segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Apresentação do livro de Poesia | Rafael Ángel García Lozano | Sexta-feira | 20 de Janeiro de 2017 às 17.30h | galeria HISTÓRIA E ARTE | Bragança

É com imenso prazer que vos convidamos para a apresentação do livro de poesia El tiempo purgante de Rafael Ángel García Lozano ilustrado por Antonio Pedrero

Sexta-feira, dia 20 de Janeiro, às 17.30h
Cá vos esperamos :) 


                                                                                Antonio Pedrero

Sobre o autor e a obra apresentada

Rafael Ángel García Lozano nació en Zamora en 1979. Es profesor de antropología en las Facultades de Psicología y Ciencias de la Educación de la Universidad Pontificia de Salamanca. También es profesor de Filosofía y Religión en enseñanzas de Bachillerato.
Es Doctor en Historia del Arte por la Universidad de Valladolid, Licenciado en Teología por la Universidad Pontificia de Salamanca, Licenciado en Estudios Eclesiásticos por la Universidad Pontificia de Salamanca y Diplomado en Magisterio por la Universidad de Salamanca. Dedicó su tesis doctoral al estudio interdisciplinar de la arquitectura religiosa contemporánea desde la arquitectura, la historia, la historia del arte y la teología, que fue calificada con Sobresaliente Cum Laude por unanimidad. Había comenzado esta línea de investigación con su tesina en teología, que le valió el galardón de Premio Extraordinario Fin de Carrera en 2004. Asimismo su trabajo de Grado de Salamanca versó sobre este mismo particular, siendo reconocido con el galardón de Premio Extraordinario de Grado de Salamanca en el curso 2010-11.
Cuenta con una cuarentena de publicaciones académicas sobre diversos temas de arquitectura, urbanismo, historia, patrimonio y teología y pastoral en revistas especializadas. También ha impartido numerosas conferencias sobre estos temas en diversos foros académicos y culturales. Colaborador habitual en prensa, ejerce la divulgación de temas urbanísticos y arquitectónicos, además de sensibilizar para el conocimiento y protección del Patrimonio Histórico. También es articulista en diarios de difusión regional como El Norte de Castilla.
Entre sus facetas destaca también la creación poética. Es miembro del Seminario Permanente Claudio Rodríguez con sede en Zamora. Cuenta con el III Premio Internacional de Poesía Treciembre fallado en abril de 2016. El tiempo purgante fue precisamente la obra premiada con ese galardón y es su primer libro de poesía.
Rafael Ángel García Lozano

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Boas Festas

O projecto HISTÓRIA E ARTE da Associação Cultural Tempo Líquido expressa os mais sinceros votos de um Natal de Paz e Esperança para todos!
O postal de Natal deste ano é decorado com o reflexo da janela da nossa galeria :) Cá vos esperamos!

sábado, 5 de novembro de 2016

INAUGURAÇÃO | exposição de escultura | João Ferreira - Janjã | 11 de novembro 17.30h | Galeria História e Arte




Escultura | João Ferreira - Janjã
Incertezas partilhadas
Sobre a exposição:
As esculturas de João Ferreira - Janjã reunidas na exposição Incertezas Partilhadas, foram produzidas entre 2015 e 2016. Este curto período de tempo foi e continua a ser profundamente violento em terrores globais partilhados quotidianamente. A opressão exercida pelo contexto histórico é inevitável, tal como a decorrente tentativa de fuga, de libertação. Neste campo de incertezas é onde se movem as narrativas criadas por João Ferreira - Janjã. Os coletivos e os comportamentos grupais são constante causa de reflexão plástica. O indivíduo entra na figuração pelos seus paradoxos risíveis. Agradece-se o humor usado como ferramenta de defesa na sacralização do objeto artístico, que simultaneamente amplia a comunicação que relaciona o observador com a obra.
A matéria mãe é a madeira. Seca, talhada e patinada, é sempre renovada no terreno a perpetuar o ciclo natural que as espécies autóctones selam na causa de sobrevivência sustentável que é compromisso persistente do autor.
Nos trabalhos de João Ferreira - Janjã são percetíveis os ecos de outras muitas vozes, de Hieronymus Bosch a David Bowie estamos lá todos, os mortais, é portanto uma exposição autobiográfica. 
Emília Nogueiro

Sobre o autor:
João Ferreira – Janjã, (João Manuel Vaz dos Santos Ferreira Rodrigues) nasceu em Bragança, 1960. Licenciou-se em Ciências Jurídicas na Universidade Portucalense do Porto. Desde finais da década de 90 que se dedica de forma permanente à escultura. Colaborou com mestres escultores Bijagós na Guiné Bissau. Frequentou o Mestrado em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Está representado em várias coleções privadas em Portugal, Espanha, Bélgica e França. Expõe de forma regular desde 2002.

(+351) 91 67 32 66 4 | ferreira.jrodrigues@gmail.com

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

João Ferreira - Janjã | escultura

Enquanto esperamos pelas novas esculturas de João Ferreira - Janjã (+ informação em breve) podemos ver no Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais:

Insistência
Escultura | João Ferreira – Janjã 
“Insistência” é o título da série de esculturas de João Ferreira em exposição no Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais de 15 de Setembro a 31 de Dezembro de 2016. O diálogo entre materiais orgânicos e inorgânicos, madeiras e materiais metálicos, permite ao autor explorar a plasticidade da inquietante fronteira que existe entre ambos. Os materiais orgânicos assumem linhas suaves, amplas e onduladas volumetrias expondo a fraterna empatia por tudo o que na continuidade se degrada. Enquanto os materiais inorgânicos imprimem os ângulos agudos, os vértices e as rupturas que dinamizam o diálogo sensitivo. A colecção de objectos escultóricos de João Ferreira agora exibida no Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais revela nos temas o desassossego da condição do indivíduo que é forçosamente também desassossego social apaziguado na Insistência da prática criativa. A vontade de transformar e reutilizar materiais desprezados supõe mais que uma crítica ao consumo contemporâneo pois assume a intervenção como acção sobre o objecto que descontextualizado da sua funcionalidade é interpretado na obra como matéria-prima. A sujeição aos recursos desaproveitados não constitui por isso uma limitação, sendo até propiciadora à continuada experimentação plástica que consolida o percurso do autor. Simultaneamente a talha das madeiras autóctones de Nogueira, Carvalho, Castanheiro e Olmo, evidencia a força do território que transpira dos materiais naturais que João Ferreira esculpe. EN

segunda-feira, 25 de julho de 2016

9 anos de portas abertas ao público!! História e Arte | Bragança

História e Arte
9 anos de portas abertas ao público J 

Manter um projecto cultural numa pequena cidade afastada dos grandes centros é, sem dúvida, um excelente exercício de resistência, que aconselhamos com entusiasmo :) A todos quantos contribuem para a nossa persistência muito bem hajam!   

No próximo ano cumprimos 10 anos e prometemos festa rija! 


terça-feira, 24 de maio de 2016

Territoires d'Artistes: Belleville-Bragança

Cher amis de les Ateliers d'Artistes de Belleville AAB
Nous vous remercions de coeur le exceptionel accueil que vous nous avez fait. Nous sommes tous enchantés et nous vous attendons à Bragança prochainement. 
Merci a tous et a bientôt



quinta-feira, 12 de maio de 2016

Territórios de Artistas | Exposição Coletiva da galeria História e Arte de Bragança na Galeria AAB - Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris

Territórios de Artistas | 19 a 22 de Maio de 2016
Exposição Coletiva da galeria História e Arte, Bragança na
Galeria AAB - Ateliers d’Artistes deBelleville, Rue Francis Picabia, Belleville, Paris

É com um amplo sorriso de contentamento que fazemos saber que aos dezanove dias do mês de Maio do ano de dois mil e dezasseis iniciaremos um projecto de intercâmbio com a Galeria Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris.

(imagem cortesia de Paola Afonso)
A intenção é criar uma aproximação entre dois territórios diversos mas que as galerias intervenientes relacionam numa narrativa conjunta. Na persistência de uma cartografia emocional ampliamos neste novo caminho o nosso território-rede até Belleville. A vontade, o interesse e a curiosidade mútuas são os elementos que propiciam a ligação e definem os contornos deste novo território coletivo.

Sobre a exposição | Território de Artistas

Da galeria História e Arte de Bragança foram seleccionadas várias obras de três dos artistas residentes: Carmelo Calvo (Valhadolid, Espanha), João Ferreira – Janjã (Bragança, Portugal), Miguel Moreira e Silva (Bragança, Portugal). São três autores muito diferentes nas técnicas e nos materiais, mas aproxima-os o olhar critico sobre o território e o respeito pela ancestralidade de todas as vidas que antes deles o tentaram modelar. O território é percebido num sentido amplo que rompe a fronteira política que divide Portugal e Espanha criando na galeria História e Arte um espaço transfronteiriço comum.
As imagens criadas por Carmelo Calvo decorrem da relação emocional que o autor estabelece com as pessoas e com as paisagens fixadas. A câmara é percebida como caminho exploratório do eu a partir do confronto com a alteridade num registo que reflecte o interesse simultâneo pela imagem definida e pela expressão emocional próxima da abstracção.
O processo criativo do João Ferreira- Janjã é sempre corpóreo e objectal. Resulta da persistente vontade de reutilizar materiais desprezados pelo consumo contemporâneo. Simultaneamente a talha das madeiras autóctones de Nogueira, Carvalho, Castanheiro e Olmo evidencia a força do território que transpira dos materiais naturais que, com as mãos, João Ferreira transforma.
Os trabalhos de Miguel Moreira e Silva deambulam entre múltiplas técnicas das quais se destaca a pintura, assemblage e a escultura. Explora o ecletismo dos elementos traduzindo uma atitude livre de categorizações. Cria narrativas, explora episódios pessoais, memórias, onde a plasticidade dos objectos e a carga simbólica das formas assumem o valor lexical do registo.
Convidamos para nos acompanhar António Fernandes um artesão local que partilha o nosso compromisso com o território.

Até dia 22 de Maio a exposição colectiva estará aberta ao público na Galeria Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris. Em Outubro receberemos na galeria História e Arte em Bragança uma exposição colectiva dos artistas da Galeria Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris. Partindo das duas residências, dos artistas de Bragança em Paris e dos artistas de Paris em Bragança hão-de chegar novas exposições no ano de 2017. 

sexta-feira, 29 de abril de 2016

ANTÓNIO SÁ | A RAZÃO DE ESTAR – Paisagens em fotografia | Galeria História e Arte | Bragança

Inauguração 6 de Maio | 17.30h 
Temos o imenso prazer de vos convidar para a inauguração da exposição "A RAZÃO DE ESTAR - Paisagens em fotografia" de António Sá, sexta, dia 6 de Maio a partir das 17.30h na galeria História e Arte, Bragança.
Agradecemos a vossa visita!


A RAZÃO DE ESTAR – Paisagens em fotografia
António Sá | Fotografia
Galeria História e Arte | Maio de 2016
Sobre a exposição: 
Mais do que andar, importa estar. Sentir. Contemplar.
Só assim nos apercebemos do espetáculo das pequenas e das grandes coisas, tudo aquilo que cabe na paisagem - no horizonte panorâmico da nossa visão.
Falo do bailado inquieto da luz na vastidão da estepe, das texturas que se definem e se apagam na areia do deserto, do calor tropical e do vento do ártico, do grasnar agitado no meio dos caniços ou dos diferentes silêncios da tundra.
As paisagens são fascínio e temor, conforto e desalento, o tudo e o nada. Estão lá para nos lembrarem a verdadeira escala das coisas, reduzir-nos à essência, ao nosso lugar.
Basta parar e olhar.
Cada uma destas imagens, captadas em distintos pontos do globo, representa a síntese de um momento de contemplação. Fotografias a que António Sá acrescentou palavras decisivas para nos ajudar a chegar o mais perto possível, sem ter de sair do lugar.
António Sá

Sobre o autor:
ANTÓNIO SÁ
António Sá iniciou a atividade de repórter independente em junho de 1995.
Desde então, tem produzido inúmeras reportagens – texto e fotografia – quase sempre associadas à temática das viagens, do turismo e do lazer, publicadas nos principais títulos de Portugal e de Espanha ligados a este setor. Alguns exemplos são a edição portuguesa da National Geographic e o jornal Público, em Portugal, ou as revistas Viajes National Geographic, Altair e Rutas del Mundo, em Espanha.
Paralelamente, tem desenvolvido ações como formador, organizando workshops e photo-tours em ambos países ibéricos. As iniciativas ao nível da formação em fotografia têm sido também realizadas em parceria com outras entidades, como é o caso da Fundação de Serralves, ou solicitadas por estabelecimentos de ensino, como o Instituto Politécnico do Porto, onde durante dois anos foi orientador da disciplina Projeto Fotográfico do curso de Tecnologia da Comunicação Audiovisual.
Em 2009 e 2010, na qualidade de repórter profissional, conduziu várias viagens fotográficas para a agência portuguesa Nomad, tendo como destino a Islândia e Marrocos.
António Sá tem também estado envolvido em projetos de maior envergadura, fazendo a captação fotográfica para exposições, livros, vídeoprojeções e sites, entre muitos outros suportes.
Destes, destacam-se o documentário “Portugal: um outro olhar” do National Geographic Channel (uma viagem fotográfica pelos sítios Património da Humanidade em Portugal), onde foi protagonista e autor da exposição que esteve patente no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa; o projeto Douro/Duero (património da Humanidade na bacia hidrográfica do Douro) para a Fundação Rei Afonso Henriques, com a produção de duas exposições itinerantes; ou a candidatura à UNESCO da Reserva da Biosfera Transfronteiriça Meseta Ibérica, para o ZASNET – Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial.
O seu percurso como fotógrafo profissional tem sido reconhecido e utilizado como exemplo por empresas ligadas à imagem, nomeadamente a EPSON, Nokia e FNAC.   
Desde 2010, e por opção, António Sá vive com a mulher e os seus dois filhos numa pequena aldeia do concelho de Bragança, na área do Parque natural de Montesinho. 
António Sá

terça-feira, 15 de março de 2016

sábado, 16 de janeiro de 2016

Catarina Loura | Fotografia | Galeria História e Arte Bragança | Inauguração 23 de Janeiro 17.30h




Family's Portrait 
Catarina Loura | Fotografia
Galeria História e Arte | Janeiro de 2016
Family´s Portrait é a primeira exposição individual de Catarina Loura. Este novo projecto da autora adiciona um capítulo ao seu processo de busca da identidade, que constitui a sua prática artística. Neste trabalho Catarina Loura realiza uma evocação da memória de alguns antepassados através de fotografias de objectos que lhes pertenceram. No sótão da sua casa de família, a artista encontra nos objectos deixados por várias gerações o material para realizar a sua investigação que se constitui numa espécie de arqueologia pessoal. 
Bruno Pelletier Sequeira

Sobre a autora:
Catarina Loura nasceu em 1975. Estudou Canto Lírico na Academia de Amadores de Música e Canto e Piano na Escola Luís Villas-Boas - Hot Clube de Portugal. Iniciou os seus estudos em fotografia no Atelier de Lisboa em 2006. Participou nas exposição colectivas do Atelier de Lisboa: Projecto Alvito, Ateliers do Matadouro, Alvito, 2009 com o trabalho Mute e na exposição colectiva Novos Trabalhos, Confeitaria, Lisboa, 2013 com os trabalhos Natureza Morta / Poder. Em 2015 inaugura a primeira individual "Family's Portrait - Subtitles" no MOB em Lisboa e "Valise Éphémère de Fantaisie" em Paris no Cinema Desperado no 5eme. Tem desenvolvido trabalho na área da memória e da identidade.