sábado, 10 de maio de 2008

BRAGANÇA GUIADA

A "LIFECOOLER - guia da boa vida" destacou esta semana no seu "coolómetro" o espaço História e Arte. (Yuupiii!!) Fiquei hilariante não só pela publicidade, que é sem dúvida uma preciosa ajuda para um projecto privado que se desenvolve sem qualquer ajuda oficial, mas sobretudo pelas simpáticas palavras que me animam a prosseguir nesta cruzada!! Obrigado LIFECOOLER!! http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/staticRedirect.asp?id=2005

6 comentários:

Nuno R. disse...

Estás no bom caminho! Só podia, com a qualidade do teu projecto :) Parabéns e um abraço.
Nuno

Ana Paredes Mendes disse...

Mereces e colocaste-me um sorriso nos lábios:)

Viajante disse...

É sempre uma grande alegria ver o mérito reconhecido.

PARABÉNS!!!

Um Momento disse...

:)))))))))
Muitos Parabéns E.!
Mereces sim esse "destaque"!!!
Um beijo ENORME e sorridente!

(*)

PS:A(s) foto(s) dos "3" : Vila do conde:))))
"Bora" sentar as duas por lá:)

Paredes Cardoso disse...

Olá Emília,
Contigo, Bragança fica bem guiada.
Parabéns e boa continuação.
Um abraço :)

fernando josé disse...

De vez em quando a nossa cidade tem destas surpresas agradáveis. Parafraseado Fernando pessoa “O que há é pouca gente para dar por isso”. Assumo o meu mea culpa. Nos meus tempos de puto, para alem do Cine Teatro Torralta, pouco havia (ou eu não dava por isso). Na idade do rock refugiava-me na Rep 38, onde sim passava rock de primeira. Ao mesmo tempo veio a poesia e tive a sorte de assistir à abertura de dois excelentes espaços. O Bó 1 e o Bó 2. No Bó 1 tínhamos secções de poesia (foi lá que ouvi declamar pela primeira vez o poema do Ary dos santos “O Nome Das Coisas”. O Bó 1 também tinha excelentes exposições de fotografia que me inspiravam. Quanto ao Bó 2 recordo uma excelente semana de jazz com um grupo que se chamava “Os Rapazes do Jazz”. Já tinha descoberto o Jazz no antigo edifício da Câmara Municipal, com um grupo constituído por elementos da Escola de Jazz do Porto. Foi com eles que descobri Charlie Parker e Miles Davids. Depois tivemos uma palestra de três dias, ministrada pelo Maestro José Atalaia, sobre Amadeus Mozart. Foram três dias no Cine Teatro Torralta, com uma pianista de primeira (ou não me tivesse despertado o interesse pela musica clássica), mas da qual não recordo o nome. Primeiro dia umas cinquenta pessoas, segundo dia umas vinte e no terceiro devíamos ser umas dez. Recordo o Maestro José Atalaia gabar as grandes qualidades acústicas do Cine Teatro Torralta. Hoje a cidade tem muitos mais atributos. Temos um Museu do Abade de Baçal dignificado, temos um excelente Teatro Municipal (embora tivéssemos perdido a excelente sala de cinema do Cine Teatro Torralta, mas o capital assim obriga), temos o recém inaugurado Centro de Arte Contemporânea Graça Morais e temos o espaço que nasceu de um sonho (julgo que sim), de seu nome “História e Arte”, criado pela criadora deste blogue. O mais importante? Aquilo que sempre me passou ao lado. A verdadeira alma da cidade. É por isso que o espaço História e Arte é uma agradável surpresa. A minha cidade despertou-me para cineastas, músicos e autores que me acompanham pela vida. Agora quero conhecer a minha cidade. Ainda estou a tempo.