sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Work In Progress | Percursos pela imaginária franciscana na Diocese de Bragança-Miranda


Continuamos apaixonados pelo nosso património artístico e por isso estamos de momento concentrados numa categoria que ainda carece de estudos no nosso território - a escultura, ou imaginária. Esperamos em breve estar aptos a propor novos passeios, entretanto aqui fica parte do retábulo da capela da Srª da Boa Morte na igreja do convento de São Francisco em Bragança.  

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Inauguração | Escultura | João Ferreira | 4 de Outubro 2012 | 17.30 h | Galeria HISTÓRIA E ARTE




João Ferreira | escultura | 2012
o prazer de pôr as mãos a fazer coisas
Sobre a exposição:
A primeira impressão é intensamente táctil, gerada na comunicação entre a matéria e a forma, consequência do prazer de pôr as mãos a fazer coisas, um dos caminhos que João Ferreira, repetidas vezes, percorre na sua busca exploratória dos materiais.
Confrontados com este percurso sentimos o ímpeto latente na madeira e no ferro, manualmente transformados no franco respeito pela sua natureza orgânica e inorgânica, num diálogo visual que é, antes de tudo, sensitivo.
A presente exposição distribui-se por duas salas que sugerem duas escalas, duas distâncias diferenciadas. A primeira sala expõe tesouros que guardam essências na persistente continuidade de ecos idos, de remotas iconologias. Na outra sala impera o discurso irónico a corromper satiricamente a nossa percepção ao assumir o formato postal como cliché e até anedota da memória congelada. Os postais questionam o revivalismo etnográfico apresentado como produto cultural para uma sociedade que se pretende que o consuma.


João Ferreira (João Manuel Vaz dos Santos Ferreira Rodrigues) Bragança, 1960. Licenciou-se em Ciências Jurídicas na Universidade Portucalense do Porto. Desde finais da década de 90 que se dedica de forma sistemática à escultura. Frequentou o Mestrado em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

HISTÓRIA E ARTE | V ANIVERSÁRIO


Desde 2007 que o espaço HISTÓRIA E ARTE tem as portas abertas ao mundo! Cinco anos de persistência a usufruir, explorar e divulgar a HISTÓRIA e a ARTE de Bragança (porque é em Bragança que escolhemos viver) e, inevitavelmente de outros territórios (porque não vivemos sozinhos).
A galeria de arte e as visitas orientadas ao património histórico continuam a ser as linhas mais fundas de nossa busca à qual acrescentamos os livros e as oficinas de artes plásticas. A rede de pessoas que interferem neste processo é imensa, maior que a HISTÓRIA e a ARTE que nos rodeia e é a elas que estamos infinitamente gratos por estes 5 anos de aprendizagens! Haja saúde para mais 5 000!!


terça-feira, 12 de junho de 2012

Curso de Aguarela | Arq. Manuel Ferreira | Galeria História e Arte

Curso de Aguarela | Arq. Manuel Ferreira | Galeria História e Arte
A luz espampanante do verão e as cálidas temperaturas que se sentem são propícias à técnica que vos propomos explorar! Para que a experiência seja proveitosa contamos com a orientação do Arq. Manuel Ferreira, mestre de tantas gerações!
O programa do curso consiste na aprendizagem das técnicas de pintura a aguarela necessárias para um registo da paisagem que os nossos olhos observam. Retomamos assim o encanto de uma técnica ancestral que dispensa sofisticados artefactos e gastos excessivos em equipamentos e manutenção, só precisamos de papel, aguarelas e água!
O curso é orientado pelo Arq. Manuel Ferreira, decorre a partir de dia 22 de Junho com duração total de 14 horas e custo total de 50 €, na galeria HISTORIA E ARTE. As vagas são muito limitadas!

Cá vos esperamos!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Sessão Trabalho ADDICT | Laboratórios Lugares Criativos | Bragança


Laboratórios Lugares Criativos | Bragança
Trás-os-Montes é um território de baixa densidade populacional, mas de forte
identidade cultural e espírito criativo.
Como podem os recursos e as iniciativas relacionadas com a criatividade e a cultura fortalecer-se através de uma estratégia que os potencie, desenvolvendo e projectando o território onde se desenvolvem?
Quais os actuais programas de apoio à cultura na União Europeia e quais as perspectivas futuras?
ADDICT (Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas)

Amanhã vamos participar e aprender com atenção!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

JORNADAS DE TURISMO: DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO-ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO | ESTGL | IPV | 15 de maio de 2012

PROGRAMA:
10H00 – Receção dos participantes e entrega de documentação
10H20 – Sessão de Abertura  Presidente da Câmara Municipal de Lamego Álvaro Bonito, Presidente da ESTGL—IPV
10H30 – Luís Sebastian, Direção Regional de Cultura do Norte "O PROJETO VALE DO VAROSA"
11H00 – Apresentação oficial do blogue Vale do Varosa (alunos da ESTGL)
11H20 – Emília Nogueiro, Instituto Politécnico de Bragança "PEQUENAS CIDADES GRANDES DESAFIOS”
11H45 – Painel destinado à apresentação de um trabalho de alunos da ESTGL
12H00 – Debate
Moderador: José Paulo Lousado, ESTGL – IPV
12H30 – Almoço
14H00 – Joaquim Antunes, ESTGV – IPV “A FIDELIZAÇÃO COMO FATOR DE DIFERENCIAçãO NO DESENVOLVIMENTO DO TERMALISMO PORTUGUÊS”
14H30 – Sofia Ferreira, Administradora Dele-gada na Turismo Porto e Norte de Portugal, E.R. “TURISMO CULTURAL E SUSTENTABILIDADE – POLÍTICAS PÚBLICAS E REVITALIZAÇÃO DOS CENTROS HISTÓRICOS”
15H00 – Painel destinado à apresentação de um trabalho de alunos da ESTGL
15H30 – Debate
Moderador: Álvaro Bonito, Presidente da ESTGL—IPV
16H00 – Encerramento

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Linguagem simbólica de um tecto setecentis​ta | Museu Abade de Baçal | palestra | Emília Nogueiro

(fotografia: cortesia de Arq. Nuno Coelho)

A Diretora do Museu do Abade de Baçal tem a honra de convidar V. Exa. para a palestra Linguagem simbólica de um tecto setecentista, ministrada pela Prof.ª Emília Nogueiro, que terá lugar no próximo dia 3 de Maio, pelas17h30, no Museu Do Abade Baçal!
Contamos com a sua presença!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Inauguração | Vinícius Vargas | arte digital | sexta feira | dia 27 de Abril | 17.30 | galeria HISTÓRIA E ARTE





É com imenso prazer que vos convidamos para a inauguração da exposição de arte digital de Vinícius Vargas, na sexta feira às 17.30 h, na galeria HISTÓRIA E ARTE!
Para celebrar a chegada desta atmosfera tropical à Rua Abílio Beça vamos estar acompanhados pela guitarra do músico Mário Cardoso (docente da ESEB-IPB e Conservatório de música de Bragança)
Agradecemos a vossa visita :)


Guitarra | Mário Cardoso


Sobre a exposição
A arte digital assume para Vinícius Vargas um território de experimentação que lhe permite registar diferentes linguagens artísticas. Os trabalhos agora apresentados em Bragança partem de imagens reais captadas e manipuladas mas também de composições inteiramente criadas com tecnologia digital onde o autor nos confronta com diversas realidades. Vinícius Vargas explora a branco e negro a poesia visual e propõe-nos cores vibrantes nas composições não figurativas, as mesmas cores com que regista elementos do imaginário tradicional brasileiro.

Sobre o autor
Vinícius Vargas Vieira dos Santos, natural do Brasil é docente na Faculdade de Lions (Goiânia-GO). Participa em diversas áreas criativas das quais destacamos: a atuação teatral Zabriskie Teatro, e no Festival Nacional de Teatro Infantil de Blumenau; composição sonora para desfiles de moda; Exposição de arte ( Goiânia Ouro- 2011), Balada Letra Livre – Exposição de arte (Espaço Mais Um – 2011) Obrando Arte – Exposição de arte (Goiânia Ouro– 2011). Bem como a Produção Literária - Poesia Plástica – Coleção Letra Livre. (2011). Desenvolve a sua pesquisa artística no âmbito do Tropicalismo, Concretismo, Neoconcretismo, Cinema Novo, Pop Art e Modernismo Brasileiro.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Inauguraçã​o | As nove transformações parte 2 | R. Brito | sábado | 25 de fevereiro | 17.30 h | galeria HISTÓRIA E ARTE | Bragança | Portugal

Hotel 555 e R.Brito apresentam em Bragança, nesta que é a segunda exposição do Ciclo Gold Burgh, o projecto “As nove transformações ”. O título da exposição, uma citação directa da obra de Sun Tsu, “A Arte da Guerra”. O capitulo 5, alude ao interesse do sujeito no desenvolvimento de um corpo ancorado mais a uma praxis idiossincrática do que à produção de uma discursividade de índole verbal (ou verbalmente traduzível). Estruturada em torno de dois momentos distintos, mas complementares, a exposição inaugurarou no dia 11 de Fevereiro, com o Convento de Monchique transfigurado para acolher um exercício performativo único de R.Brito, que deixou o resultado dessa performance no espaço expositivo, acessível a todos visitantes. Duas semanas depois, este sábado dia 25 de Fevereiro, terá lugar o início do segundo e último momento deste projecto em Bragança na Galeria História e Arte. Partindo dos pressupostos, mas sobretudo das consequências do seu acto performativo inicial, R.Brito desenvolverá um segundo corpo de trabalho que não só dialogará, como responderá às questões levantadas, e deixadas em aberto, pelo exercício inicial. R. Brito

R.Brito nasceu no Porto em 1976. Licenciado em Artes plásticas/Desenho pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha – Extensão do Instituto Politécnico de Leiria, vive e trabalha entre o Porto e Óbidos . Tendo iniciado a sua actividade expositiva no inicio do século XXI, destacam-se as seguintes exposições individuais: Maptização, Galeria M.C.M.A. Castelo Branco, 2004; Circuito E.C....U, Centro da ordem dos Médicos, Porto, 2007; Tecnorgancraft I e II, Galeria Jorge Shirley, Lisboa, 2008/09 e Elemento H+, Espaço Hotel 25, Berlim, 2010 e Desenho I, Agencia Porpagarte, Porto, 2011. Das colectivas em que participou mencionam-se S Series, Lab04, Oficina Fernando Santos, Porto, 2004; Operação de estado, Museu António Duarte, Caldas da Rainha, 2005; Anteciparte, Museu de Ciências Naturais, Lisboa, 2007; Ariene RothsChild 3rd Painting Prize, Lisboa, 2007; É, em conjunto com Hugo Branco e Tiago Abelha, responsável pelo projecto Hotel 555 Artist in residency. Em 2005, foi Menção Honrosa no Prémio de Escultura, Arts Hotel, Lisboa.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

COOMONTE, José Luis Alonso | galeria HISTÓRIA E ARTE



Sobre el autor:
Coomonte, José Luis Alonso Nacido en 1932 en Benavente, Zamora, España, estudió en Madrid, en la Escuela de Bellas Artes de San Fernando. A mediados de los años 50 viajó a París y al final de la década, entre Madrid y Benavente, realizo varias obras públicas para estas ciudades y también para Zamora y León, empezó en esta época la práctica docente que se extendió más tarde a la Universidad de Salamanca. En los años 60, fue galardonado con la Medalla de Oro en Escultura en la Bienal de Arte Sacro de Salzburgo, exhibió sus trabajos en el Palacio de Bellas Artes de Bruselas, en la II Bienal de París, en el Museo de Arte Contemporáneo de París, en la Exposición Mundial de Nueva York y representó a España en España en México. En colaboración con Carlos Muñoz de Pablos y Francisco Argüello ha creado el grupo "Gremio 62", juntos estuvieron en la Dirección General de Bellas Artes de Madrid y en la Galería de imágenes Nouvelles en La Haya
La obra plástica de Coomonte continúa propagándose a través de una serie de espacios públicos, interiores institucionales, museos, pasos procesionales, ornamentos para sinagoga, y también en colecciones privadas y en su efervescente taller en San Marcial, donde el impulso creativo de Coomonte lo lleva a una búsqueda constante de materiales, técnicas, temas y evocaciones, pero sobre todo a nunca dejar de buscar

Sobre la exposición:
Son varios los objetos artísticos de Coomonte que viajaron desde San Marcial (Zamora) para instalarse en la Galería de Historia e Arte (Bragança, Portugal), en una exposición que pretende ser representativa del proceso creativo actual del autor. Escultura, collage, joyería son algunas de las categorías con las que podemos catalogar los objetos de esta exposición, subrayando uno de los elementos perturbadores de la práctica artística de Coomonte - la pluralidad de lenguajes y técnicas que toma, en una praxis compleja y constante.
El ready-made, los residuos plásticos, los acrílicos, se asumen como una estrategia de delato crítico de la compleja realidad contemporánea que con irónico sentido del humor nos enfrenta. Instalados en una composición exuberante evocan un banquete abundante en dramas sociales que se presentan como si de las más exquisitas vituallas se trataran.
Más allá de esta composición dos figuras de hierro forjado se destacan, no sólo en las técnicas, donde es evidente la fuerza del procesamiento manual de los materiales, sino también en el simbólico contenido del título que las acompanha; Para Coomonte Calisto y Malibea son casi tótems, presidiendo solemnemente al banquete como guerreros estoicos de los valores emocionales resistentes a la deflagración de formas, colores, materiales e imágenes que hoy nos llenan los ojos.
Sin jamás perder el sentido estético y valorando la intensidad de la práctica visual, el autor nos presenta varios lenguajes creativos que evocan la inquietud que el mismo experimenta.
Emília Nogueiro 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

COOMONTE, José Luis Alonso | exposição | escultura | janeiro 2012



Inauguramos sexta, dia 20, às 17.30 h
Para desfrutarmos juntos da presença do autor contamos com a vossa visita!

Sobre o autor:
COOMONTE, José Luis Alonso
Nasceu em 1932 em Benavente, Zamora, Espanha, estudou em Madrid, na Escola de Belas Artes San Fernando. Em meados da década de 50 viajou a Paris e nos finais da década, entre Madrid e Benavente, realizou diversas obras públicas para estas cidades e também para Zamora e León, iniciou nesta época a prática docente que se estendeu mais tarde à Universidade de Salamanca. Na década de 60 foi premiado, com a Medalha de Ouro em Escultura, na Bienal de Arte Sacra de Salzburgo, expôs no Palácio de Belas Artes de Bruxelas, na II Bienal de Paris, Museu de Arte Contemporânea de Paris, na Exposição Mundial de Nova York e representou Espanha na Exposição España en México. Em colaboração com Carlos Muñoz de Pablos e Francisco Argüello criou o grupo “Gremio 62” expondo em conjunto na Dirección General de Bellas Artes em Madrid e na Galería Nouvelles Images em Haya. A obra plástica de Coomonte continua a espalhar-se por uma imensidade de espaços públicos, de interiores institucionais, museus, passos processionais cristãos ou ornamentos de sinagoga, mas também, em colecções privadas e no seu efervescente ateliê em San Marcial, porque a compulsão criativa de Coomonte leva-o a uma constante busca de materiais, técnicas, temas e evocações mas sobretudo a nunca parar de procurar

Sobre a exposição:
São vários os objectos artísticos de Coomonte que viajaram de San Marcial (Zamora) para se instalarem na galeria História e Arte, numa mostra que se pretende representativa do processo criativo actual do autor. Escultura, collage, joalharia são algumas das categorias com que podemos catalogar a exposição, sublinhando um dos elementos perturbadores da prática artística de Coomonte - a pluralidade de linguagens e técnicas que abrange, numa praxis complexa e sistemática.
O ready-made, o lixo plástico, os acrílicos, são assumidos como estratégia de denúncia crítica sobre as complexas realidades contemporâneas que com descarada ironia e sentido de humor Coomonte nos confronta. Instalados numa composição exuberante evocam um banquete onde vários dramas sociais são apresentados como se das mais apreciadas vitualhas se tratassem.
Além desta composição, duas figuras em ferro forjado se destacam, não apenas nas técnicas, fortemente envolvidas pela transformação manual dos materiais, mas também pelos conteúdos simbólicos do título que as acompanha que nos remetem para o imaginário literário; Para Coomonte Calisto e Malibea são quase totens, presidem solenemente o banquete como guerreiros estóicos dos valores emocionais, resistentes à deflagração de formas, cores, materiais e imagens que avassaladoramente preenchem hoje o nosso olhar.
Sem nunca perder o sentido estético e valorizando a intensidade da prática visual o autor apresenta-nos múltiplas expressões criativas evocando a inquietação que ele próprio experimenta.
Emília Nogueiro