segunda-feira, 13 de abril de 2015

Inauguração | Graça Morais | Metamorfoses | 16 de Abril | 17.30h | Galeria HISTÓRIA E ARTE | Bragança


A pintura e o desenho de Graça Morais chega sob o titulo “Metamorfoses” às paredes da nossa galeria - História e Arte, em Bragança.
O imaginário da autora é parte da corrente que constrói e explora a nossa identidade a partir do entendimento emocional. A sua origem em Trás-os-Montes permite-nos, a quantos partilhamos o mesmo espaço, apropriarmo-nos dessa linguagem. Sabendo porém, que não fala só a transmontanos, mas a todos.
As figuras e as cenas que cria ampliam e aprofundam a relação com o espaço, com o território, naquilo que dele fica em nós. Os picos, garras, patas e chifres entram nas figuras humanas e aproximam-nas de um biocentrismo perdido, primitivo e antigo, anterior ao antropocentrismo do Livro e à divisão entre biologia e cultura. E aí a sua voz é plural, nessa metamorfose bestial e instintiva entra toda a humanidade, de todos os espaços e tempos.
A esperança opera-se na interdependência que se assume na vulnerabilidade partilhada. Os gritos e os gestos saem da narrativa para evocar a resiliência, perante os medos comuns, que pacifica a natureza das figuras, e a nossa ao comtemplá-las.
Emília Nogueiro

domingo, 12 de abril de 2015

quarta-feira, 4 de março de 2015

Exposição colectiva | Coomonte | Lorenzo González | Arturo Martínez | Teresa Sarto | Eusebio San Blanco | Galeria História e Arte | Bragança

Exposição colectiva:

Jovens Promessas
Hemisfério Norte
Tardios divertimentos de Outono em Bragança

Coomonte
Lorenzo González
Arturo Martínez
Teresa Sarto
Eusebio San Blanco

 

17 de Janeiro a 3 de Abril de 2015

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Jovens Promessas | Galeria História e Arte | Bragança | 17 de Janeiro a 3 de Abril 2015 | catálogo digital




Cinco creadores, profesores de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, y a pesar de eso, artistas y amigos, que se juntan para celebrar que el paso del tiempo no ha podido ni con ellos ni con lo que son.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Jovens Promessas | Galeria História e Arte | Bragança | 17 de Janeiro a 3 de Abril 2015



No dia 17 de Janeiro, às 17.00h, temos o imenso prazer de partilhar com todos quantos nos quiserem acompanhar, a exposição colectiva:

Jovens Promessas
Hemisfério Norte
Tardios divertimentos de Outono em Bragança

Coomonte
Lorenzo González
Arturo Martínez
Teresa Sarto
Eusebio San Blanco

Contamos com a presença dos autores que vêm de Espanha para brindar connosco!
Agradecemos a vossa visita :)
Até lá!

um bocadinho da
HISTÓRIA DA EXPOSIÇÃO
Por Elena Vicente Mínguez
....Cinco creadores, profesores de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Salamanca, y a pesar de eso, artistas y amigos, que se juntan para celebrar que el paso del tiempo no ha podido ni con ellos ni con lo que son....

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Cinema | Estreia | A Terra dos Carecas | de Bernardo Rao | 11 de Janeiro | 21.00h | galeria HISTORIA E ARTE Bragança



Bernie Rao chega da Nova-Zelândia para nos musicar ao vivo a sua obra de ficção. O filme (90 minutos) chama-se “A Terra dos Carecas” e é um misto de comédia negra, sátira social e drama distópico. A história passa-se na Nova Zelândia, num futuro próximo, e a narrativa gira à volta de uma lei polémica e radical que o primeiro-ministro neozelandês faz passar sem explicação, tornando a calvície num crime grave. Um grupo de homens calvos parte em busca de um mítico lugar escondido numa reserva natural, onde os carecas ainda podem viver em liberdade. Mas a Guarda Capilar está no seu encalço... 
BR

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Uivo - documentário sobre António Sérgio | 13 Nov | 21.30h | galeria História e Arte (Bragança)

UIVO
documentário sobre António Sérgio 
Realizado entre Março e Setembro de 2014, "Uivo" é um documentário sobre a voz de António Sérgio. 
Figura de proa da música alternativa em Portugal, António Sérgio nasceu em Benguela no ano de 1950 e desde cedo seguiu as pisadas do pai no universo radiofónico. 
Cruzou a Rádio Renascença, Comercial, XFM e Radar, apresentando programas obrigatórios para as gerações atentas como “Som da Frente” (1982-1993), “Lança-Chamas” (1983-1990) ou “A Hora do Lobo” (1997-2007), onde brindava os ouvintes com as novidades sonoras, desde o Pop ao Punk, passando pela World Music e Folk. mas nem só de rádio circundava a vida de António Sérgio. Redigia para a “Música & Som”, “Rock em Portugal”, “Blitz”, etc. e trabalhou no mundo da edição, destacando-se o polémico disco pirata “Punk Rock ‘77”, e o primeiro single dos Xutos & Pontapés, pela sua editora Rotação. 
António Sérgio faleceu imprevisivelmente no último dia de Outubro de 2009. 
Em “Uivo”, o documentarista Eduardo Morais ("Meio Metro de Pedra"/"Música em Pó") fará um retrato deste divulgador prestando lhe a mais que merecida homenagem. Este documentário conta com a participação de familiares, músicos, colegas e amigos do radialista, nomeadamente Zé Pedro, João David Nunes, Jaime Fernandes, Nuno Galopim, Fernando Ribeiro, Tó Trips, David Ferreira, entre muitos outros.


21h30 // 3eur
produção:
Dedos Biónicos

sábado, 27 de setembro de 2014

JOSÉ BARRIAS | 4 de Out | 17.30 h | Galeria História e Arte | Bragança


Quando há três anos “descobri” José Barrias em Serralves senti um sobressalto na maneira de me relacionar com o trabalho da arte. O efeito, ou o “eco” de tudo o que vi, senti e pensei perdurou em réplicas várias que me fizeram repensar modelos e fronteiras desse trabalho. A contemporânea democracia virtual permitiu-me, desde Bragança, aproximar-me do autor, que vive em Itália, e questioná-lo. A partir desse momento no meu imaginário cartográfico Bragança e Milão ficaram mais próximas e agora é o amplo voo de José Barrias que chega ao nosso telúrico “reino maravilhoso” para selar este ciclo de correspondências, que fica selado mas não fechado…
EN

No dia 4 de Outubro sábado (dia de São Francisco) às 17.30h temos o prazer de apresentar a todos quantos nos quiserem acompanhar as Correspondências de José Barrias na galeria História e Arte, Bragança, contamos com a presença do autor que vem de Itália para brindar connosco!
Agradecemos a vossa visita :)

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

JOSÉ BARRIAS | CORRESPONDÊNCIAS | Galeria História e Arte | Bragança

A obra de José Barrias*, “o coleccionador de ecos”, é ampla e plural, subtil e literária, clássica e contemporânea… e porque nos faz sentir e pensar tudo isso pareceu-nos bom trazê-lo ao nosso território. Depois de dois anos de CORRESPONDÊNCIAS agora temos o imenso prazer em as partilhar entre todos os que nos quiserem acompanhar!

*http://www.publico.pt/temas/jornal/jose-barrias-o-coleccionador-de-ecos-21988088


Fotografia de Antonio Madona 

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

JOSÉ BARRIAS | Galeria História e Arte | Bragança


QUE HÁ DE NOVO NA CIDADE? 

                                      JOSÉ BARRIAS* 
                                      Na Galeria História e Arte | Bragança
                                      em OUTUBRO!


*José Barrias (1944) é um artista português residente em Milão que inicia o seu trabalho no início da década de 70, construindo narrativas visuais através do desenho, da pintura, da fotografia e da instalação. A memória íntima articula-se com a memória dos lugares e da História nos seus trabalhos. O tempo como passagem é convocado a partir da acumulação de vestígios e de referências onde a composição visual resulta da convergência das imagens e das histórias. O romance filosófico adquire assim a dimensão de um romance visual. Ou de "quase um romance…”, como diria Barrias, que assume o inacabado como condição da obra aberta que as suas narrativas constituem. 
João Fernandes; Serralves 2011

sábado, 16 de agosto de 2014

Do gesto Da palavra | João Ferreira | escultura | 2014





(fotografias cortesia de Manuel Teles)

Calíope esteve cá…
mas, foi-se


A pluralidade de modelos de comunicação representados ilustra a persistente vontade de promover o entendimento, bem como, a complexidade que o processo implica. A palavra, registada em signos gráficos, inscreve-nos na História, definindo cronologias e estruturando o pensamento. O autor revela-a num rolo metálico que gira, ao toque, repetindo as palavras como uma roda de orações repete as mantras. A oração é assumida como forma primeira de comunicação, da proposição da gramática à retórica, anuncia-se como caminho percorrido em cada palavra criada e dita. O livro guarda as palavras e o discurso liberta-as no espaço. A esta perturbadora densidade de linguagens o autor opõe a persistência na escuta, sugerindo a humildade desejável ao entendimento. 
Emilia Nogueiro

sexta-feira, 25 de julho de 2014

GALERIA HISTÓRIA E ARTE | BRAGANÇA | 7 ANOS!

Há sete anos, num dia assim, abríamos pela primeira vez as portas da nossa galeria ao mundo!  
Que possamos servir outros sete anos! É o que pedimos por ora  E para que isso seja possível agradecemos a todos os nossos colaboradores e a todos quantos nos acompanham por tornarem luminoso este caminho  




 pormenor do retábulo do Senhor dos Passos Igreja de São Francisco Bragança

sábado, 19 de julho de 2014

domingo, 22 de junho de 2014

Inauguração | Exposição | João Ferreira | sexta dia 27 de Junho | Galeria História e Arte | Bragança


Do gesto
Da palavra
João Ferreira | escultura | 2014

 Não se trata de uma visão maniqueísta da realidade, mas de uma narrativa exploratória dos claros-escuros que lhe definem o caminho. A inquietação no prazer de por as mãos a fazer coisas define obstinadamente o processo criativo do João Ferreira, sempre corpóreo, concreto, objectual e enraizado na intemporalidade do gesto.
A persistente vontade de transformar e reutilizar materiais desprezados supõe mais que uma crítica ao consumo contemporâneo pois assume a intervenção como acção sobre o objecto que descontextualizado da sua funcionalidade é interpretado na obra como matéria-prima. A sujeição aos recursos desaproveitados não constitui por isso uma limitação, sendo até propiciadora à continuada experimentação plástica que consolida o percurso do autor.
Simultaneamente a talha das madeiras autóctones evidencia a força do território que sempre transpira dos materiais naturais que, com as mãos, João Ferreira transforma. A Nogueira, o Carvalho, o Castanheiro e o Olmo, compartem o tempo e o espaço que guardam dentro impondo-se na obra como elemento revelador do diálogo que com o escultor mantêm. É a esse diálogo que o autor humildemente se entrega na incessante procura da forma comunicante.
A presente mostra dos trabalhos escultóricos do João Ferreira reúne as obras produzidas nos últimos meses, ocupando as duas salas de exposição da galeria.
A primeira sala sugere uma visão irónica do quotidiano, um quotidiano cheio de figuras risíveis no gesto e na atitude. O humor confronta-nos com clichés e causas com que a diário tropeçamos, assumindo-se como resposta compensatória à disfuncionalidade que nos acompanha.
A sala interior provoca uma reflexão mais séria, menos risível e inquestionavelmente mais perturbadora. Todo o espaço nos confronta com o Verbo entendido como Palavra, Discurso, Comunicação. O autor usa a oratória ou as novas e velhas tecnologias da comunicação para tentar entender ou questionar o aparato criado para facilitar a linguagem. Aos modelos de comunicação sugeridos opõe a persistência na escuta, sugerindo a humildade desejável ao entendimento.
Emília Nogueiro