sexta-feira, 25 de Julho de 2014

GALERIA HISTÓRIA E ARTE | BRAGANÇA | 7 ANOS!

Há sete anos, num dia assim, abríamos pela primeira vez as portas da nossa galeria ao mundo!  
Que possamos servir outros sete anos! É o que pedimos por ora  E para que isso seja possível agradecemos a todos os nossos colaboradores e a todos quantos nos acompanham por tornarem luminoso este caminho  




 pormenor do retábulo do Senhor dos Passos Igreja de São Francisco Bragança

sábado, 19 de Julho de 2014

Observação Astronómica no Castelo de Bragança

Em colaboração com
Ciência Viva no Verão
Edição de 2014 
Amanhã Património e Astronomia!  das 15h às 17h e das 21h às 24h no castelo de Bragança. A participação é gratuita!


domingo, 22 de Junho de 2014

Inauguração | Exposição | João Ferreira | sexta dia 27 de Junho | Galeria História e Arte | Bragança


Do gesto
Da palavra
João Ferreira | escultura | 2014

 Não se trata de uma visão maniqueísta da realidade, mas de uma narrativa exploratória dos claros-escuros que lhe definem o caminho. A inquietação no prazer de por as mãos a fazer coisas define obstinadamente o processo criativo do João Ferreira, sempre corpóreo, concreto, objectual e enraizado na intemporalidade do gesto.
A persistente vontade de transformar e reutilizar materiais desprezados supõe mais que uma crítica ao consumo contemporâneo pois assume a intervenção como acção sobre o objecto que descontextualizado da sua funcionalidade é interpretado na obra como matéria-prima. A sujeição aos recursos desaproveitados não constitui por isso uma limitação, sendo até propiciadora à continuada experimentação plástica que consolida o percurso do autor.
Simultaneamente a talha das madeiras autóctones evidencia a força do território que sempre transpira dos materiais naturais que, com as mãos, João Ferreira transforma. A Nogueira, o Carvalho, o Castanheiro e o Olmo, compartem o tempo e o espaço que guardam dentro impondo-se na obra como elemento revelador do diálogo que com o escultor mantêm. É a esse diálogo que o autor humildemente se entrega na incessante procura da forma comunicante.
A presente mostra dos trabalhos escultóricos do João Ferreira reúne as obras produzidas nos últimos meses, ocupando as duas salas de exposição da galeria.
A primeira sala sugere uma visão irónica do quotidiano, um quotidiano cheio de figuras risíveis no gesto e na atitude. O humor confronta-nos com clichés e causas com que a diário tropeçamos, assumindo-se como resposta compensatória à disfuncionalidade que nos acompanha.
A sala interior provoca uma reflexão mais séria, menos risível e inquestionavelmente mais perturbadora. Todo o espaço nos confronta com o Verbo entendido como Palavra, Discurso, Comunicação. O autor usa a oratória ou as novas e velhas tecnologias da comunicação para tentar entender ou questionar o aparato criado para facilitar a linguagem. Aos modelos de comunicação sugeridos opõe a persistência na escuta, sugerindo a humildade desejável ao entendimento.
Emília Nogueiro

terça-feira, 3 de Junho de 2014

Marco Costa | caderno de esboços ou a arte desinteressada | palestra | galeria HISTÓRIA E ARTE | 04 de Junho 2014 | 17.30h

Viva!
É com muito gosto que convidamos para assistir à palestra de Marco Costa "caderno de esboços ou a arte desinteressada" articulada com a presente exposição individual dos diários gráficos do autor "entre o desenho e o coração".
Amanhã, quarta-feira dia 04 de Junho às 17.30
Agradecemos a vossa presença :)



domingo, 25 de Maio de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA

Na sessão de 26 de Maio, a última antes da pausa estival, projectamos o filme - Doutor fausto (1967) de Richard Burton e Nevill Coghill, 93 min.
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
O "Cinema. Às Segundas" na Galeria HISTÓRIA E ARTE estará de volta em Setembro :)



domingo, 18 de Maio de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA


Na sessão de 19 de Maio projectamos o filme - A visita (1964) de Bernhard Wicki, 96 min
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita! Cumprimentos e votos de boa semana!





terça-feira, 6 de Maio de 2014

Exposição Individual | Marco Costa | Entre o Desenho e o Coração | 17.30 | 08 de Maio 2014 | Galeria História e Arte | Bragança


Marco Costa | Entre o Desenho e o Coração
EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL | DIÁRIOS GRÁFICOS

Sobre a exposição
Os diários gráficos do Marco Costa têm mais desenhos que dias. Esta ânsia experimental pela plasticidade do desenho seduz-nos a espreitar o quotidiano registado nos quase vinte cadernos expostos. Se bem que, na verdade, as obras não estejam expostas, mas, partilhadas, e na condição de serem exploradas devagarinho, porque são diários pessoais e, enquanto tal, têm sempre algo de secreto, que intima o observador à cuidadosa invasão do privado.
Às vezes são quase pequenas narrativas, contos, descontinuados e reunidos em conjunto apenas porque o formato do caderno assim os obriga.
O suporte é o fólio, em cadernos de formatos variados, desde o caderno de notas de bolso com folhas brancas ou quadriculadas, a caderno de argolas, e/ ou em cadernos resgatados e reutilizados. Todos estão intensamente preenchidos do princípio ao fim.
Acompanham o desenho, colagens e assemblagens de bilhetes e etiquetas, excertos de textos e comentários que traçam o quotidiano do autor desde 2009 até ao presente. Mas é o interior do processo criativo e exploratório do desenho que propicia a intimidade da descoberta das centenas de registos de detalhes anatómicos, do rosto e mãos em gestos bruscos ou suaves; figuras públicas e privadas, em silhuetas isoladas ou em grupos alvoroçados. A figura humana na pluralidade de movimentos, formas, atitudes e expressões é o elemento mais amplamente explorado nos exercícios das potencialidades do desenho, e dos materiais, também eles plurais com predomínio da grafite, do carvão e das esferográficas. As linhas curvas dos corpos contrastam com as formas concretas das letras e números, tramas e padrões e uma imensa variedade de objectos do quotidiano que emergem nas atentas composições que o autor, mais que uma vez por dia, regista.
O conjunto de desenhos do Marco Costa agora exibidos comove pelo virtuosismo no domínio das técnicas, mas, sobretudo pela constante prática e experimentação, pela continuada inquietação por ver e descrever.
Emília Nogueiro

Sobre o autor:
Marco António Costa
Vila Nova de Gaia, 1978;
Licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP);
Mestre em Arte Multimédia pela FBAUP;
Doutorando em Arte e Design pela FBAUP;
Docente do Departamento de Artes Visuais da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança;
Membro do Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade (I2ADS);
Participou, desde 2001 em mais de 90 eventos expositivos ligados ao Design, Artes Plásticas e Multimédia.

domingo, 4 de Maio de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA




























Na sessão de 5 de Maio projectamos o filme - Medeia (1969) de Pier Paolo Pasolini, 110 min
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
Cumprimentos e votos de boa semana!

domingo, 27 de Abril de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA


Na sessão de 28 de Abril projectamos o filme - César deve morrer (2012) de Paolo e Vittorio Taviani, 76 min.
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!

segunda-feira, 7 de Abril de 2014

Exposição Colectiva | 17.30 | 10 de Abril 2014 | Galeria História e Arte | Bragança

SANTA MORTE
Reflexos viáticos da irrepetibilidade dos Passos
Colectiva de 
Miguel Moreira e Silva








































Desde o gesto de deposição de ocre sobre os corpos dos mortos no paleolítico até às esculturas fúnebres dos cemitérios oitocentistas a prática artística parece ter estado sempre próxima do grande mistério – A Morte.
No entanto, contemporaneamente, a pressão do tabu é inevitável, constrangem as ideias metafísicas que o envolvem e o âmbito de estudo científico, demográfico, filosófico ou literário apesar de paliativo na desmontagem metodológica do medo, separa abissalmente a Morte do cidadão comum e da linguagem do quotidiano. Para melhor entender a narrativa criada na presente mostra colectiva, encontramos amparo nas palavras de Philippe Ariès: A atitude antiga, em que a morte é simultaneamente familiar, próxima e atenuada, indiferente, opõe-se muito à nossa, em que a morte provoca medo, a ponto de nem ousarmos dizer-lhe o nome (…) Uma nova forma de pudor exige que se oculte o que outrora era necessário expor ou mesmo simular: o desgosto (…) A morte deixou de ser o lugar da tomada de consciência do indivíduo e hoje não é mais do que o inverso do que é visto, conhecido, falado…
A presente exposição regista o próximo e o diferente numa perspectiva colectiva que se pretende propiciadora à fraterna comunhão da nossa condição de mortais de irrepetíveis passos. Não se pretende fomentar o simples prazer da transgressão explorando um tema tabu mas sim comunicar inquietações comuns. Eventualmente, não fugindo aos paradigmas contemporâneos, poder-se-á suscitar, ou melhor, partilhar a dúvida.
Os autores representados, João Ferreira-Janjã, Manuel Teles e Miguel Moreira e Silva, não só partilham o mesmo tempo mas também o espaço – interior transmontano. O contexto de fraca densidade populacional, abandono, e envelhecimento é inquestionavelmente revelador da original transversalidade do tema que emerge espontâneo nas diferentes práticas artísticas dos autores agora reunidos nesta exposição.
Emília Nogueiro 

domingo, 6 de Abril de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA

Na sessão de 7 de Abril projectamos o filme  Édipo Rei (1967) de Pier Paolo Pasolini, 104 min
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
Cumprimentos e votos de boa semana!



























ps. Respeitamos a pausa da Páscoa nas sessões de Cinema, retomaremos a programação dia 28 de Abril.

quarta-feira, 19 de Março de 2014

sábado, 8 de Março de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA


Viva!
Na primeira sessão de Março comemoramos o 1º aniversário* dos ciclos de Cinema. Às segundas!! :) com a projecção do filme O Emigrante (1917) de Charlie Chaplin, 25 min.
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
Cumprimentos e votos de boa semana!

* e queremos brindar a muitos aniversários convosco!

quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014

Workshop de Máscaras | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 1 e 2 de Março | BRAGANÇA



Workshop de Máscaras
orientado por Miguel Moreira e Silva
Dia 01 de Março 14 | 20h | A máscara; aspectos históricos, etnográficos e artísticos. Modelagem e execução da máscara
Dia 02 de Março 14 | 20h | Técnicas decorativas aplicadas sobre o modelado.
Inscrição: 60 € com os materiais incluídos

quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014

VISITAS GUIADAS AO PATRIMÓNIO HISTÓRICO DE BRAGANÇA


Desde 2007 que a partir do espaço História e Arte promovemos Percursos orientados pelo Património Histórico de Bragança (religioso, civil, militar...) Para o recomeço da época de passeios temos novos estudos feitos e muita vontade de os partilhar! 

sexta-feira, 24 de Janeiro de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA

No ciclo de Janeiro - A Escolha do público, o filme de segunda-feira dia 27 é a escolha de Carlos Gonçalves: Tekkon Kinkreet (2006); de Michael Arias 103 min. 



Tekkon Kinkreet é um conto urbano contemporâneo baseado numa manga (banda desenhada japonesa) original de Taiyo Matsumoto cuja ação decorre num antigo e decrépito bairro de uma metrópole asiática imaginária chamada Takaramachi (Cidade do Tesouro). Aqui seguimos a luta quotidiana de dois órfãos, Kuro (Negro) e Shiro (Branco), meninos de rua quais "capitães da areia", para manter esta zona livre da yakuza (máfia japonesa) bem como de outros gangs concorrentes. Como irmãos, protejem-se mutuamente apesar de terem personalidades opostas: Negro é violento e impulsivo enquanto Branco é sonhador, criativo e, de alguma forma, inocente.

Um dia, a Cidade do Tesouro é alvo do interesse imobiliário de empresários sem escrúpulos que, sem olhar a meios nem a valores, a pretendem terraplanar para construir um parque temático obtendo assim lucros astronómicos. Kuro e Shiro vão enfrentar os seus maiores adversários até à data e isto vai levá-los à catarse dos seus demónios interiores. Quem vencerá?

Realizado por Michael Arias, Tekkon Kinkreet é o primeiro filme de anime (animação japonesa) a ser realizado por um ocidental e teve a produção entregue aos dois melhores estúdios desta arte no Japão, o Studio 4C responsável pela animação, e o Studio Ghibli responsável pelos luxuriantes cenários. A banda sonora é da responsabilidade do prestigiado duo inglês Plaid e que mereceu a edição de um álbum próprio.
Esta é animação adulta (seinen anime) que foi estreada no Japão em 23/12/2006; já nos EUA foi exibida pela primeira vez no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) a 25/04/2007 e desde aí tem conquistado prémios um pouco por todo mundo. Em Bragança, será exibida publicamente pela primeira vez na Galeria História e Arte a 27/01/2014.
Carlos Gonçalves

domingo, 19 de Janeiro de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA



No ciclo de Janeiro - A Escolha do público, o filme de segunda-feira dia 20 é a escolha de Jorge Vaz Pires: Olhos Negros (1987); de Nikita Mikhalkov. 117 min. 
Esperamos que seja do vosso agrado e agradecemos a vossa visita!
Cumprimentos e votos de boa semana! 

sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014

Cinema. Às Segundas | Galeria HISTÓRIA E ARTE | 21.30 h | BRAGANÇA


Estamos de volta com um novo ciclo de Cinema. Às segundas. 
Sugerimos aos nossos cinéfilos que escolhessem um filme para partilhar connosco.
O ciclo de Janeiro reflecte a Escolha do público. O primeiro filme é a escolha de Helena Genésio: Cinema Paraiso (1988) - Nuovo Cinema Paradiso; de Giuseppe Tornatore. 155 min. 

sábado, 21 de Dezembro de 2013

Feliz Natal e Bom Ano

pormenor de uma escultura de roca representando Nossa Senhora (Igreja de São Francisco - Mogadouro)