sexta-feira, 29 de abril de 2016

ANTÓNIO SÁ | A RAZÃO DE ESTAR – Paisagens em fotografia | Galeria História e Arte | Bragança

Inauguração 6 de Maio | 17.30h 
Temos o imenso prazer de vos convidar para a inauguração da exposição "A RAZÃO DE ESTAR - Paisagens em fotografia" de António Sá, sexta, dia 6 de Maio a partir das 17.30h na galeria História e Arte, Bragança.
Agradecemos a vossa visita!


A RAZÃO DE ESTAR – Paisagens em fotografia
António Sá | Fotografia
Galeria História e Arte | Maio de 2016
Sobre a exposição: 
Mais do que andar, importa estar. Sentir. Contemplar.
Só assim nos apercebemos do espetáculo das pequenas e das grandes coisas, tudo aquilo que cabe na paisagem - no horizonte panorâmico da nossa visão.
Falo do bailado inquieto da luz na vastidão da estepe, das texturas que se definem e se apagam na areia do deserto, do calor tropical e do vento do ártico, do grasnar agitado no meio dos caniços ou dos diferentes silêncios da tundra.
As paisagens são fascínio e temor, conforto e desalento, o tudo e o nada. Estão lá para nos lembrarem a verdadeira escala das coisas, reduzir-nos à essência, ao nosso lugar.
Basta parar e olhar.
Cada uma destas imagens, captadas em distintos pontos do globo, representa a síntese de um momento de contemplação. Fotografias a que António Sá acrescentou palavras decisivas para nos ajudar a chegar o mais perto possível, sem ter de sair do lugar.
António Sá

Sobre o autor:
ANTÓNIO SÁ
António Sá iniciou a atividade de repórter independente em junho de 1995.
Desde então, tem produzido inúmeras reportagens – texto e fotografia – quase sempre associadas à temática das viagens, do turismo e do lazer, publicadas nos principais títulos de Portugal e de Espanha ligados a este setor. Alguns exemplos são a edição portuguesa da National Geographic e o jornal Público, em Portugal, ou as revistas Viajes National Geographic, Altair e Rutas del Mundo, em Espanha.
Paralelamente, tem desenvolvido ações como formador, organizando workshops e photo-tours em ambos países ibéricos. As iniciativas ao nível da formação em fotografia têm sido também realizadas em parceria com outras entidades, como é o caso da Fundação de Serralves, ou solicitadas por estabelecimentos de ensino, como o Instituto Politécnico do Porto, onde durante dois anos foi orientador da disciplina Projeto Fotográfico do curso de Tecnologia da Comunicação Audiovisual.
Em 2009 e 2010, na qualidade de repórter profissional, conduziu várias viagens fotográficas para a agência portuguesa Nomad, tendo como destino a Islândia e Marrocos.
António Sá tem também estado envolvido em projetos de maior envergadura, fazendo a captação fotográfica para exposições, livros, vídeoprojeções e sites, entre muitos outros suportes.
Destes, destacam-se o documentário “Portugal: um outro olhar” do National Geographic Channel (uma viagem fotográfica pelos sítios Património da Humanidade em Portugal), onde foi protagonista e autor da exposição que esteve patente no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa; o projeto Douro/Duero (património da Humanidade na bacia hidrográfica do Douro) para a Fundação Rei Afonso Henriques, com a produção de duas exposições itinerantes; ou a candidatura à UNESCO da Reserva da Biosfera Transfronteiriça Meseta Ibérica, para o ZASNET – Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial.
O seu percurso como fotógrafo profissional tem sido reconhecido e utilizado como exemplo por empresas ligadas à imagem, nomeadamente a EPSON, Nokia e FNAC.   
Desde 2010, e por opção, António Sá vive com a mulher e os seus dois filhos numa pequena aldeia do concelho de Bragança, na área do Parque natural de Montesinho. 
António Sá

terça-feira, 15 de março de 2016

sábado, 16 de janeiro de 2016

Catarina Loura | Fotografia | Galeria História e Arte Bragança | Inauguração 23 de Janeiro 17.30h




Family's Portrait 
Catarina Loura | Fotografia
Galeria História e Arte | Janeiro de 2016
Family´s Portrait é a primeira exposição individual de Catarina Loura. Este novo projecto da autora adiciona um capítulo ao seu processo de busca da identidade, que constitui a sua prática artística. Neste trabalho Catarina Loura realiza uma evocação da memória de alguns antepassados através de fotografias de objectos que lhes pertenceram. No sótão da sua casa de família, a artista encontra nos objectos deixados por várias gerações o material para realizar a sua investigação que se constitui numa espécie de arqueologia pessoal. 
Bruno Pelletier Sequeira

Sobre a autora:
Catarina Loura nasceu em 1975. Estudou Canto Lírico na Academia de Amadores de Música e Canto e Piano na Escola Luís Villas-Boas - Hot Clube de Portugal. Iniciou os seus estudos em fotografia no Atelier de Lisboa em 2006. Participou nas exposição colectivas do Atelier de Lisboa: Projecto Alvito, Ateliers do Matadouro, Alvito, 2009 com o trabalho Mute e na exposição colectiva Novos Trabalhos, Confeitaria, Lisboa, 2013 com os trabalhos Natureza Morta / Poder. Em 2015 inaugura a primeira individual "Family's Portrait - Subtitles" no MOB em Lisboa e "Valise Éphémère de Fantaisie" em Paris no Cinema Desperado no 5eme. Tem desenvolvido trabalho na área da memória e da identidade.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Maria Adelina Sousa | NÉVOA | Galeria História e Arte | Bragança

Desejamos os melhores votos para o Novo Ano e lembramos que estamos já nos últimos dias da exposição de fotografias "Névoa" de Maria Adelina Sousa.
Cá vos esperamos! :)


sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Boas Festas e Bom Ano Novo!

Menino Jesus Salvador do Mundo (pormenor)
Oficina espanhola; madeira policromada; finais do XVII \
 primeiro quartel do século XVIII; Sacristia da Igreja de São Francisco, Bragança.
Julgamos que esta imagem seria originalmente do mosteiro das monjas beneditinas e poder-se-á tratar do "Menino Fosquinho" que Borges, José Cardoso, Memórias de Bragança, (1721-1724) referiu. Borges descreveu os vários milagres que o "Menino Fosquinho" operou. O primeiro milagre manifestou-se na escultura do Menino Deus, que “sendo de escultura tosca e andava pelas mãos das meninas com o nome de fosquinho, se fez tão formoso que rouba os corações a sua vista”. A capela do "Menino Fosquinho" estava na cerca do mosteiro de Santa Escolástica que já não existe. Atualmente de todo o complexo monástico beneditino resta apenas a igreja. 
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

NÉVOA | Fotografia | Maria Adelina Sousa | Galeria História e Arte | Bragança

Ao contrário da névoa fria que nos envolve há vários dias a "Névoa" que expomos na galeria História e Arte é quente e propiciadora de novos olhares mesmo quando incide sobre espaços de tempos idos...
Agradecemos a vossa visita :)



segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Maria Adelina Sousa | Fotografia | Galeria História e Arte Bragança | Inauguração 29 Outubro 17.00h

Névoa
Maria Adelina Sousa | Fotografia
Galeria História e Arte | Outubro de 2015

Sobre a exposição:
Névoa | exposição de fotografia
A Névoa envolve a cidade invisível criada nas narrativas visuais de Maria Adelina Sousa.
A cidade histórica, densa, carregada de memórias e de tantas vidas, dissipa-se em névoa e partilha os mesmos nublosos contornos dos seus cidadãos. O tempo das imagens é a noite e o escuro quase negro do céu é cortado pela alegre jovialidade da luz artificial que dança em sugestivas linhas curvas entre o edificado e os seus herdeiros. A luz, a Névoa, o passado e o diário, a cidade e os cidadãos compartem o mesmo sonho que Maria Adelina Sousa criou. A escassa presença de figura humana lembra a morte anunciada pela desertificação das cidades periféricas que definham. Mas os transeuntes que caminham pela vida que Maria Adelina registou, nunca vão sozinhos e contenta-nos ver e sentir a promessa nas relações dos gestos captados.

A fotografia é usada pela autora como registo poético da permanente busca na alteridade, no território, na paisagem, no detalhe natural e transformado, de um espaço de comunhão inscrito em linguagem individual, mas aberto a todos os olhos.

Sobre a autora:
Maria Adelina Sousa – Nasce em 3 de Março de 1948, em Bragança. Vive e trabalha em Leiria desde 1970. Inicia o seu percurso na fotografia em 1993, desenvolvendo e participando em diversos projectos individuais e colectivos.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

OS AUTO-RETRATOS E A BOA GESTÃO DAS FONTES DOCUMENTAIS DO FUTURO :)


(imagem adaptada a partir de um auto-retrato de Helena Almeida e de um escrito anónimo registado na página de facebook "O que diz Lisboa)
É urgente libertar os historiadores do futuro da pressão das biografias de um sem número de “individualidades” cujo registo corpóreo (integral ou parcial, a preto e branco e a cores, artístico ou quotidiano) nos inunda a diário os monitores e se não paramos já acredito que irão inevitavelmente ocupar os futuros arquivos e museus (pelo menos no nosso pequeno país). Que me desculpem os fãs das “selfies” mas a mania transformou-se numa maldição! O tempo estival é propício à contemplação e o corpo humano é uma maravilha! Suponho que estes lugares comuns são mais ou menos indiscutíveis. Mas a publicação da relação individual com o espelho que o auto-retrato supõe sugere-me outras inquietações… talvez a mais difícil de desmontar seja provocada pelo abissal contraste entre o dramático cenário que nos envolve enquanto colectivo e o individual encantamento embevecido que a esmagadora maioria dos auto-retratos “espelha”?! Como é possível? Como é que se consegue tanta auto-satisfação? Não será pernicioso estarmos a assoberbar-nos de nós próprios? Não pretendo entrar em questões claramente anacrónicas sobre vícios e virtudes mas desde quando é que a vaidade passou para o lado bom? Na interpretação do fenómeno tentei outras justificações que ultrapassem a simples vaidade individual e me ajudem a entender esta obsessão contemporânea. Pensei na solidão, na vontade de agradar, no auto-conhecimento e até em práticas terapêuticas (que em auto-retrato pretensamente artístico substituí por processos catárticos). Todas estas justificações serão melhor desculpa para este fenómeno que a vaidade mas mesmo assim parecem-me pretextos curtos para tanta e tão variada auto-representação…
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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Inauguração | Graça Morais | Metamorfoses | 16 de Abril | 17.30h | Galeria HISTÓRIA E ARTE | Bragança


A pintura e o desenho de Graça Morais chega sob o titulo “Metamorfoses” às paredes da nossa galeria - História e Arte, em Bragança.
O imaginário da autora é parte da corrente que constrói e explora a nossa identidade a partir do entendimento emocional. A sua origem em Trás-os-Montes permite-nos, a quantos partilhamos o mesmo espaço, apropriarmo-nos dessa linguagem. Sabendo porém, que não fala só a transmontanos, mas a todos.
As figuras e as cenas que cria ampliam e aprofundam a relação com o espaço, com o território, naquilo que dele fica em nós. Os picos, garras, patas e chifres entram nas figuras humanas e aproximam-nas de um biocentrismo perdido, primitivo e antigo, anterior ao antropocentrismo do Livro e à divisão entre biologia e cultura. E aí a sua voz é plural, nessa metamorfose bestial e instintiva entra toda a humanidade, de todos os espaços e tempos.
A esperança opera-se na interdependência que se assume na vulnerabilidade partilhada. Os gritos e os gestos saem da narrativa para evocar a resiliência, perante os medos comuns, que pacifica a natureza das figuras, e a nossa ao comtemplá-las.
Emília Nogueiro

domingo, 12 de abril de 2015

quarta-feira, 4 de março de 2015

Exposição colectiva | Coomonte | Lorenzo González | Arturo Martínez | Teresa Sarto | Eusebio San Blanco | Galeria História e Arte | Bragança

Exposição colectiva:

Jovens Promessas
Hemisfério Norte
Tardios divertimentos de Outono em Bragança

Coomonte
Lorenzo González
Arturo Martínez
Teresa Sarto
Eusebio San Blanco



17 de Janeiro a 3 de Abril de 2015

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Jovens Promessas | Galeria História e Arte | Bragança | 17 de Janeiro a 3 de Abril 2015 | catálogo digital




Cinco creadores, profesores de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, y a pesar de eso, artistas y amigos, que se juntan para celebrar que el paso del tiempo no ha podido ni con ellos ni con lo que son.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Jovens Promessas | Galeria História e Arte | Bragança | 17 de Janeiro a 3 de Abril 2015



No dia 17 de Janeiro, às 17.00h, temos o imenso prazer de partilhar com todos quantos nos quiserem acompanhar, a exposição colectiva:

Jovens Promessas
Hemisfério Norte
Tardios divertimentos de Outono em Bragança

Coomonte
Lorenzo González
Arturo Martínez
Teresa Sarto
Eusebio San Blanco

Contamos com a presença dos autores que vêm de Espanha para brindar connosco!
Agradecemos a vossa visita :)
Até lá!

um bocadinho da
HISTÓRIA DA EXPOSIÇÃO
Por Elena Vicente Mínguez
....Cinco creadores, profesores de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, y a pesar de eso, artistas y amigos, que se juntan para celebrar que el paso del tiempo no ha podido ni con ellos ni con lo que son....

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Cinema | Estreia | A Terra dos Carecas | de Bernardo Rao | 11 de Janeiro | 21.00h | galeria HISTORIA E ARTE Bragança



Bernie Rao chega da Nova-Zelândia para nos musicar ao vivo a sua obra de ficção. O filme (90 minutos) chama-se “A Terra dos Carecas” e é um misto de comédia negra, sátira social e drama distópico. A história passa-se na Nova Zelândia, num futuro próximo, e a narrativa gira à volta de uma lei polémica e radical que o primeiro-ministro neozelandês faz passar sem explicação, tornando a calvície num crime grave. Um grupo de homens calvos parte em busca de um mítico lugar escondido numa reserva natural, onde os carecas ainda podem viver em liberdade. Mas a Guarda Capilar está no seu encalço... 
BR

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014