sábado, 19 de Julho de 2014

Observação Astronómica no Castelo de Bragança

Em colaboração com
Ciência Viva no Verão
Edição de 2014 
Amanhã Património e Astronomia!  das 15h às 17h e das 21h às 24h no castelo de Bragança. A participação é gratuita!


domingo, 22 de Junho de 2014

Inauguração | Exposição | João Ferreira | sexta dia 27 de Junho | Galeria História e Arte | Bragança


Do gesto
Da palavra
João Ferreira | escultura | 2014

 Não se trata de uma visão maniqueísta da realidade, mas de uma narrativa exploratória dos claros-escuros que lhe definem o caminho. A inquietação no prazer de por as mãos a fazer coisas define obstinadamente o processo criativo do João Ferreira, sempre corpóreo, concreto, objectual e enraizado na intemporalidade do gesto.
A persistente vontade de transformar e reutilizar materiais desprezados supõe mais que uma crítica ao consumo contemporâneo pois assume a intervenção como acção sobre o objecto que descontextualizado da sua funcionalidade é interpretado na obra como matéria-prima. A sujeição aos recursos desaproveitados não constitui por isso uma limitação, sendo até propiciadora à continuada experimentação plástica que consolida o percurso do autor.
Simultaneamente a talha das madeiras autóctones evidencia a força do território que sempre transpira dos materiais naturais que, com as mãos, João Ferreira transforma. A Nogueira, o Carvalho, o Castanheiro e o Olmo, compartem o tempo e o espaço que guardam dentro impondo-se na obra como elemento revelador do diálogo que com o escultor mantêm. É a esse diálogo que o autor humildemente se entrega na incessante procura da forma comunicante.
A presente mostra dos trabalhos escultóricos do João Ferreira reúne as obras produzidas nos últimos meses, ocupando as duas salas de exposição da galeria.
A primeira sala sugere uma visão irónica do quotidiano, um quotidiano cheio de figuras risíveis no gesto e na atitude. O humor confronta-nos com clichés e causas com que a diário tropeçamos, assumindo-se como resposta compensatória à disfuncionalidade que nos acompanha.
A sala interior provoca uma reflexão mais séria, menos risível e inquestionavelmente mais perturbadora. Todo o espaço nos confronta com o Verbo entendido como Palavra, Discurso, Comunicação. O autor usa a oratória ou as novas e velhas tecnologias da comunicação para tentar entender ou questionar o aparato criado para facilitar a linguagem. Aos modelos de comunicação sugeridos opõe a persistência na escuta, sugerindo a humildade desejável ao entendimento.
Emília Nogueiro

terça-feira, 3 de Junho de 2014

Marco Costa | caderno de esboços ou a arte desinteressada | palestra | galeria HISTÓRIA E ARTE | 04 de Junho 2014 | 17.30h

Viva!
É com muito gosto que convidamos para assistir à palestra de Marco Costa "caderno de esboços ou a arte desinteressada" articulada com a presente exposição individual dos diários gráficos do autor "entre o desenho e o coração".
Amanhã, quarta-feira dia 04 de Junho às 17.30
Agradecemos a vossa presença :)



domingo, 25 de Maio de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA

Na sessão de 26 de Maio, a última antes da pausa estival, projectamos o filme - Doutor fausto (1967) de Richard Burton e Nevill Coghill, 93 min.
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
O "Cinema. Às Segundas" na Galeria HISTÓRIA E ARTE estará de volta em Setembro :)



domingo, 18 de Maio de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA


Na sessão de 19 de Maio projectamos o filme - A visita (1964) de Bernhard Wicki, 96 min
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita! Cumprimentos e votos de boa semana!





terça-feira, 6 de Maio de 2014

Exposição Individual | Marco Costa | Entre o Desenho e o Coração | 17.30 | 08 de Maio 2014 | Galeria História e Arte | Bragança


Marco Costa | Entre o Desenho e o Coração
EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL | DIÁRIOS GRÁFICOS

Sobre a exposição
Os diários gráficos do Marco Costa têm mais desenhos que dias. Esta ânsia experimental pela plasticidade do desenho seduz-nos a espreitar o quotidiano registado nos quase vinte cadernos expostos. Se bem que, na verdade, as obras não estejam expostas, mas, partilhadas, e na condição de serem exploradas devagarinho, porque são diários pessoais e, enquanto tal, têm sempre algo de secreto, que intima o observador à cuidadosa invasão do privado.
Às vezes são quase pequenas narrativas, contos, descontinuados e reunidos em conjunto apenas porque o formato do caderno assim os obriga.
O suporte é o fólio, em cadernos de formatos variados, desde o caderno de notas de bolso com folhas brancas ou quadriculadas, a caderno de argolas, e/ ou em cadernos resgatados e reutilizados. Todos estão intensamente preenchidos do princípio ao fim.
Acompanham o desenho, colagens e assemblagens de bilhetes e etiquetas, excertos de textos e comentários que traçam o quotidiano do autor desde 2009 até ao presente. Mas é o interior do processo criativo e exploratório do desenho que propicia a intimidade da descoberta das centenas de registos de detalhes anatómicos, do rosto e mãos em gestos bruscos ou suaves; figuras públicas e privadas, em silhuetas isoladas ou em grupos alvoroçados. A figura humana na pluralidade de movimentos, formas, atitudes e expressões é o elemento mais amplamente explorado nos exercícios das potencialidades do desenho, e dos materiais, também eles plurais com predomínio da grafite, do carvão e das esferográficas. As linhas curvas dos corpos contrastam com as formas concretas das letras e números, tramas e padrões e uma imensa variedade de objectos do quotidiano que emergem nas atentas composições que o autor, mais que uma vez por dia, regista.
O conjunto de desenhos do Marco Costa agora exibidos comove pelo virtuosismo no domínio das técnicas, mas, sobretudo pela constante prática e experimentação, pela continuada inquietação por ver e descrever.
Emília Nogueiro

Sobre o autor:
Marco António Costa
Vila Nova de Gaia, 1978;
Licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP);
Mestre em Arte Multimédia pela FBAUP;
Doutorando em Arte e Design pela FBAUP;
Docente do Departamento de Artes Visuais da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança;
Membro do Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade (I2ADS);
Participou, desde 2001 em mais de 90 eventos expositivos ligados ao Design, Artes Plásticas e Multimédia.

domingo, 4 de Maio de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA




























Na sessão de 5 de Maio projectamos o filme - Medeia (1969) de Pier Paolo Pasolini, 110 min
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
Cumprimentos e votos de boa semana!

domingo, 27 de Abril de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA


Na sessão de 28 de Abril projectamos o filme - César deve morrer (2012) de Paolo e Vittorio Taviani, 76 min.
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!

segunda-feira, 7 de Abril de 2014

Exposição Colectiva | 17.30 | 10 de Abril 2014 | Galeria História e Arte | Bragança

SANTA MORTE
Reflexos viáticos da irrepetibilidade dos Passos
Colectiva de 
Miguel Moreira e Silva








































Desde o gesto de deposição de ocre sobre os corpos dos mortos no paleolítico até às esculturas fúnebres dos cemitérios oitocentistas a prática artística parece ter estado sempre próxima do grande mistério – A Morte.
No entanto, contemporaneamente, a pressão do tabu é inevitável, constrangem as ideias metafísicas que o envolvem e o âmbito de estudo científico, demográfico, filosófico ou literário apesar de paliativo na desmontagem metodológica do medo, separa abissalmente a Morte do cidadão comum e da linguagem do quotidiano. Para melhor entender a narrativa criada na presente mostra colectiva, encontramos amparo nas palavras de Philippe Ariès: A atitude antiga, em que a morte é simultaneamente familiar, próxima e atenuada, indiferente, opõe-se muito à nossa, em que a morte provoca medo, a ponto de nem ousarmos dizer-lhe o nome (…) Uma nova forma de pudor exige que se oculte o que outrora era necessário expor ou mesmo simular: o desgosto (…) A morte deixou de ser o lugar da tomada de consciência do indivíduo e hoje não é mais do que o inverso do que é visto, conhecido, falado…
A presente exposição regista o próximo e o diferente numa perspectiva colectiva que se pretende propiciadora à fraterna comunhão da nossa condição de mortais de irrepetíveis passos. Não se pretende fomentar o simples prazer da transgressão explorando um tema tabu mas sim comunicar inquietações comuns. Eventualmente, não fugindo aos paradigmas contemporâneos, poder-se-á suscitar, ou melhor, partilhar a dúvida.
Os autores representados, João Ferreira-Janjã, Manuel Teles e Miguel Moreira e Silva, não só partilham o mesmo tempo mas também o espaço – interior transmontano. O contexto de fraca densidade populacional, abandono, e envelhecimento é inquestionavelmente revelador da original transversalidade do tema que emerge espontâneo nas diferentes práticas artísticas dos autores agora reunidos nesta exposição.
Emília Nogueiro 

domingo, 6 de Abril de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA

Na sessão de 7 de Abril projectamos o filme  Édipo Rei (1967) de Pier Paolo Pasolini, 104 min
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
Cumprimentos e votos de boa semana!



























ps. Respeitamos a pausa da Páscoa nas sessões de Cinema, retomaremos a programação dia 28 de Abril.

quarta-feira, 19 de Março de 2014

sábado, 8 de Março de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA


Viva!
Na primeira sessão de Março comemoramos o 1º aniversário* dos ciclos de Cinema. Às segundas!! :) com a projecção do filme O Emigrante (1917) de Charlie Chaplin, 25 min.
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
Cumprimentos e votos de boa semana!

* e queremos brindar a muitos aniversários convosco!

quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014

Workshop de Máscaras | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 1 e 2 de Março | BRAGANÇA



Workshop de Máscaras
orientado por Miguel Moreira e Silva
Dia 01 de Março 14 | 20h | A máscara; aspectos históricos, etnográficos e artísticos. Modelagem e execução da máscara
Dia 02 de Março 14 | 20h | Técnicas decorativas aplicadas sobre o modelado.
Inscrição: 60 € com os materiais incluídos

quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014

VISITAS GUIADAS AO PATRIMÓNIO HISTÓRICO DE BRAGANÇA


Desde 2007 que a partir do espaço História e Arte promovemos Percursos orientados pelo Património Histórico de Bragança (religioso, civil, militar...) Para o recomeço da época de passeios temos novos estudos feitos e muita vontade de os partilhar! 

sexta-feira, 24 de Janeiro de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA

No ciclo de Janeiro - A Escolha do público, o filme de segunda-feira dia 27 é a escolha de Carlos Gonçalves: Tekkon Kinkreet (2006); de Michael Arias 103 min. 



Tekkon Kinkreet é um conto urbano contemporâneo baseado numa manga (banda desenhada japonesa) original de Taiyo Matsumoto cuja ação decorre num antigo e decrépito bairro de uma metrópole asiática imaginária chamada Takaramachi (Cidade do Tesouro). Aqui seguimos a luta quotidiana de dois órfãos, Kuro (Negro) e Shiro (Branco), meninos de rua quais "capitães da areia", para manter esta zona livre da yakuza (máfia japonesa) bem como de outros gangs concorrentes. Como irmãos, protejem-se mutuamente apesar de terem personalidades opostas: Negro é violento e impulsivo enquanto Branco é sonhador, criativo e, de alguma forma, inocente.

Um dia, a Cidade do Tesouro é alvo do interesse imobiliário de empresários sem escrúpulos que, sem olhar a meios nem a valores, a pretendem terraplanar para construir um parque temático obtendo assim lucros astronómicos. Kuro e Shiro vão enfrentar os seus maiores adversários até à data e isto vai levá-los à catarse dos seus demónios interiores. Quem vencerá?

Realizado por Michael Arias, Tekkon Kinkreet é o primeiro filme de anime (animação japonesa) a ser realizado por um ocidental e teve a produção entregue aos dois melhores estúdios desta arte no Japão, o Studio 4C responsável pela animação, e o Studio Ghibli responsável pelos luxuriantes cenários. A banda sonora é da responsabilidade do prestigiado duo inglês Plaid e que mereceu a edição de um álbum próprio.
Esta é animação adulta (seinen anime) que foi estreada no Japão em 23/12/2006; já nos EUA foi exibida pela primeira vez no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) a 25/04/2007 e desde aí tem conquistado prémios um pouco por todo mundo. Em Bragança, será exibida publicamente pela primeira vez na Galeria História e Arte a 27/01/2014.
Carlos Gonçalves

domingo, 19 de Janeiro de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA



No ciclo de Janeiro - A Escolha do público, o filme de segunda-feira dia 20 é a escolha de Jorge Vaz Pires: Olhos Negros (1987); de Nikita Mikhalkov. 117 min. 
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
Cumprimentos e votos de boa semana! 

sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA


Estamos de volta com um novo ciclo de Cinema. Às segundas. 
Sugerimos aos nossos cinéfilos que escolhessem um filme para partilhar connosco.
O ciclo de Janeiro reflecte a Escolha do público. O primeiro filme é a escolha de Helena Genésio: Cinema Paraiso (1988) - Nuovo Cinema Paradiso; de Giuseppe Tornatore. 155 min. 

sábado, 21 de Dezembro de 2013

Feliz Natal e Bom Ano

pormenor de uma escultura de roca representando Nossa Senhora (Igreja de São Francisco - Mogadouro)

terça-feira, 10 de Dezembro de 2013

Inauguração | INÊS PAULINO | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 11 Dezembro 2013



Galeria HISTÓRIA E ARTE | inauguração 16h | 11 Dezembro 2013
Sobre a autora:
Nasceu em Alcobaça em 1958. Estudou Direito na Universidade de Coimbra, é licenciada em Pintura pela Escola Superior de Tecnologias Artísticas de Coimbra, ARCA-ESTAC.

Sócia do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra desde 1981 exerceu funções diretivas conjuntamente com Túlia Saldanha e Alberto Carneiro até 1989. Hoje exerce funções de docência na área da Educação Visual. Expõe regularmente desde 1983.

Sobre a exposição:

Subtilezas é a palavra com que Inês Paulino nos convida a entrar nos trabalhos agora expostos na galeria História e Arte. Nas aguarelas, sobre o amplo fundo branco, o desenho sugere espaços oníricos de cores cheias e vibrantes em composições melódicas. Ritmadas figuras suspensas no vazio juntam-se em caligrafias pictóricas com linhas sinuosas em delicadas formas de contornos bem definidos.Nas pinturas a óleo a densidade das figuras toma volume e os fundos ganham espaço intensificando a melodia ritmada pelas cores brilhantes. EN