terça-feira, 24 de maio de 2016

Territoires d'Artistes: Belleville-Bragança

Cher amis de les Ateliers d'Artistes de Belleville AAB
Nous vous remercions de coeur le exceptionel accueil que vous nous avez fait. Nous sommes tous enchantés et nous vous attendons à Bragança prochainement. 
Merci a tous et a bientôt



quinta-feira, 12 de maio de 2016

Territórios de Artistas | Exposição Coletiva da galeria História e Arte de Bragança na Galeria AAB - Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris

Territórios de Artistas | 19 a 22 de Maio de 2016
Exposição Coletiva da galeria História e Arte, Bragança na
Galeria AAB - Ateliers d’Artistes deBelleville, Rue Francis Picabia, Belleville, Paris

É com um amplo sorriso de contentamento que fazemos saber que aos dezanove dias do mês de Maio do ano de dois mil e dezasseis iniciaremos um projecto de intercâmbio com a Galeria Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris.

(imagem cortesia de Paola Afonso)
A intenção é criar uma aproximação entre dois territórios diversos mas que as galerias intervenientes relacionam numa narrativa conjunta. Na persistência de uma cartografia emocional ampliamos neste novo caminho o nosso território-rede até Belleville. A vontade, o interesse e a curiosidade mútuas são os elementos que propiciam a ligação e definem os contornos deste novo território coletivo.

Sobre a exposição | Território de Artistas

Da galeria História e Arte de Bragança foram seleccionadas várias obras de três dos artistas residentes: Carmelo Calvo (Valhadolid, Espanha), João Ferreira – Janjã (Bragança, Portugal), Miguel Moreira e Silva (Bragança, Portugal). São três autores muito diferentes nas técnicas e nos materiais, mas aproxima-os o olhar critico sobre o território e o respeito pela ancestralidade de todas as vidas que antes deles o tentaram modelar. O território é percebido num sentido amplo que rompe a fronteira política que divide Portugal e Espanha criando na galeria História e Arte um espaço transfronteiriço comum.
As imagens criadas por Carmelo Calvo decorrem da relação emocional que o autor estabelece com as pessoas e com as paisagens fixadas. A câmara é percebida como caminho exploratório do eu a partir do confronto com a alteridade num registo que reflecte o interesse simultâneo pela imagem definida e pela expressão emocional próxima da abstracção.
O processo criativo do João Ferreira- Janjã é sempre corpóreo e objectal. Resulta da persistente vontade de reutilizar materiais desprezados pelo consumo contemporâneo. Simultaneamente a talha das madeiras autóctones de Nogueira, Carvalho, Castanheiro e Olmo evidencia a força do território que transpira dos materiais naturais que, com as mãos, João Ferreira transforma.
Os trabalhos de Miguel Moreira e Silva deambulam entre múltiplas técnicas das quais se destaca a pintura, assemblage e a escultura. Explora o ecletismo dos elementos traduzindo uma atitude livre de categorizações. Cria narrativas, explora episódios pessoais, memórias, onde a plasticidade dos objectos e a carga simbólica das formas assumem o valor lexical do registo.
Convidamos para nos acompanhar António Fernandes um artesão local que partilha o nosso compromisso com o território.

Até dia 22 de Maio a exposição colectiva estará aberta ao público na Galeria Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris. Em Outubro receberemos na galeria História e Arte em Bragança uma exposição colectiva dos artistas da Galeria Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris. Partindo das duas residências, dos artistas de Bragança em Paris e dos artistas de Paris em Bragança hão-de chegar novas exposições no ano de 2017.