mais que merecida homenagem. Este documentário conta com a participação de familiares, músicos, colegas e amigos do radialista, nomeadamente Zé Pedro, João David Nunes, Jaime Fernandes, Nuno Galopim, Fernando Ribeiro, Tó Trips, David Ferreira, entre muitos outros.
documentário sobre António Sérgio
Realizado entre Março e Setembro de 2014, "Uivo" é um documentário sobre a voz de António Sérgio.
Figura de proa da música alternativa em Portugal, António Sérgio nasceu em Benguela no ano de 1950 e desde cedo seguiu as pisadas do pai no universo radiofónico.
Cruzou a Rádio Renascença, Comercial, XFM e Radar, apresentando programas obrigatórios para as gerações atentas como “Som da Frente” (1982-1993), “Lança-Chamas” (1983-1990) ou “A Hora do Lobo” (1997-2007), onde brindava os ouvintes com as novidades sonoras, desde o Pop ao Punk, passando pela World Music e Folk. mas nem só de rádio circundava a vida de António Sérgio. Redigia para a “Música & Som”, “Rock em Portugal”, “Blitz”, etc. e trabalhou no mundo da edição, destacando-se o polémico disco pirata “Punk Rock ‘77”, e o primeiro single dos Xutos & Pontapés, pela sua editora Rotação.
António Sérgio faleceu imprevisivelmente no último dia de Outubro de 2009.
Em “Uivo”, o documentarista Eduardo Morais ("Meio Metro de Pedra"/"Música em Pó") fará um retrato deste divulgador prestando lhe a mais que merecida homenagem. Este documentário conta com a participação de familiares, músicos, colegas e amigos do radialista, nomeadamente Zé Pedro, João David Nunes, Jaime Fernandes, Nuno Galopim, Fernando Ribeiro, Tó Trips, David Ferreira, entre muitos outros.
21h30 // 3eur
produção:
Dedos Biónicos
sábado, 27 de setembro de 2014
JOSÉ BARRIAS | 4 de Out | 17.30 h | Galeria História e Arte | Bragança
Quando há três anos “descobri” José Barrias em Serralves senti um sobressalto na maneira de me relacionar com o trabalho da arte. O efeito, ou o “eco” de tudo o que vi, senti e pensei perdurou em réplicas várias que me fizeram repensar modelos e fronteiras desse trabalho. A contemporânea democracia virtual permitiu-me, desde Bragança, aproximar-me do autor, que vive em Itália, e questioná-lo. A partir desse momento no meu imaginário cartográfico Bragança e Milão ficaram mais próximas e agora é o amplo voo de José Barrias que chega ao nosso telúrico “reino maravilhoso” para selar este ciclo de correspondências, que fica selado mas não fechado…
EN
No dia 4 de Outubro sábado (dia de São Francisco) às 17.30h temos o prazer de apresentar a todos quantos nos quiserem acompanhar as Correspondências de José Barrias na galeria História e Arte, Bragança, contamos com a presença do autor que vem de Itália para brindar connosco!
Agradecemos a vossa visita :)
terça-feira, 23 de setembro de 2014
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
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